O resultado das eleições presidenciais deste sábado na Costa do Marfim é aguardado com ansiedade por uma população que não esquece as violências pós-eleitorais de 2010, quando morreram cerca de 3.000 pessoas. Régio Conrado, investigador doutorando no Instituto de Estudos Políticos da Universidade de Bordéus, considera que pode haver “uma crise eleitoral talvez mais severa” que há dez anos e explica porquê.