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Convidado episodes

  • Capicua ou rap no feminino em português
    Os 20 anos do Acordo de amizade e cooperação entre Paris e Lisboa foram assinalados nesta quarta-feira na capital francesa com um concerto reunindo artistas da França e de Portugal.
    A estrear-se num concerto a solo  na capital francesa esteve a portuense Capicua.
    Instantâneo do concerto parisiense de Capicua.
    Veja aqui as fotografias da Jornada de comemoração nos Paços do Concelho de Paris dos 20 anos do Acordo de amizade com Lisboa.
    11 min
  • Sida no centro das atenções em Amesterdão
    A Conferência Internacional sobre a Sida vai decorrer em Amesterdão, na Holanda, de 23 a 27 de Julho. Neste contexto, a ONUSIDA apresentou o seu relatório anual no qual, apesar da diminuição das mortes, refere que tem havido uma despreocupação com a prevenção e uma diminuição dos financiamentos.
    Uma situação comentada pela nossa convidada Dra. Maria Eugénia Saraiva, Presidente da Liga Portuguesa de Luta contra a Sida.
    8 min
  • CPLP: Cabo Verde colocou Mobilidade na agenda
    Terminou, ontem, a XII Cimeira da CPLP, em Santa Maria, ilha do Sal, Cabo Verde. Ao país anfitrião cabe agora a liderança rotativa da organização. O convidado desta quinta-feira é Jorge Carlos Fonseca, presidente de Cabo Verde, que, ao microfone da RFI, fez um balanço da cimeira, perspectivou a presidência cabo-verdiana do bloco lusófono, deu-nos conta do apoio que vai ser dado Guiné-Bissau e de como correu o diálogo com Teodoro Obbang, presidente da Guiné-Equatorial.
    7 min
  • CPLP mais próxima e mais aberta
    Encerra esta quarta-feira a XII Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, de onde deverá sair a declaração de Santa Maria.
    Ontem, na sessão de abertura, os líderes dos nove Estados-membros proferiram a sua habitual mensagem solene.
    Michel Temer, presidente do Brasil, que aqui terminou a presidência rotativa do bloco, foi o primeiro a discursar. Temer falou numa comunidade que progride a “passo firme”.
    Depois, Cabo Verde foi proclamado presidente da XII Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. Jorge Carlos Fonseca, o anfitrião, chamou a cerne do seu discurso o objetivo da mobilidade no espaço lusófono.
    João Lourenço participa pela primeira vez numa cimeira da CPLP enquanto chefe de Estado. O presidente de Angola pede uma reflexão sobre o futuro do bloco e sublinha tensões recentes em alguns Estados-membros.
    De política interna não falou José Mário Vaz, o presidente da Guiné-Bissau reclamou uma CPLP útil ao desenvolvimento.
    Teodoro Obiang aproveitou para assegurar que está a cumprir as regras de adesão a CPLP, mas não falou de abolição da pena de morte na Guiné Equatorial.
    Filipe Nyusi defendeu a autodeterminação económica, o presidente do Moçambique lembra que para uma CPLP forte é necessário paz e democracia nos Estados-membros.
    Numa mesa de chefes de Estado e do Governo de homens, Marcelo Rebelo de Sousa pediu o reforço do papel da mulher e, sem mencionar países, o presidente português sublinhou que nesta comunidade há valores fundamentais que não podem ser suspensos.
    Evaristo de Carvalho, presidente de São Tomé e Príncipe, quer uma comunidade mais próxima dos cidadãos e aproveitou para a segurar aos seus pares a “calmaria política” que agora reina no seu país.
    De Timor-Leste foi o ministro dos Negócios Estrangeiros, Dionísio Babu, a representar o presidente Francisco Guterres Du-Olo, impossibilitado de estar nesta cimeira devido à situação política no seu país. O chefe da diplomacia timorense pediu mais crédito e apoio a língua portuguesa.
    A XII Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa termina hoje na ilha do Sal, Cabo Verde.
    9 min
  • "O momento histórico da CPLP"
    Arranca esta terça-feira a XII Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da Comunidade de Países de Língua Portuguesa.
    Ontem os chefes da diplomacia dos nove Estados-membros aprovaram todas as resoluções propostas, que serão agora submetidas à aprovação definitiva na cimeira de chefes de Estado e de Governo.
    No final do dia, Luís Filipe Tavares, ministro dos Negócios Estrangeiros de Cabo Verde, agora também presidente do Conselho de Ministro da CPLP, falava de um “momento histórico”. Confira aqui a reportagem a partida da cidade de Santa Maria.
    15 min
  • CPLP: Cabo Verde confiante numa "boa cimeira"
    A cidade de Santa Maria, na ilha do Sal em Cabo Verde acolhe terça e quarta-feira a XII Cimeira de Chefes de Estados e de Governo da CPLP. Em entrevista à RFI, Luís Filipe Tavares, ministros dos Negócios Estrangeiros da Cabo Verde reiterou que a Guiné-Equatorial tem de cumprir o roteiro de adesão à CPLP retirar a pena de morte da constituição, falou da situação política na Guiné-Bissau, da necessidade de uma voz mais activa na organização lusófona e garantiu que estão reunidas as condições para uma boa cimeira.
    7 min
  • “Viajantes Solitários” de Joana Craveiro em Avignon
    Em Avignon, no Festival de Teatro, "Viajantes Solitários" de Joana Craveiro transformou-se em “Voyageurs Solitaires”, numa tradução de Marie-Amélie Robilliard. O espectáculo que em Portugal teve um camião como palco, no sul de França foi representado um excerto numa leitura encenada, seguida de discussão no âmbito do Forum Nouvelles Écritures Européenes. Confira aqui.
    9 min
  • Lionel Cecílio pelo 4° ano consecutivo em Avignon
    Pelo quarto ano consecutivo, Lionel Cecílio marca presença no festival de Teatro de Avignon. A sua peça, Voyage dans les Mémoires d'un Fou" ("Viagem às memórias de um louco" integra a programação, oficial do OFF. No Théâtre des Corps Saints, em Avignon, Lionel Cecílio, sozinho em palco, interpreta um jovem de 20 anos, diagnosticado com uma doença incurável, que decide escrever as suas memórias.
    7 min
  • Trump e as suas farpas no "Sun"
    Desde ontem o Presidente americano Donald Trump está no Reino Unido onde está a efectuar uma visita rica em declarações bombásticas. Em entrevista ao tablóide britânico "Sun" pertencente a Ruppert Murdoch, empresário de origem australiana que é também dono da Fox News tida como a estação televisiva que contribuiu para a sua vitória em 2016, Trump distribuiu as "boas" e as "más" avaliações.
    Ao criticar o "Soft Brexit" da Primeira-ministra britânica que prevê uma zona de comércio livre com a Uniao Europeia, um tratado que segundo ele poderia "provavelmente matar" a hipótese de um acordo de livre-comércio entre Washington e Londres, o Presidente americano disse que ele "explicou a Theresa May como deveria proceder mas ela não o escutou".
    Sobre o "hard-brexiter" Boris Johnson que se demitiu esta semana do posto de chefe da diplomacia britânica precisamente por não concordar com o tipo de brexit preconizado por May, o Presidente americano considerou que "ele daria um óptimo Primeiro-ministro". Quanto a Sadiq Khan, autarca de Londres de origem paquistanesa, Trump qualificou de "horrível" o trabalho que tem estado a fazer, responsabilizando-o nomeadamente pelos actos de terrorismo que flagelaram a capital britânica.
    Num sentido mais lato, Trump também não se esqueceu de reafirmar a sua posição anti-imigração considerando que "autorizar a imigração na Europa é uma vergonha" e que "autorizar milhões e milhões de pessoas a virem para a Europa é muito, muito triste" devido segundo ele ao "risco da Europa perder a sua cultura".
    Antes mesmo de chegar ao Reino Unido, milhares de opositores já se tinham preparado para lhe dar a conhecer o seu descontentamento por ele se encontrar em terras da sua Majestade. Com estas declarações, no microcosmo político, tanto os trabalhistas como várias vozes entre os conservadores não se coibiram em manifestar o seu desagrado.
    Mas como tem sido o seu hábito, o Presidente americano já veio qualificar de "fake news" a transcrição da entrevista que concedeu ao "Sun" e já em conferência de imprensa conjunta com a Primeira-ministra britânica desmentiu ter criticado Theresa May e declarou-se disponível para negociar um acordo comercial com o Reino Unido, a seguir à concretização do Brexit, sem se esquecer de louvar a “relação especial” entre o seu país e o Reino Unido.
    Ao dar conta do contexto em que esta visita tem decorrido, numa Grã-Bretanha dividida, Helder Macedo, professor universitário no King's Colledge de Londres, considera que as declarações de Trump podem reforçar o campo dos mais extremistas.
    8 min
  • Consenso em Moçambique suscita expectativas
    Após a sua reunião ontem na cidade da beira, o Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, e o líder interino da Renamo, Ossufo Momade, anunciaram novos avanços no processo de paz em Moçambique. Numa nota conjunta, ambas as partes referem ter "reafirmado o consenso anteriormente alcançado relativamente aos assuntos militares, no que se refere ao desarmamento, desmobilização e reintegração dos elementos armados da Renamo".
    Nesta comunicação, tanto a presidência como a Renamo referem igualmente que "foram definidos os princípios, processos, acções e o cronograma para o enquadramento dos militares oriundos da Renamo nas Forças Armadas e na Polícia da República de Moçambique", tendo desde já ficado estabelecido que "num prazo de dez dias, a liderança da Renamo deve apresentar a lista dos seus oficiais para ocuparem os cargos nos postos previamente acordados" e que simultaneamente, "o Governo e a Renamo devem designar o seu pessoal a integrar a Comissão de Assuntos Militares e os grupos técnicos conjuntos", a serem criados para tratar desta matéria e a prazo conduzir a um novo acordo de paz.
    Com estes avanços que estavam a condicionar também a aprovação da nova lei eleitoral e que por conseguinte estavam igualmente a hipotecar a realização das autárquicas na data prevista, a 10 de Outubro, fica agora novamente aberta a possibilidade de se progredir neste dossier. Depois de ter sido adiada uma vez a votação desse dispositivo a CNE considerou hoje que "Sendo aprovada a nova legislação, ainda é possível reprogramar todas as actividades" e que "tudo depende da rapidez com que a nova legislação autárquica for aprovada".
    Em entrevista com a RFI, Fernando Lima, jornalista e director do jornal moçambicano "Savana" comenta estes últimos desenvolvimentos.
    8 min

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De segunda a sexta-feira (ou, quando a actualidade o justifica, mesmo ao fim de semana), sob forma de entrevista, analisamos um dos temas em destaque na actualidade.

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