Coragem pra quê?

Coragem pra quê?

By Julia TourinhoEducationSelf-Improvement
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Coragem pra quê? episodes

  • #106 - Coragem para trilhar o Amor

    Você anda na trilha do amor ou do medo? 

    Inspirados na leitura do livro de Don Miguel Ruiz (O Domínio do Amor), vamos falar e aprender a reconhecer as faces do amor e as diversas manifestações do medo em nossos atos, em nossa rotina e em nossa educação. Por exemplo: Sabe aquela raiva, ou desejo de controlar o outro a partir de obrigações e regras? Elas são manifestações do medo, não do amor . Já o amor, é completamente responsável, gentil e incondicional, como diz Don Miguel. É importante refletir e ganhar consciência de nossos atos, muitas vezes aprendidos lá na infância, e saber que temos a opção de agir na trilha do amor.  Longe de ser algo fácil, agir com amor é uma prova de coragem e os primeiros passos nessa direção que podemos dar, passam por ganhar consciência sobre como escolhemos agir. Então, separe um tempo para você, coloque seu fone de ouvido e vem refletir comigo.


    16 min
  • #105 - Superando os venenos emocionais

    Seguindo a leitura sobre o livro 'O Domínio do amor', de Don Miguel Ruiz, hoje vamos falar sobre os nossos "venenos emocionais". Geralmente esses venenos são criados e fortalecidos pelo senso de injustiça. Feridos, normalmente focamos nossa atenção e a nossa energia em algo que nos machucou. E assim transferimos nossa energia para estes venenos que vão se espalhando em nossa educação, no trabalho e em nossas relações.  Nossas feridas podem vir do sistema de crenças que aprendemos ainda enquanto crianças, quando ainda não podíamos escolher em que acreditar. Com o passar do tempo desaprendemos que, na verdade, os sofrimentos são naturais e não punitivos. Eles são fontes de aprendizado. 

    14 min
  • #104 - Curando a ferida da injustiça

    No áudio de hoje, iremos refletir sobre 'A Perda da Inocência', uma reflexão tirada do livro 'O Domínio do amor', de Don Miguel Ruiz. Todos temos um campo emocional muito sensível, nascemos sintonizados com amor, simplesmente amando sem condicionamentos. Na infância, temos uma grande sensibilidade para sentir e perceber emoções, vamos aprendendo a nos defender de acordo com as nossas vivências. E para nos defender, aos poucos, vamos perdendo nossa inocência e vamos percebendo a vida com outro olhar, com o olhar do medo, da dor, da injustiça. Passamos a ter contato com a punição, com a justiça e injustiça, que podem nos marcar profundamente. O áudio de hoje é um convite para que você comece a identificar e a curar a ferida da injustiça na sua vida, para desbloquear a sua capacidade de sentir e manifestar alegria e amor.


    13 min
  • #103 - Coragem de ser visto

    Quando éramos crianças muitos de nós fomos educados a partir do mecanismo de castigo e recompensa. Dessa forma, para evitar a punição, mudamos nosso comportamento. Depois, com a repetição desse processo, passamos a agir esperando a validação dos outros. Acontece que essa forma de educar acaba criando verdadeiras chagas em nós e dificulta cada vez mais a manifestação de nossa essência: desde a busca natural por prazer, a manifestação espontânea do amor, a expressão de nossos gostos e o foco no presente,  com esse verdadeiro adestramento, realizamos a transição da essência e começamos a representar uma 'persona'. No áudio de hoje, quero trazer um pouco do livro 'O Domínio do amor', de Don Miguel Ruiz e baseado nele, lhe convido a refletir sobre quando a busca por aprovação começou a dirigir a sua vida, superando o seu próprio desejo de realizar.

    Lembre-se, Coragem é também aprender e basta um primeiro passo e já não estamos mais no mesmo lugar.

    14 min
  • #102 - Seja seu melhor

    No episódio vamos falar sobre como o nosso olhar impacta as nossas experiências. Muitas vezes, quando as coisas não acontecem como gostaríamos ficamos imersos nos problemas, de tal modo que começamos a acreditar que a vida é ruim, que as pessoas são más e que nada de bom acontece com a gente. Perdemos a capacidade de observar o lado positivo da vida. Nesse momento, eu gostaria que você prestasse atenção o quanto de transformação você teve em 2021. Busque observar ao que têm resistido para que volte a ouvir os chamados que a vida têm lhe apresentado. Que reflita sobre que tipo de crença você tem alimentado, que tipo de mídia está assistindo. Seja um filme, uma série, ou uma música, todas essas coisas também influenciam seu pensamento, moldam sua forma de pensar, de olhar para vida. Que reflita sobre o que você gostaria de doar para o mundo, o quê de melhor você pode servir aos outros neste novo ano que vai iniciar? O quê de bondade você pode trazer ao mundo? Isto é muito importante, pois vai lhe conectar com a energia da gratidão e vai lhe apresentar novos caminhos, novas possibilidades para que possa fluir novamente com a vida.


    13 min
  • #101 - Padrões repetitivos

    O trauma faz parte da vivência humana, porém nem todos se instalam em nós. Aqueles que se instalam vem de um lugar onde vivenciamos o desamparo, quando nos vemos ou nos sentimos sozinhos, privados de ajuda. A partir do desamparo, buscamos criar barreiras de proteção para não experimentarmos o trauma novamente. Dessa forma, começamos a repetir os comportamentos muitas vezes sem notá-los. Entenda que todas vezes que a gente perceber um padrão de resposta, algo bem repetitivo, existe aí uma um trauma instalado. Essa resposta padronizada é a perda da nossa capacidade de nos ajustarmos criativamente ao momento, de reagir no momento presente. 

    Nesse episódio eu compartilho com você os passos que você pode dar agora para começar a mudar a sua realidade e buscar uma rota de saída. 

    14 min
  • #100 - Você é independente?

    É muito comum ouvirmos que devemos ser independentes e que precisamos ser capazes de dar conta de tudo sozinhos. Acontece é que, essa independência se torna disfuncional quando, de forma irrefletida, não estabelecemos limites saudáveis e nos afastamos dos outros, não permitindo mais que as pessoas nos acessem, ou que nos acolham. Muitas vezes, a raiz desse comportamento de afastamento está em nossa infância, onde acreditamos que não poderíamos negar as coisas ou dizer 'não' sob o temor de perdermos afeto. Dessa forma, negamos ou dificultamos a conexão com os outros sob o argumento da independência, para não corrermos o risco da rejeição novamente. No áudio de hoje, lhe proponho uma reflexão, um convite para observar a qualidade de seus diálogos internos, aquilo que você diz para si mesmo, você é realmente independente?

    17 min
  • #99 - O que é autoestima?

    Muitos pais utilizaram a crítica como uma ferramenta para nos educar, um meio de nos adaptar à sociedade, aos limites e normas. Acontece que esse tipo de criação fez surgir em nós, enquanto crianças, uma percepção de que o nosso jeito de ser era errado. Muitas vezes, ainda na infância, essa percepção se soma ao temor de decepcionar os nossos pais. Então, com o medo de perder o amor de quem nos criou, nos tornamos inseguros e duvidamos de nossa essência, de nossa autenticidade e validade. O áudio de hoje é um convite para você romper com as amarras do passado e praticar o círculo virtuoso do pertencer. Você entenderá a importância de se permitir pertencer, de praticar a coragem de ser vulnerável e autêntico, sem deixar de cultivar a autoestima.

    15 min
  • #98 - Coragem e Medo

    O medo é um dos sentimentos mais poderosos que habitam as nossas vidas no dia-dia. É também dele que as pessoas mais costumam se queixar. A reflexão de hoje é para que você veja o seu medo por um ângulo diferente. Observe-o como um amigo, como seu aliado. Seja a ameaça de perder o emprego ou para manter uma relação, o medo nos impulsiona a agir como no ditado popular que diz: "a necessidade faz o sapo pular".  Até certa dose, o medo não é ruim, pois ele têm a função de nos preservar, de nos manter "no jogo", foi graças à ele, que a nossa espécie chegou até aqui. O problema ocorre quando ele está exagerado, pois além da conta, ele nos paralisa, ele interrompe o nosso caminhar e a nossa fluidez na vida. Neste episódio, lhe proponho um exercício para que você possa compreender o que o seu medo vem lhe dizer, para que saiba do que ele está tentando lhe proteger e possa então, compreender esse sentimento, fazer dele um aliado e avançar na direção dos seus objetivos.

    11 min
  • Coragem e aprendizagem

    Uma visão muito comum na educação das crianças é que a bravura e a coragem estão associadas somente aos meninos. Aos garotos é concedida a "permissão" para sentirem raiva e serem agressivos, porém todas as outras emoções são repreendidas. Dessa forma, nascem as imposições de que menino não pode sentir medo ou chorar, mas que devem ser desde pequeninos, 'homens frios' e 'fortes'. Ocorre que 'raiva' e 'agressividade' não significam coragem e que esse tipo de educação transforma meninos em adultos carrancudos, presos em estereótipos. Lidar com as próprias emoções fica cada vez mais complicado. Em contrapartida, as meninas são estimuladas a sentirem medo e também são "autorizadas" à chorar, à demonstrar tristeza, à não incomodar. Dessa forma, ao longo do tempo, o comportamento que é encorajado nas garotas para que resolvam seus dilemas é o da esquiva. No episódio de hoje lhe convido a identificar essas marcas na sua história, pois um importante passo para retomar a nossa essência é o de romper com esses antigos estereótipos, socialmente impostos. Para os homens, que manifestem a coragem de serem vulneráveis e digam "eu não sei" e para as mulheres, que tomem decisões, se posicionem, que falem aquilo que precisa ser dito, mas é evitado.

    17 min

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