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Durante a pandemia, muitos dos meus pacientes relataram um aumento no consumo de bebidas energéticas.
Tidas como normais, estimulantes e seguras, essas bebidas causam dependência e consequências sérias para o nosso corpo. Um recente estudo na Austrália jogou uma luz sobre os efeitos do uso crônico dos energéticos e os resultados são alarmantes!
Mais uma vez, acho importante reforçar que não acredito no banimento ou proibição desses produtos, ou de quaisquer outros que eu já tenha falado aqui. Meu objetivo ao trazer essas informações é justamente para que as pessoas tomem consciência de seus hábitos de consumo e dos problemas ligados à ele.
A moderação é sempre a melhor resposta.
Espero que gostem do vídeo e até o próximo!
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Produzido orgulhosamente pela @diadoarauto
Edição e captação: Alexandre Faria
Conteúdo: José Belizário
Todo o conteúdo desse canal é de caráter meramente informativo, e não deve ser utilizado de maneira alguma para auto-diagnósticos.
Se você desconfia que possui qualquer necessidade de auxílio psicológico ou psiquiátrico, procure um profissional qualificado.
Saúde mental é coisa séria!
Gostaria de falar hoje sobre um problema que vem se inserindo entre nossos jovens de maneira discreta e ilusória: os cigarros eletrônicos de nicotina e de maconha.
Muitos usuários se apegam à ideia de menores danos à saúde ou um vício mais controlado ao começarem a usar os cigarros eletrônicos. Mas ambas ideias são FALSAS e perigosas.
Problemas pulmonares graves, agudos e crônicos são consequências diretas desse consumo. A facilidade para comprar e usar são responsáveis diretos pelo aumento do uso de cigarros eletrônicos e vapers, e o eVa é uma substancia extremamente tóxica para o nosso organismo.
Meu alerta é para incentivar a discussão e as buscas pelas informações. Em breve colocarei o link da pesquisa aqui na descrição. Muito obrigado à todos e até o próximo!
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Produzido orgulhosamente pela @diadoarauto
Edição e captação: Alexandre Faria
Conteúdo: José Belizário
Todo o conteúdo desse canal é de caráter meramente informativo, e não deve ser utilizado de maneira alguma para auto-diagnósticos. Se você desconfia que possui qualquer necessidade de auxílio psicológico ou psiquiátrico, procure um profissional qualificado.
Saúde mental é coisa séria!
Boa tarde gente!
Estamos de volta com mais um vídeo durante esse período turbulento da pandemia.
Hoje, vou falar de uma das especialidades da minha carreira, que é o desenvolvimento de recem-nascidos, bebês e crianças. Em especial, vamos falar sobre as consequências da pandemia pra eles e, claro, para as mães.
Há alguns anos, eu tenho percebido um aumento do quadro depressivo em mães no período pós-parto. Nesse vídeo quero alertar sobre algumas ações envolvendo mídia digital que podem estar aprofundando os casos dessas mães e trazendo mais problemas para os bebês.
Esperamos voltar ao ritmo do canal o mais breve possível, mas quero agradecer à todo mundo que mandou mensagens e comentários, pedindo pra gente voltar com mais vídeos.
Assim que possível, voltaremos ao normal 😉
Muito obrigado e até o próximo vídeo!
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Produzido orgulhosamente pela @diadoarauto Edição e captação: Alexandre Faria
Conteúdo: José Belizário
Todo o conteúdo desse canal é de caráter meramente informativo, e não deve ser utilizado de maneira alguma para auto-diagnósticos. Se você desconfia que possui qualquer necessidade de auxílio psicológico ou psiquiátrico, procure um profissional qualificado.
Saúde mental é coisa séria!
Olá gente!
Estamos de volta depois de um tempo sem vídeos por causa das dificuldades da pandemia. Mas hoje resolvi falar sobre um tema urgente, e de máxima importância nesse momento: A volta das aulas presenciais.
É um tema que eu discuto com muita delicadeza dentro do consultório, pois cada família tem uma relação própria com a escola e a educação dos filhos. Mas como psiquiatra infantil, acho importante dar um parecer mais objetivo para essa polêmica questão.
Espero que gostem do vídeo, e em breve voltaremos com mais regularidade. Abraço a todos e se cuidem!
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Produzido orgulhosamente pela @diadoarauto
Edição e captação: Alexandre Faria
Conteúdo: José Belizário
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Saúde mental é coisa séria!
Durante o isolamento social que nos aflige nos últimos meses, é comum que jovens e adolescentes tenham encontrado formas de entretenimento que permitam que eles se divirtam em casa e possam estar em contato com os amigos.
Porém, a quantidade jogada e as condições diárias que muitos jovens se propõem para jogar (sono atrasado, dieta empobrecida e isolamento social) começam a caracterizar um vício crônico em games. As consequências podem ir desde a fadiga e a irritabilidade até as antigas lesões de bancários, registrados em uma época bem mais analógica.
Crianças de 8 a 30 anos estão suscetíveis aos mecanismos de marketing e desenvolvimento cognitivo que estão embutidas nos desafios e recompensas dos games.
Jovens, não tenham medo desse vídeo!
Independente das escolhas que você faça na vida, é importante ter consciência das possibilidades de dano que você já está correndo. Como eu já disse algumas vezes, meu objetivo com esses vídeos não é magicamente convencer ninguém a largar um vício. Meu objetivo é realmente fornecer as informações que tenho para que você possa tomar decisões de vida mais informadas e saudáveis.
Espero que gostem dos vídeos, e fiquem a vontade para mandar comentários (até se não gostarem hahaha) Abraço para todos, se cuidem e até o próximo vídeo!
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Produzido orgulhosamente pela @diadoarauto
Edição e captação: Alexandre Faria
Conteúdo: José Belizário
Todo o conteúdo desse canal é de caráter meramente informativo, e não deve ser utilizado de maneira alguma para auto-diagnósticos. Se você desconfia que possui qualquer necessidade de auxílio psicológico ou psiquiátrico, procure um profissional qualificado.
Saúde mental é coisa séria!
Nesse período de quarentena, temos conversado bastante sobre como manter a saúde mental num momento tão difícil e desgastante. Com o tempo, nos últimos meses, muitos do trabalhos se adaptaram a essa realidade, e as pessoas tem trabalhado de casa sempre que é possível.
Enquanto essa é uma medida que ajuda a salvar vidas, impedir a superlotação dos hospitais e evitar a disseminação do Covid, ela também pode despertar problemas relacionados à dificuldade de "parar de trabalhar" ou de separar descanso e trabalho, já que os dois são feitos no mesmo ambiente.
Nesse vídeo, quero falar sobre algumas práticas que acredito, e que podem ajudar vocês a evitar a exaustão de trabalho em casa (o famoso "Burnout") e, pior, ainda impede que a pessoa saia dessa mentalidade por estar "morando no trabalho".
Espero que gostem do vídeo e que ele possa melhorar a qualidade de vida de todos nós que estamos trabalhando e tentando manter os nossos projetos em andamento, mesmo diante de todas as dificuldades impostas para vencermos essa pandemia.
Cuidem-se e fiquem em casa. A vacina já está aqui e agora é só uma questão de tempo.
Abraço e até o próximo vídeo!
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Produzido orgulhosamente pela @diadoarauto
Edição e captação: Alexandre Faria
Conteúdo: José Belizário
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Saúde mental é coisa séria!
Estamos de volta!
Resolvi começar esse ano de 2021 com um tema polêmico, especialmente entre médicos e psiquiatras.
O uso da Cannabis, como de qualquer substância psicotrópica, causa consequências ao corpo e ao cérebro humano. Mas a forma com que a sociedade brasileira lida com o uso recreacional da maconha causa mais dano do que poupa.
Quero convidar todos a essa reflexão, que vai muito além das consequências biológicas do uso dessa substancia.
Não existe uma solução fácil para os problemas causados pela guerra às drogas, mas isso cria uma urgência ainda maior de mantermos essa discussão no cenário político e pensarmos em uma forma de mudar a imagem sobre a Cannabis e o perfil dos usuários que estão sob maiores riscos de uso ostensivo e precoce, portanto, danoso à nível cognitivo e social.
Como médico, sempre sugiro a meus pacientes: não use maconha ou use o mínimo "possível". Mas politicamente, acredito que temos todas as evidências para concluir que a proibição da maconha causa mais dano que a substância em si.
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Produzido orgulhosamente pela @diadoarauto
Edição e captação: Alexandre Faria
Conteúdo: José Belizário
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Saúde mental é coisa séria!
Todos nós temos uma relação pessoal, geralmente carinhosa, com a natureza. Seja na nossa experiência de vida, às vezes com uma fazenda ou sítio na infância, ou às vezes com uma saudável prática de viajar "para o campo" de vez em quando.
Um estudo recente fez uma meta-análise de estudos anteriores, comparando as consequências do "green time" (tempo verde, ou seja, tempo gasto na natureza) com o "screen time" (tempo de tela, ou seja, tempo exposto a mídia digital).
As conclusões corroboram com muito do que já foi dito aqui no canal, sobre os danos causados pela mídia digital à saúde mental, especialmente nas pessoas mais jovens.
Outro estudo analisa o efeito do isolamento em crianças diagnosticadas com TDAH durante a pandemia na França. E surpreendentemente, a falta da pressão escolar compensou o dano do isolamento em casa, mas apenas quando a criança tinha acesso a um espaço verde como um quintal ou jardim.
Entre outros exemplos, o estudo conclui que a proximidade do ser humano com a natureza é FUNDAMENTAL para a saúde mental. Espero que esse vídeo ajuste a ilustrar a importância dessa relação, e algumas pequenas soluções que podem contribuir para revertermos esse distanciamento em relação à natureza, que é tão comum no desenvolver das nossas cidades pouco planejadas.
Um abraço para vocês, e até o próximo vídeo!
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Produzido orgulhosamente pela @diadoarauto
Edição e captação: Alexandre Faria
Conteúdo: José Belizário
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O vídeo de hoje foi inspirado pelos comentários de vocês. Vou falar a minha visão sobre o documentário "O Dilema das Redes" que recentemente saiu na plataforma paga Netflix.
Pessoalmente, não gosto muito de indicar conteúdos que impliquem em uma assinatura de um sistema de streaming, mas como esse assunto vai de encontro ao meu conteúdo, vou abrir essa exceção.
Quero mostrar que o filme, apesar de fazer alertas coerentes e importantes, ele tem um "lado negativo" que não fica tão em evidência quanto poderia, na minha opinião.
Além da superficialidade, o documentário apresenta uma visão de mundo que implica o fato do nosso celular ser uma extensão dos nossos corpos e hábitos. Isso não é necessário, não é saudável e ignora a principal ferramenta que pode nos ajudar a ter uma relação positiva com essas tecnologias: nosso sistema biológico.
Dito isso, quero deixar claro que o documentário é uma boa porta de entrada para esse assunto. Se você se interessa, humildemente recomendo que, dê uma olhada nesses vídeos do meu canal:
https://www.youtube.com/watch?v=EeJMJvfGDyo
https://www.youtube.com/watch?v=R6vYXxwbql8
https://www.youtube.com/watch?v=yJhyT87XT6E
Repito o alerta que faço no vídeo:
NÃO ESPERE QUE A SOLUÇÃO VENHA DAS EMPRESAS QUE FATURAM ALTO COM SEUS VÍCIOS DIGITAIS
Reportagem sobre Bilionários criando uma estrutura para caso o fim do mundo aconteça em breve: https://www.theguardian.com/news/2018/feb/15/why-silicon-valley-billionaires-are-prepping-for-the-apocalypse-in-new-zealand
Muito obrigado e até o próximo vídeo!
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Produzido orgulhosamente pela @diadoarauto
Edição e captação: Alexandre Faria
Conteúdo: José Belizário
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Saúde mental é coisa séria! .
Quando pensamos em alguém passando por um problema crônico de alcoolismo, qual a imagem que vem a mente? Muitos diriam que a imagem mais comum do alcoólatra brasileiro é alguém como o personagem "Mendonça", interpretado pelo maravilhoso Tonico Pereira. Um homem velho, gordo, com olhos fundos e fala arrastada. Mas a realidade pode ser bem diferente da ficção.
Na nossa cultura, o consumo de álcool é associado ao prazer e à sociabilidade do brasileiro. Porém, essa naturalização desse "hábito" dá espaço ao um nível contínuo de alcoolismo no Brasil. E durante o isolamento, é necessário dar o dobro de atenção ao consumo de cerveja, gin e outras bebidas.
Os jovens são as maiores vítimas dessa doença, que se disfarça atrás de diminutivos como "cervejinha" e "ginzinho". O alcoól dispara todo o arsenal de neurotransmissores do nosso cérebro. Mas, passado o prazer, vem a ressaca. O corpo perde temporariamente a capacidade de fornecer esses neurotransmissores, e a "falta de alegria" desse momento pode incentivar a pessoa a beber novamente. Viu como o ciclo começa?
Especialmente nesse momento em que estamos mais sozinhos e mais tristes, as possibilidades de cairmos nesses ciclos viciosos aumentam.
Então fique atento, leve o álcool à sério e FIQUE EM CASA! (Se puder, naturalmente).
Espero que eu tenha conseguido chamar a atenção para esse problema que muitas vezes passa despercebido. Cuidar do outro é mais importante que nunca, e ficar atento pode salvar vidas! Abraço do doutor!
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Produzido orgulhosamente pela @diadoarauto
Edição e captação: Alexandre Faria
Conteúdo: José Belizário
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