O presidente Nicolas Maduro mantém-se na Presidência da República, mas o auto-proclamado presidente Juan Gaido continua a angariar apoios.
Maduro diz que tem os chefes militares do seu lado, e Gaido garante estar em curso "a fase final" do seu projecto de destituição de Maduro.
Durante este dia 1o de maio, as manifestações de ambos os lados saiem à rua. E o ambiente é de tensão.
Em pano de fundo, russos e americanos falam ao telefone sobre a Venezuela, por iniciativa dos Estados Unidos. O chefe da diplomacia russo, Serguei Lavrov, e o seu homólogo americano, Mike Pompeo, trocam acusações.
Lavrov salienta "a influência destrutiva dos Estados Unidos na Venezuela", devido a Pompeo fazer alusão a uma "possível" acção militar.
Por seu turno, Débora Calderón, da ONG Espácio Público, diz ser possível estar em curso a formação dum governo de transição, onde estejam presentes elementos de ambos os lados, com ou sem Gaido, considerando que a Venezuela não enfrenta um golpe de Estado.