A greve em França continua de pedra e cal. O governo não cede, mas os sindicatos também garantem manter posição firme. Esta terça-feira, foi dia de mais uma mobilização massiva, sendo a primeira que contou com o apoio de todos os sindicatos – dos reformistas aos mais radicais.
Os protestos acontecem também um dia depois da demissão do alto-comissário para as reformas, Jean Paul Delevoye, autor do novo sistema que Emmanuel Macron quer implementar no país.
Para Rafael Lucas, Professor universitário em Bordéus é o governo que vai acabar por ganhar o braço de ferro, ao contrário de 1995.