Desde o passado fim-de-semana cerca de 3 000 a 3 500 refugiadois congoleses decidiram caminhar até à fronteira para regressar ao país de origem a RDC.
Uma situação que preocupa o ACNUR e o Governo de Angola que decidiram ajudar essas pessoas a chegarem à fronteira. No entanto estes regressos voluntários espontâneos são casos isolados e a RDC, o ACNUR e Angola vão definir o planeamento do regresso voluntário organizado dos refugiados que mostraram interesse em regressar ao país natal.
Tomé Azevedo, do Serviço Jesuíta de Refugiados, que se encontra no terreno, explicou-nos exatamente o que tem ocorrido desde o passado fim-de-semana e adiantou-nos as razões pelas quais os refugiados regressam.