Angola criou, em 2019, a Comissão de Reconciliação em Memória das Vítimas dos Conflitos Políticos (CIVICOP) e, este ano, o Presidente angolano pediu perdão, em nome do Estado, pelas “execuções sumárias” que o país viveu entre a independência e o fim da guerra civil. O coordenador da CIVICOP, Francisco Queiroz, explica que o objectivo é a “reconciliação e o perdão”, pelo que não vai haver julgamentos nem indemnizações relativas aos conflitos políticos, nomeadamente o 27 de Maio.