Apesar dos percalços que marcaram o seu início, o congresso do partido maioritário da Guiné-Bissau, o PAIGC, decorreu, mas isso aconteceu num contexto em que a crise política parece estar a aprofundar-se: a nomeação de um Primeiro-Ministro cuja escolha não recolhe a aprovação do partido e a CEDEAO que ameaça aplicar mesmo sanções. Foi neste ambiente particular que Domingos Simões Pereira foi reconduzido na direcção do PAIGC, o recém-reeleito presidente do partido tendo abordado connosco os vários desafios que se apresentam para os próximos tempos.