Coemergência | Podcast

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Coemergência | Podcast episodes

  • Interser #2 | Populismo digital e pós-verdade (com Letícia Cesarino)
    A convidada do segundo episódio do Interser é a antropóloga Letícia Cesarino, professora do Departamento de Antropologia e na Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC. Ela possui graduação em Ciências Sociais pela UFMG, mestrado em Antropologia pela UnB, e doutorado em Antropologia pela Universidade da Califórnia em Berkeley. Durante e após as eleições de 2018, baseada em pesquisa realizada em grupos de whatsapp bolsonaristas e em diálogo com a literatura clássica sobre populismo, cibernética e mais outros temas ou abordagens, ela estudou isto que ela caracterizou como "populismo digital" e refletiu sobre os temas da pós-verdade e de sua relação com as políticas neoliberais. Ela publicou três artigos recentes sobre isto, que você pode conferir nas referências abaixo. Observando a dinâmica dos grupos de whatsapp citados, ela percebeu alguns padrões no discurso deles. Ele não apenas é um discurso "populista", que conecta uma figura do "povo" à de um líder, produz uma divisão entre amigos e inimigos, etc., mas ele também assumiu contornos próprios ligados à mediação típica do whatsapp. Ela explica melhor estes contornos e suas implicações na entrevista. Apesar de ter sido gravado antes da pandemia, em janeiro de 2020, o programa não perdeu nada do frescor. Os padrões discursivos analisados pela Letícia elucidam um bocado o discurso bolsonarista e o fenômeno da pós-verdade – que, infelizmente, ainda seguem em voga. O mesmo vale para a urgência em reconhecermos a complexidade dos seres: como ela disse na conversa, não apenas o discurso do "populismo digital" – e em particular do bolsonarismo – produz uma "redução de complexidade" em relação às circunstâncias e àqueles que ele constrói como seus rivais ("comunistas", "esquerdistas" etc.), mas nós mesmos podemos olhar para os diferentes grupos que aderiram ou aderem a eles de maneira igualmente simplificadora. Entendimento, porém, não é justificativa ou "passada de pano": é necessário para identificar as reais causas dos problemas e para modificá-las. …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se
    1 hr 53 min
  • #39 Somos todos filhos da terra (com Kaká Werá)
    Diante da crise econômica, ambiental, política e sanitária que vivemos, mais do que nunca é tempo de nos repensarmos como comunidade humana e mudarmos nosso modo de vida, tão dualista e exploratório e auto destrutivo - diríamos mais, é tempo de repensar nosso conceito, ultimamente cada vez mais restrito, de comunidade. Para nos ajudar na tarefa chamamos Kaká Werá, escritor, ambientalista e conferencista de origem indígena tapuia. No papo ele nos revela a violência que permanece contra os povos indígenas, as distorções que ainda impedem um encontro mais empático e autêntico por parte da sociedade não-indígena e a visão de mundo e valores que une os povos originários. Visão essa que tem o potencial de nos inspirar a viver como filhos da terra que somos, com respeito à interdependência que perpassa e constitui todos os seres e todos os reinos, seja animal, vegetal e mineral, formando essa grande e complexa comunidade da qual somos uma ínfima e, atualmente, desconectada parte. Esperamos que o papo te inspire a essa reconexão a partir de modos de conviver mais sábios e benéficos. Durante a entrevista, Kaká nos contou que há um provérbio africano segundo o qual, num dado momento da terra, quando as coisas estiverem muito difíceis, pequenos círculos de pessoas fazendo pequenos encontros mudarão a face da mundo. A imagem é inspiradora, agora cabe a nós torná-la concreta. Se junte a essa roda e aproveite a conversa! Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se/Coemergencia  ;)
    1 hr 24 min
  • Interser #3 | Descrença na solidariedade, cinismo e aceleração (com Moysés Pinto Neto)
    O convidado do terceiro episódio do Interser é o filósofo Moysés Pinto Neto. Ele é doutor em Filosofia pela PUC do RS, Mestre em Ciências Criminais (2006-2007) e Especialista em Ciências Penais (2005) pela PUC-RS e graduado em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1998-2003). O Moysés respondeu algumas perguntas relativas a vários aspectos de cultura, sociedade e política capitalistas contemporâneos. A primeira delas diz respeito ao bolsonarismo em particular. Esse movimento, segundo ele, carrega consigo a imagem de um mundo que é necessariamente cruel, em que a solidariedade é impossível e que, portanto, qualquer afirmação dela é necessariamente hipócrita. Diante dessa suposta hipocrisia, movimentos como o bolsonarismo adotam a postura do cinismo. A discussão também explorou de maneira mais ampla essa oposição entre hipocrisia e cinismo, que ele explica melhor no episódio. Existe um tipo de cinismo na contemporaneidade que se manifesta do discurso dos “trolls”, que originalmente eram apenas essas figuras que entravam em discussões na internet com o intuito de atrapalhar e confundir, mas cujo padrão de comportamento agora ganhou maior difusão e poder político. Os trolls, diz o Moysés, produzem uma espécie de um “humor brutal”, que joga na zona de indecidibilidade entre o discurso literal e a piada. E seus críticos, quando tentam reagir, ainda por cima participam de um looping de feedback, assumindo a posição que se poderia chamar de “politicamente correta”: estes trabalham no nível literal e acabam se colocando na posição de polícia moral, sem perceber que o discurso dos trolls opera sobretudo no nível performativo, não no constativo. Por fim, falamos também sobre a possibilidade - presente, por exemplo, na perspectiva das contraculturas dos anos 1960 e 1970 e os “extramodernos”, como os povos originários, que não buscam solução na dicotomia entre estado e mercado – como que disputando quem é capaz de acelerar mais rápido –, mas sim, de maneiras diversas, rejeitam o próprio tabuleiro “estado vs. mercado”. Aprofunde. Para ler os textos do Moysés, você pode conferir o perfil dele no Academia.edu e no Medium. Ele também participa do canal Transe no Youtube. No episódio, discutimos os artigos: Moysés Pinto Neto. Esquecer o neoliberalismo: aceleracionismo como terceiro espírito do capitalismo. Cadernos IHU, ano 14, n. 245, v. 14, 2016. Moysés Pinto Neto. Do populismo reacionário ao exterminismo: yuppies, neggers e trolls. Crise e Crítica, v. 2, n. 2, 2018.
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    1 hr 22 min
  • #38 Relações como espaços nutritivos (com João Vale)
    Seres de todos os reinos, em tempos de ansiedade e isolamento causados ou potencializados pela pandemia que nos toca, vemos surgir como consequência um maior interesse e necessidade por práticas contemplativas e psicoterapêuticas, além de um maior engajamento em pautas sociais. Para abarcar todos estes temas com propriedade e bom humor, chamamos um convidado ansiado por nós e cobrado por nossos ouvintes já há bastante tempo. João Vale, que é doutor em sociologia, psicoterapeuta e estudante de budismo há 14 anos, compareceu a nossa lavanderia virtual para falar sobre espiritualidade a partir de uma perspectiva antiautoritária que dialoga com a psicoterapia e com o engajamento social. No papo, ele nos fala da importância de comunidades e mestres de afeto, a partir de sua pesquisa de doutorado, do perigo de criar uma identidade espiritual sem se conhecer emocionalmente, de como podemos agir socialmente a partir de um lugar de abertura, do valor de depressão como desinflamação de nossas identidades e da necessidade de poder ser ninguém para poder ser o que for preciso. Ficou curioso? Então dá o play e ativamente se junte à conversa que o papo tá instigante... Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se/Coemergencia  ;)
    1 hr 44 min
  • Interser #2 | Populismo digital e pós-verdade (com Letícia Cesarino)
    A convidada do segundo episódio do Interser é a antropóloga Letícia Cesarino, professora do Departamento de Antropologia e na Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC. Ela possui graduação em Ciências Sociais pela UFMG, mestrado em Antropologia pela UnB, e doutorado em Antropologia pela Universidade da Califórnia em Berkeley. Durante e após as eleições de 2018, baseada em pesquisa realizada em grupos de whatsapp bolsonaristas e em diálogo com a literatura clássica sobre populismo, cibernética e mais outros temas ou abordagens, ela estudou isto que ela caracterizou como "populismo digital" e refletiu sobre os temas da pós-verdade e de sua relação com as políticas neoliberais. Ela publicou três artigos recentes sobre isto, que você pode conferir nas referências abaixo. Observando a dinâmica dos grupos de whatsapp citados, ela percebeu alguns padrões no discurso deles. Ele não apenas é um discurso "populista", que conecta uma figura do "povo" à de um líder, produz uma divisão entre amigos e inimigos, etc., mas ele também assumiu contornos próprios ligados à mediação típica do whatsapp. Ela explica melhor estes contornos e suas implicações na entrevista. Apesar de ter sido gravado antes da pandemia, em janeiro de 2020, o programa não perdeu nada do frescor. Os padrões discursivos analisados pela Letícia elucidam um bocado o discurso bolsonarista e o fenômeno da pós-verdade - que, infelizmente, ainda seguem em voga. O mesmo vale para a urgência em reconhecermos a complexidade dos seres: como ela disse na conversa, não apenas o discurso do "populismo digital" - e em particular do bolsonarismo - produz uma "redução de complexidade" em relação às circunstâncias e àqueles que ele constrói como seus rivais ("comunistas", "esquerdistas" etc.), mas nós mesmos podemos olhar para os diferentes grupos que aderiram ou aderem a eles de maneira igualmente simplificadora. Entendimento, porém, não é justificativa ou "passada de pano": é necessário para identificar as reais causas dos problemas e para modificá-las. …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se
    1 hr 53 min
  • Interser #2 | Populismo digital e pós-verdade (com Letícia Cesarino)
    A convidada do segundo episódio do Interser é a antropóloga Letícia Cesarino, professora da UFSC. Durante e após as eleições de 2018, baseada em pesquisa realizada em grupos de whatsapp bolsonaristas e em diálogo com a literatura clássica sobre populismo, cibernética e mais outros temas ou abordagens, ela estudou isto que ela caracterizou como "populismo digital" e refletiu sobre os temas da pós-verdade e de sua relação com as políticas neoliberais. Ela publicou três artigos recentes sobre isto, que você pode conferir nas referências abaixo. Observando a dinâmica dos grupos de whatsapp citados, ela percebeu alguns padrões no discurso deles. Ele não apenas é um discurso "populista", que conecta uma figura do "povo" à de um líder, produz uma divisão entre amigos e inimigos, etc., mas ele também assumiu contornos próprios ligados à mediação típica do whatsapp. Ela explica melhor estes contornos e suas implicações na entrevista. Apesar de ter sido gravado antes da pandemia, em janeiro de 2020, o programa não perdeu nada do frescor. Os padrões discursivos analisados pela Letícia elucidam um bocado o discurso bolsonarista e o fenômeno da pós-verdade - que, infelizmente, ainda seguem em voga. O mesmo vale para a urgência em reconhecermos a complexidade dos seres: como ela disse na conversa, não apenas o discurso do "populismo digital" - e em particular do bolsonarismo - produz uma "redução de complexidade" em relação às circunstâncias e àqueles que ele constrói como seus rivais ("comunistas", "esquerdistas" etc.), mas nós mesmos podemos olhar para os diferentes grupos que aderiram ou aderem a eles de maneira igualmente simplificadora. Entendimento, porém, não é justificativa ou "passada de pano": é necessário para identificar as reais causas dos problemas e para modificá-las. Quer apoiar o Coemergência? Estamos em apoia.se/coemergencia.
    1 hr 53 min
  • Interser #2 | Populismo digital e pós-verdade (com Letícia Cesarino)
    A convidada do segundo episódio do Interser é a antropóloga Letícia Cesarino, professora do Departamento de Antropologia e na Pós-Graduação em Antropologia Social da UFSC. Ela possui graduação em Ciências Sociais pela UFMG, mestrado em Antropologia pela UnB, e doutorado em Antropologia pela Universidade da Califórnia em Berkeley. Durante e após as eleições de 2018, baseada em pesquisa realizada em grupos de whatsapp bolsonaristas e em diálogo com a literatura clássica sobre populismo, cibernética e mais outros temas ou abordagens, ela estudou isto que ela caracterizou como "populismo digital" e refletiu sobre os temas da pós-verdade e de sua relação com as políticas neoliberais. Ela publicou três artigos recentes sobre isto, que você pode conferir nas referências abaixo. Observando a dinâmica dos grupos de whatsapp citados, ela percebeu alguns padrões no discurso deles. Ele não apenas é um discurso "populista", que conecta uma figura do "povo" à de um líder, produz uma divisão entre amigos e inimigos, etc., mas ele também assumiu contornos próprios ligados à mediação típica do whatsapp. Ela explica melhor estes contornos e suas implicações na entrevista. Apesar de ter sido gravado antes da pandemia, em janeiro de 2020, o programa não perdeu nada do frescor. Os padrões discursivos analisados pela Letícia elucidam um bocado o discurso bolsonarista e o fenômeno da pós-verdade – que, infelizmente, ainda seguem em voga. O mesmo vale para a urgência em reconhecermos a complexidade dos seres: como ela disse na conversa, não apenas o discurso do "populismo digital" – e em particular do bolsonarismo – produz uma "redução de complexidade" em relação às circunstâncias e àqueles que ele constrói como seus rivais ("comunistas", "esquerdistas" etc.), mas nós mesmos podemos olhar para os diferentes grupos que aderiram ou aderem a eles de maneira igualmente simplificadora. Entendimento, porém, não é justificativa ou "passada de pano": é necessário para identificar as reais causas dos problemas e para modificá-las.…… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se
    1 hr 53 min
  • #37 Por conversas que conectem (com Carolina Nalon)
    Seres de todos os reinos, seguimos abusados contra a impermanência. Na medida do possível, estamos tentando identificar e trazer temas para o podcast que acreditamos que podem ser úteis para esse momento que estamos vivendo. Nesse sentido, o tema dessa semana foi: conversas. Em um contexto de crise como o atual, quando tudo parece estar mais à flor da pele, quando precisamos de medidas urgentes e rápidas, quando nosso mundo emocional está mais reativo, parece ficar ainda mais difícil se comunicar com quem pensa diferente da gente. As tensões em família, nos grupos de whatsapp e nas redes sociais parecem ter voltado com tudo. E o que dizer, então, sobre a comunicação com pessoas que estão defendendo opiniões que vão na direção contrária do que vemos que é necessário fazer agora, tanto no nível mais amplo, dos governos, quanto no nível individual? Fomos, então, atrás da querida Carolina Nalon, para ela nos ajudar a seguir melhor nessas conversas. Para quem não a conhece, a Carol é fundadora do Instituto Tiê, especializada em Coaching Ontológico e em Comunicação Não Violenta. Em uma conversa que poderia ter seguido por horas, percorremos muitos temas e muitas dúvidas que estão nos inquietando nos últimos dias. (Como contexto: gravamos esse programa em 15/04.) Falamos sobre o que seria a Comunicação não Violenta e como seus princípios se aplicam ao momento atual, levantamos exemplos concretos de conversas que tivemos ultimamente e discutimos sobre os processos mais amplos que deveríamos seguir para tentarmos ter uma comunicação mais autêntica com os outros. E, mais do que isso tudo, a Carol nos lembrou de uma coisa que, às vezes, acabamos perdendo de vista. O ponto todo não é ganhar discussões, mas gerarmos mais conexões uns com os outros. Se essa for a única mensagem que ficar, já valeu. Esperamos que chegue em boa hora aí. Vem com a gente que achamos que esse papo pode ajudar muito! Ah, sempre bom lembrar: caso queira e possa contribuir para seguirmos desafiando a impermanência, sua generosidade fará toda a diferença! Seguimos lá no apoia.se/coemergencia. ;)
    1 hr 46 min
  • #36 Há limites para o cuidado? (com Lucas Guimaraes)
    Seres de todos os reinos, este é o Coemergência, seu podcast quinzenal que, pelo poder da vacuidade, pode também manifestar-se como uma aparência semanal ou de qualquer outra periodicidade que pudermos imaginar. Não há mais regras e podemos aterrissar em seus ouvidos a qualquer momento. Seguimos em quarentena, gravando à distância, talvez com a respiração um pouco mais curta e o coração mais apertado. Pra falar sobre o assunto do momento, nada melhor do que alguém que está vivendo a crise intensamente, direto de seu epicentro. Lucas Guimarães é médico formado pela Unifesp, especialista em geriatria e gerente de Práticas Médicas de um grande hospital de São Paulo. Editou o Guia de Comunicação de Más Notícias, livro lançado pela Editora Atheneu. Nesta conversa, ele nos contou como foram as primeiras semanas de trabalho no front do atendimento aos infectados pelo novo coronavírus (e sobre a sua experiência como paciente também), relatou como os hospitais estão lidando com a crise e as perspectivas para as próximas semanas, e dividiu conosco o caminho mais confiável no cuidado de seres humanos em sofrimento, em tempos de coronavírus ou não. Consegue imaginar? Bom programa!…… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se.
    1 hr 40 min
  • Interser #1 | Desinformação e teorias da conspiração (com Day Machado)
    Seres de todos os reinos, esse é o primeiro episódio do Interser, a nova coluna do Coemergência em que exploraremos várias nuances de questões estruturais e conjunturais de nossa sociedade. Nossa aspiração é que colocar o foco em questões sociais mais amplas nos ajude a seguir o objetivo principal do podcast, que é investigar a inseparatividade entre os mundos interno e externo e amplificar vozes que nos ajudem a agir com compaixão e sabedoria no mundo. Uma questão muito relevante de nossos tempos, sobretudo em tempos de coronavírus, é a ampla disseminação de desinformação, fake news, teorias da conspiração, de formas diretas ou indiretas de manipulação do debate público. Isto afeta não só a nossa capacidade de cuidar da saúde uns dos outros, mas também a capacidade de estabelecermos laços sociais baseados em confiança mútua e em afetos outros que não o medo, a raiva, o ressentimento. Para explorar várias nuances desse tema, e também das expectativas que nossa sociedade tem em relação à ciência, conversamos com a Day Machado, que cursa doutorado em Política Científica e Tecnológica na Unicamp, além de ser mestre em Divulgação Científica e Cultural, especialista em Revisão de Textos e graduada em Comunicação Social. Ela compartilhou com a gente suas reflexões e forneceu exemplos baseados em sua pesquisa sobre grupos que produzem desinformação sobre vacinas. Se você se interessa pelo tema ou tem algum tio encaminhando informações de baixa qualidade pelo whatsapp, dê o play e junte-se a nós! …… Quer apoiar o Coemergência? Estamos no Apoia.se
    1 hr 25 min

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A proposta do Coemergência é explorar temas importantes da nossa sociedade e da vida cotidiana, sempre à luz da relação entre os nossos mundos interno e externo. Partimos do princípio de que a maneira…