Ser ateu, diferente do crente que aceita que alguém leia a bíblia e a interprete para ele e em muitos casos, até mesmo que pense por ele, é pensar por si. É defender o direito de as pessoas terem livre-arbítrio para pensar o que quiserem, diferente da filosofia bíblica que prega um livre-arbítrio que as proíbem. É ter autonomia para não permitir que digam o que devemos ou não fazer de nossas vidas. Pois há muito já quebramos os grilhões que nos prendiam ao nada e ao grande talvez, que nos levaria a lugar nenhum. É principalmente poder se unir para defender ideias, que com toda certeza não acabará criando uma religião ateia, mas que com certeza unirá genuínos devotos livres-pensadores em uma Legião Ecumênica. Mas se ler e aprender, são coisas que qualquer indivíduo, até mesmo os mais ignorantes podem fazer por seu próprio livre-arbítrio, por que quando se é católico, ler e aprender sobre o seu próprio livro, não? Será que no catolicismo é proibido ler? Diria um católico: Claro que não! Mas existem muitas maneiras de se interpretar a bíblia, mas não aceitamos qualquer tipo de interpretação, e bla, bla, bla, bla, bla! Tudo bem que não se deve aceitar qualquer tipo de interpretação da bíblia, mesmo que existam muitas maneiras de se interpretá-la e por ser difícil saber qual é a melhor. Até porque a Igreja Católica devido às sucessivas traduções alterou, suprimiu, mudou a história, escondeu citações, fatos e evidências, fazendo-se perder parte do seu conteúdo e sentido original, mas com certeza saiba que a pior para a igreja, é a literal, pois essa pode torná-lo ateu. Dr. WLC, eu até posso entender crentes afirmando que Deus deu o livre-arbítrio a todos, e outros alegando que tudo acontece conforme a Sua vontade, enquanto um deus onipotente que supostamente nos deu o livre-arbítrio de ser ateu, querer nos punir por isso, se foi Ele mesmo que nos deu o direito de esc(x)lha. Mas como entender o Espírito Santo, ao inspirar a bíblia, proibir a sua interpretação pessoal e o ex-papa João Paulo II, lamentar a falta de conhecimentos sobre a mesma, por ser ela pouco lida e estudada? Será que não está claro que o Espírito Santo, ao negar o direito de interpretar a bíblia individualmente, esteja negando um dos princípios (dogma) essenciais do cristianismo que é o livre-arbítrio?