Os chefes de Estado e de Governo da CEDEAO decidiram, este sábado, que o Presidente guineense, José Mário Vaz, vai manter-se no cargo até à realização das presidenciais de 24 de Novembro, mas fica sem poderes para se ingerir nos assuntos da governação. O presidente “deve confinar-se a uma actividade puramente formal, sem qualquer poder de decisão”, alerta o constitucionalista Jorge Miranda.