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Você descansa ou se anestesia?
Todos nós vivemos numa sociedade hiperconectada e que sofre muita pressão por produtividade. As vezes a cobrança é tanta que até mesmo o nosso descanso precisa ser produtivo, acabamos sofrendo pressão por conhecer lugares novos, comidas diferentes, restaurantes especiais etc., tornando assim, o que seria um merecido descanso em mais uma tarefa na agenda. Por outro lado, associamos o descanso a ficar horas e horas maratonando uma série favorita diante de um aparelho eletrônico. Nesses momentos, na verdade, estamos ali nos anestesiando, evitando fazer aquilo que realmente já devíamos ter feito, as vezes um compromisso antigo ou uma conversa importante com alguém querido, por exemplo. No áudio de hoje, lhe convido a refletir sobre outro tipo de descanso, que passa por sermos coerentes, honestos, amorosos e principalmente conscientes, sem termos que nos anestesiar. Para que possamos encarar os problemas que tanto nos preocupam de forma fluída, sem acumulá-los, confiando na vida e em nossa capacidade de agir, vivendo cada momento na sua vez e podendo assim, descansar de verdade.
Como é para você a competitividade? Muitas vezes associamos a competitividade somente a algo negativo, como querer simplesmente destruir os oponentes. Provoco a reflexão para que você veja a competividade como um avanço, uma energia que nos estimula a dar um passo à mais. Ela é uma energia genuína, rica e consciente que te leva para um lugar de bastante vulnerabilidade quando você tem a coragem de competir consigo mesmo, reconhecendo a luz e a escuridão que traz consigo. No áudio de hoje, convido você a romper com a forma de pensar da comparação externa, de julgamento e até mesmo de sentir inveja quando vemos o outro bem. Falo também sobre como a coragem pode nos ajudar a dar um passo a mais em direção da vida que gostaríamos de ter.
Essa meditação vai te ajudar quando você se sentir em dúvida, com angústia, ansiedade, ou simplesmente se você quiser se comunicar com o seu coração. Hoje eu lhe convido a prestar atenção nele, à sentir sua presença, ele que está constantemente batendo, bombeando sangue, gerando energia e vibrando numa frequência específica. É a partir do coração, um orgão tão poderoso, generoso e gerador de energia que nos conectamos com as pessoas. É onde reside o nosso afeto. Separe um tempo para você, busque um local confortável e pratique esse exercício meditativo. Compartilhe com alguém que possa se beneficiar e lembre-se: meditar faz bem ao coração, fique à vontade para me contar como foi para você, vou adorar saber.
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Você é capaz de declarar o seu afeto por alguém? Existem barreiras tão profundas em nós quando falamos de afetividade que percebo como é desafiador declarar ou expressar a necessidade de afeto, seja em um relacionamento romântico ou familiar. A reciprocidade é interagir de forma harmônica e tem a ver com a nossa essência. É praticar a vulnerabilidade, por exemplo, ao declarar o que sente por outra pessoa e também abrir espaço para acolher o outro em sua manifestação. No áudio de hoje eu faço um convite para que você investigue o que pode estar lhe impedindo de ser autêntico, livre e fluído. Praticar a reciprocidade é estar aberto nas relações para expressar e receber afeto. É um caminho desafiador e transformador ao mesmo tempo pois nos permite curar feridas tão antigas e profundas. "A reciprocidade é tudo!"
Curta esse áudio e compartilhe com mais pessoas e me diz como esse áudio tocou você, vou adorar saber.
A tolerância é uma palavra cujo significado pode acabar escondendo um comportamento de arrogância, principalmente quando partimos do pressuposto de que somos superiores e que, por isso mesmo temos que 'tolerar' o outro. Nesses momentos, caímos na armadilha de acreditar que o nosso ponto de vista é o correto, que a nossa forma de ver a vida é melhor que a do outro. A consequência desse comportamento nas relações é que a convivência passa a ser algo carregado de raiva e até mesmo com agressão implícita. No áudio de hoje, você vai saber mais sobre a tolerância baseada no respeito e na compaixão. Vai reconhecer que cada pessoa é importante e que há muito valor na diferença, que existe sabedoria na palavra do outro mesmo quando temos visões de mundo opostas.
Você vive os dias e nem sente? Sabe aquela sensação de que o dia passou diante de nós sem que tenhamos percebido?
Pois é, muitos de nós vive uma vida tão acelerada, tão corrida, que se torna cada vez mais desafiador estar presente, habitar o próprio corpo. E o nosso corpo é a grande tecnologia da presença, por meio das sensações que ele nos traz, podemos ouvir a "sua voz" e estar conscientes. E quando estamos mais conscientes, a qualidade dos nossos relacionamentos também melhora. Então, separe um tempo para você, busque um local confortável e pratique esse exercício meditativo. Compartilhe com alguém que possa se beneficiar e fique à vontade para me contar como foi essa meditação para você, vou adorar saber.
Chegamos ao último episódio da série especial sobre os quatro compromissos. Hoje vamos falar do esforço! Ele conecta todos os outros compromissos, pois que adiantaria ser impecável com a palavra, não levar para o pessoal, não tirar conclusões, mas sem "dar o melhor de si" no que faz? Não se engane, esse compromisso não é fácil, pois é preciso coragem para ir contra o que normalmente somos ensinados desde cedo: "só fazer o necessário" , "deixar para depois", ou "só fazer quando nos pedem".
Já reparou que a maioria de nós vai para o trabalho já esperando pela recompensa? Ou seja, vamos trabalhar na segunda-feira já pensando na sexta! Isto acontece quando atuamos somente na base da recompensa , seja ela o dinheiro ou algum status social. As consequências de viver desse modo podem ser percebidas pelo comportamento de fuga, onde evitamos o trabalho, evitamos o esforço e com isso, acabamos paralisando. Em verdade, com esses hábitos, nunca colocamos em prática o potencial daquilo que a gente pode ser. Fazer a sua parte, "dar o seu cem por cento" é agir no agora, é estar presente na vida, expressando verdadeiramente quem você é, independente da recompensa.
Esse áudio vai lhe inspirar a dar o melhor de si no que faz e a tornar sua vida mais intensa. Compartilhe com alguém que goste e me conta o que achou, vou adorar saber.
Chegamos ao terceiro compromisso. Este aqui é o compromisso da prática da vulnerabilidade: não tire conclusões. Temos o hábito de tirar conclusões sobre diversas coisas, sobre o que as pessoas estão fazendo e pensando. As vezes, por vergonha ou por medo, não pedimos esclarecimentos sobre os assuntos, que acabam acumulando, e daí pra frente, agimos baseados nessas conclusões que acreditamos estarem certas, acreditamos que são verdadeiras. O exercício da vulnerabilidade é este, ter a coragem para fazer perguntas e não tirar conclusões. Acredito que este compromisso é a grande porta de saída para essa dinâmica de sofrimento, e toxicidade, do certo e errado das relações. Perguntar para saber é sempre melhor que tirar conclusões, pois pode nos revelar a verdade das coisas, que muitas vezes não enxergamos por estarmos tão entranhados nas teias das nossas próprias suposições. Este terceiro compromisso é a saída desse labirinto. Curta esse áudio, compartilhe para que mais pessoas possam se beneficiar e comente aqui sobre o que achou, vou adorar saber ❤.
Chegamos ao episódio dois da série especial sobre os quatro compromissos e eu lhe proponho reflexões desafiadoras:
você tem o costume de levar as coisas para o lado pessoal? Já refletiu se isso não é um hábito antigo que está aí com você?
Muitas vezes, em nossa presunção, achamos que tudo o que falam tem a ver com a gente, com isso absorvemos muitas toxicidades. Não são somente as críticas que tendemos a levar para o lado pessoal, mas também os elogios. E quanto mais levamos para o pessoal, mais nos tornamos uma presa fácil à manipulação e nos tornamos cada vez mais dependentes de aprovação. Com o tempo, passamos a buscar o culpado pelo que a gente sente, só que no outro. É aí que as relações se complicam ainda mais. Mas o que o outro diz, do elogio às objeções, só vai lhe atingir se você permitir. Esse áudio é um chamado para o cultivo da auto responsabilidade. Ele vai te ajudar a despertar a sua consciência, a reconhecer hábitos para que possa transformá-los e com isso, consiga se imunizar quanto ao veneno da toxidade das relações e possa cultivar relações mais felizes, com o coração aberto, sem abrir mão da própria essência.
Você sabia que as palavras têm poder?
As palavras carregam força, é por meio delas que expressamos nossas intenções, principalmente quando estão conectadas com o nosso sentir. Elas são a materialização dos nossos pensamentos e têm o poder para criar o nosso mais belo sonho ou então para destruir tudo ao nosso redor. As palavras podem machucar, ferir, aprisionar, mas também são capazes de curar feridas antigas e de reconciliar. Como você tem usado as suas palavras? por acaso, guardou algo no coração que ouviu há muito tempo? Das "inofensivas" mentirinhas do dia-dia, até as palavras que repetimos para nós mesmos, em nosso íntimo, convido você a refletir sobre como vem utilizando essa energia que brota dentro dentro de nós, que é tão poderosa e pode lhe ajudar a construir realidades mais felizes. Ah! Lembrando que este é o primeiro áudio de uma série especial de quatro episódios baseados no livro 'Os Quatro Compromissos', então vem comigo para ouvir os próximos, estão imperdíveis.
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