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Crise hídrica, consumo maior de energia, dependência de termoelétricas e aumento na conta de luz são os temas mais debatidos quando o assunto é energia aqui no Brasil. Especialistas e empresas do setor energético debatem formas alternativas de energia durante a estiagem mais longa dos últimos 91 anos.
Neste segundo episódio Caminhos da Energia, produção do Estadão Blue Studio, especialistas explicam por que a nossa matriz energética, basicamente hídrica, portanto limpa, foi parar nesse xeque-mate.
O professor Pedro Côrtes, do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo, explica que aquela solução emergencial encontrada em 2001 foi modificando a matriz energética brasileira e o País começou a caminhar ao contrário do resto do mundo.
Diretor Financeiro da Votorantim Energia, Carlos Guerra, acredita que o melhor caminho para o Brasil neste momento é substituir as termoelétricas mais poluentes por outras de menor impacto ambiental.
Outra possibilidade é aproveitar uma estrutura já existente, com menor emissão de gases do efeito estufa: o gás natural. O diretor de Estratégia e Mercado da Associação Brasileira das Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás), Marcelo Mendonça, diz que apenas 12% do gás natural brasileiro está presente na produção energética.
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Crise hídrica, consumo maior de energia, dependência de termoelétricas e aumento na conta de luz são os temas mais debatidos quando o assunto é energia aqui no Brasil. Especialistas e empresas do setor energético debatem formas alternativas de energia durante a estiagem mais longa dos últimos 91 anos.
Neste segundo episódio Caminhos da Energia, produção do Estadão Blue Studio, especialistas explicam por que a nossa matriz energética, basicamente hídrica, portanto limpa, foi parar nesse xeque-mate.
O professor Pedro Côrtes, do Programa de Pós-Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo, explica que aquela solução emergencial encontrada em 2001 foi modificando a matriz energética brasileira e o País começou a caminhar ao contrário do resto do mundo.
Diretor Financeiro da Votorantim Energia, Carlos Guerra, acredita que o melhor caminho para o Brasil neste momento é substituir as termoelétricas mais poluentes por outras de menor impacto ambiental.
Outra possibilidade é aproveitar uma estrutura já existente, com menor emissão de gases do efeito estufa: o gás natural. O diretor de Estratégia e Mercado da Associação Brasileira das Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás), Marcelo Mendonça, diz que apenas 12% do gás natural brasileiro está presente na produção energética.
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