Os aliados da NATO aprovaram a nova agenda para 2030. A declaração reflecte as preocupações em relação à Rússia e à China, reconhece as novas ameaças no espaço e no ciberespaço e o terrorismo. Álvaro Vasconcelos, antigo director do Instituto de Estudos de Segurança da União Europeia, afirma que esta cimeira deu um novo alento à NATO, porém reconhece que as boas relações da Europa com os EUA levaram o velho continente a aceitar uma "aliança das democracias contra a China".