Vincent Lambert morreu nove dias depois de lhe terem sido desligadas as máquinas que o mantinham vivo.
O francês tetraplégico encontrava-se em estado vegetativo persistente desde um acidente de viação em 2008.
A morte de Lambert coloca um término a uma gigante batalha jurídica. De um lado a mulher e cinco irmãos que garantiam que Vincent Lambert preferia morrer a viver em estado vegetativo. Do outro, os pais que se opunham à ideia de deixar morrer o filho.
O direito de viver e morrer com dignidade, eutanásia, matar ou deixar morrer. O caso deste antigo enfermeiro, de 42 anos, dividiu a família e também a sociedade francesa.
Sobre o caso Vincent Lambert, a RFI ouviu Ana Sofia Carvalho do Instituto de Bioética da Universidade Católica Portuguesa.