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No meu segundo vídeo em quarentena, quero falar sobre um outro problema que tenho percebido como uma verdadeira epidemia que enfrentamos nessa crise. Não é o Corona, são as fake news. Depois de uma eleição extremamente afetada pelo disparo de correntes e notícias falsas, estamos vendo um aumento repentino na quantidade de informações enganosas e pobres que chegam até as pessoas, especialmente "naquele" grupo de WhatsApp. Essa epidemia também faz mal, também mata e também está em alta. Nós como brasileiros ainda somos, como provado recentemente, mais emocionalmente afetados pelas notícias que lemos, especialmente as tristes e/ou revoltantes. Público perfeito para disseminar as fake news. Espero que esse vídeo ajude um pouco quem está isolado, com o olho grudado no celular. Estamos todos unidos para enfrentar esse problema do Corona. Com sorte, nos uniremos para outros problemas da nossa sociedade, quando a quarentena passar. Abraço a todos, e até o próximo vídeo! https://bit.ly/Bad-News_DrBelizario--
Produzido orgulhosamente pela @diadoarauto Edição e captação: Alexandre Faria Conteúdo: José Belizário Todo o conteúdo desse canal é de caráter meramente informativo, e não deve ser utilizado de maneira alguma para auto-diagnósticos. Se você desconfia que possui qualquer necessidade de auxílio psicológico ou psiquiátrico, procure um profissional qualificado. Saúde mental é coisa séria! Vídeo gravado em 2020 Belo Horizonte, Brasil.
Certamente esse período de isolamento devido ao Covid-19 é um momento muito diferente na vida de todos nós. Temos que nos preparar, e levar essa pandemia a sério. Cuidar da saúde mental é ainda mais importante nesse período. O brasileiro é conhecido pela sua solidariedade e criatividade. Essa é a hora de usar desses dois atributos para garantir que nossa sociedade possa passar por isso "da melhor maneira possível". Tente relaxar, investir tempo em você, cuidar do sono e do corpo, e manter uma rotina. Não somos os primeiros humano a passar por uma quarentena dessa, mas somos os primeiros a passar por uma na era da informação. Então cuidado com a parte "alarmista" da rede. Mas, claro, essa é a hora de usar a internet para conectar com os amigos, aplacar a solidão e manter a nossa rede de contatos com os outros. Espero que gostem das dicas! Vou tentar ficar atento a qualquer novidade, para passar para vocês. Fiquem a vontade para compartilhar o vídeo com a vovó ou com o amigo que, igual alguns políticos aí, ainda não entenderam a seriedade da situação, ou não sabem o que fazer. Abraço e se cuidem! -- Produzido orgulhosamente pela @diadoarauto Edição e captação: Alexandre Faria Conteúdo: José Belizário Todo o conteúdo desse canal é de caráter meramente informativo, e não deve ser utilizado de maneira alguma para auto-diagnósticos. Se você desconfia que possui qualquer necessidade de auxílio psicológico ou psiquiátrico, procure um profissional qualificado. Saúde mental é coisa séria! Vídeo gravado em Março de 2020 Belo Horizonte, Brasil.
As mídias digitais, em especial as redes sociais, tem um potencial de desenvolver um comportamento de vício em quem usa. Mas cada rede social tem uma dinâmica de uso e um público diferente. Hoje quero falar de algumas características específicas do Twitter que, segundo estudos, tendem a criar ou aprofundar os sintomas de depressão dos usuários dessa rede. Um desses mecanismos, o "retweet", é diretamente responsável por uma resposta cerebral no autor do tweet que se assemelha ao efeito da cocaína. A sensação de estar sendo ouvido, causada pelos compartilhamentos, independe da rejeição ou aceitação do conteúdo. No momento em que essas pessoas, na busca por atenção, sentem os efeitos químicos daquela aparente disseminação de suas ideias, e insistem em comportamentos abomináveis e ataques pessoais que jamais seriam validados "no mundo real". Isso pode até nos ajudar a explicar o comportamento de figuras públicas que, muitas vezes, agem nessa rede de uma maneira muito diferente do que agiriam em qualquer veículo de mídia "tradicional". Espero que gostem do vídeo e dessa discussão em torno das redes sociais que estamos fazendo. Quero em breve fazer um vídeo sobre o Instagram, e adoraria ouvir de vocês se tiverem alguma dúvida. Só colocar aí nos comentários. Muito obrigado à todo mundo, e até o próximo vídeo! -- Produzido orgulhosamente pela @diadoarauto Edição e captação: Alexandre Faria Conteúdo: José Belizário Todo o conteúdo desse canal é de caráter meramente informativo, e não deve ser utilizado de maneira alguma para auto-diagnósticos. Se você desconfia que possui qualquer necessidade de auxílio psicológico ou psiquiátrico, procure um profissional qualificado. Saúde mental é coisa séria! Vídeo gravado em 2020 Belo Horizonte, Brasil.
Hoje eu quero convidar vocês para um novo modelo de vídeo que quero fazer aqui no canal de vez em quando. Será sobre filmes que, na minha opinião, contribuem para as discussões aqui do canal "como um todo" O primeiro filme que vou falar é, orgulhosamente, uma produção nacional. Se você ainda não conhece, assista o mais rápido possível. O nome dessa obra é "Bacurau", do diretor Kleber Mendonça Filho. Bacurau, disfarçada de cidade, é na verdade um quilombo. No sentido da palavra, que quer dizer lugar de resistência. Em meio a cenários plenamente brasileiros, o filme oferece inúmeras metáforas e até mesmo dicas práticas, de como resistir aos avanços desse mundo virtual que está causando mal aos consumidores de mídias digitais e praticantes de muitos hábitos modernos que já naturalizamos a muito tempo. Vou passar por algumas cenas específicas, mas quero convidá-los a participar dessa discussão. Esse vídeo ficou um pouco maior, e sinto que ainda poderia ter acrescentado tantas coisas. Esse é o peso dessa obra singular do nosso cinema contemporâneo, e das mensagens que ela carrega. Espero que gostem do vídeo, e fiquem a vontade para sugerir outras obras que vocês acham que vão contribuir para o nosso conteúdo. Muito obrigado pelo tempo de todos, e até o próximo vídeo. -- Bacurau, o filme mais carregado de mensagens dos últimos tempos Produzido orgulhosamente pela @diadoarauto Edição e captação: Alexandre Faria Conteúdo: José Belizário Todo o conteúdo desse canal é de caráter meramente informativo, e não deve ser utilizado de maneira alguma para auto-diagnósticos. Se você desconfia que possui qualquer necessidade de auxílio psicológico ou psiquiátrico, procure um profissional qualificado. Saúde mental é coisa séria! Vídeo gravado em 2020 Belo Horizonte, Brasil.
Hoje é dia de falar sobre o aplicativo que muita gente considera o mais importante (e inocente) do próprio Smartphone. Hoje é dia de falar de WhatsApp. Eu mesmo já caí na armadilha do grupo de WhatsApp. Parece tão positivo poder reencontrar os colegas de secundário (quer dizer ensino médio, crianças). Mas rapidamente eu percebi que aquilo estava tomando da minha atenção, e da minha energia, muito mais do que fazia bem para o meu dia. A sensação de pertencimento àquele grupo pode causar sentimentos de isolamento, tristeza, angústia e até mesmo engatilhar um vício de olhar com apreensão, toda manhã e toda noite, as mensagens para você ou sobre você. Mas isso acontece porque buscamos lá coisas que só encontramos na linguagem HUMANA. A LINGUAGEM DE WHATSAPP NÃO É UMA LINGUAGEM HUMANA! Desculpa a falta de educação, em colocar uma frase em caps lock no meio da descrição. Mas acho que essa pode ser uma das lições mais importantes do canal. Não é à toa que tantos problemas de comunicação acontecem nas relações baseadas em comunicação pelo Whats. Emoji não serve. Áudio não serve. Figurinha não serve. Apenas a linguagem humana, ao vivo, acompanhada de tom, expressão e etc, é realmente capaz de condensar nossa capacidade plena de comunicação. No vídeo ainda falou sobre fake news, e sobre o efeito desses grupos sobre crianças. A relação entre mães e filhos está sendo afetada diretamente. Essa descrição já ficou grande, mas antes de agradecer vocês, especialmente os que estão lendo isso também, eu quero reforçar uma coisa: Não estou provocando, nem tentando "problematizar tudo", abordando esse hábitos corriqueiros. Ninguém tem a obrigação de ter uma saúde mental "perfeita". Isso nem mesmo existe! Mas eu e minha equipe acreditamos sinceramente que, independente do que fazemos com nossa vida, temos que ter o máximo de informações para entender as consequências dos nossos atos. Não tenho a intenção de "proibir" ou te estimular a se proibir qualquer uso dessas mídias digitais. Cada um é dono de si. Mas tenho sim a intenção de ajudar a todos que buscam informações sobre esses hábitos. A sociedade ainda luta para entender as consequências deles, e nós temos que estar sempre atentos. Agora sim, muito obrigado a todos pela atenção. Obrigado a todos que estão se inscrevendo, e fiquem a vontade para compartilhar esse, ou qualquer um dos nossos vídeos. Vocês estarão ajudando, diretamente, esse canal a continuar existindo, e sendo relevante. Abraço à todos, e até o próximo vídeo! -- O seu grupo de WhatsApp está te deixando doido. Não é brincadeira.
Produzido orgulhosamente pela @diadoarauto Edição e captação: Alexandre Faria Conteúdo: José Belizário Todo o conteúdo desse canal é de caráter meramente informativo, e não deve ser utilizado de maneira alguma para auto-diagnósticos. Se você desconfia que possui qualquer necessidade de auxílio psicológico ou psiquiátrico, procure um profissional qualificado. Saúde mental é coisa séria! Vídeo gravado em 2020 Belo Horizonte, Brasil.
Sua série favorita e dependências tem algo em comum... E é pior do que você imagina! O formato das séries de TV americanos chegaram ao Brasil e foram tratados com grande normalidade. Claro, num país com a cultura tão ligada às novelas "da globo", assistir um episódio ou dois no horário que quiser parecia apenas um ganho de conveniência. Mas, como quero mostrar nesse vídeo, os mecanismos de vício em séries estão fora de controle. Nossa sociedade acabou naturalizando atos extremamente danosos como a implacável maratona de uma temporada inteira. Chegamos até ao ponto de excluir, muitas vezes, as pessoas que não conhecem ou não gostam da série favorita do momento. Como na maioria da vezes, as maiores vítimas são os adolescentes, que sem saber, acabam moldando parte de sua visão de mundo a partir de personagens e histórias fictícias, fruto de um trabalho de imensas empresas de mídia que, na melhor das hipóteses, não levam a saúde mental e psicológica de seu público como prioridade. Quero fazer esse alerta para que tomemos consciência da consequência de nossos atos. Todos (adultos) somos livres para fazer o que bem entendermos, mas não adianta viver em uma fantasia onde algo comparável à cocaína está presente na rotina de uma pessoa, e ela não sofrerá consequências negativas disso. Espero que gostem do vídeo e do conteúdo. Muito obrigado pelo apoio e por todos aqueles que estão divulgando. Se tiverem dúvidas, mandem aqui nos comentários! Artigos Científicos: http://bit.ly/Sua-Serie-Favorita
-- Produzido orgulhosamente pela @diadoarauto Edição e captação: Alexandre Faria Conteúdo: José Belizário Todo o conteúdo desse canal é de caráter meramente informativo, e não deve ser utilizado de maneira alguma para auto-diagnósticos. Se você desconfia que possui qualquer necessidade de auxílio psicológico ou psiquiátrico, procure um profissional qualificado. Saúde mental é coisa séria! Vídeo gravado em 2020 Belo Horizonte, Brasil.
Tá achando que "todo mundo tem TDAH"? Não caia nos mitos sobre o déficit de atenção! Provavelmente um dos problemas que mais chegam para mim em meu consultório, o famoso TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) é alvo de muita asneira, especialmente por parte de pais e especialistas que ainda estão presos em 1930. Essa síndrome é fonte de sofrimento real para muitas pessoas, principalmente jovens, mas também adultos e pessoas mais velhas. Muitas vezes, essas fugiram a vida inteira de um diagnóstico e dos remédios correspondentes, não por "aguentar" as constantes falhas de fluxo e perseverança, mas por terem um ideia estereotipada e preconceituosa sobre o que isso quer dizer, e sobre os remédios que miram o TDAH. O mundo está mudando rapidamente, e dizer que temos plena noção das consequências dos nossos novos hábitos digitais, especialmente no âmbito do desenvolvimento infantil, é apenas se esconder de uma verdade bem pouco agradável: A de que nossa sociedade está viciada, culturalmente, em mídias digitais utilizadas de jeitos danosos e que prejudicam nossa experiencia de vida. Mais uma vez, a "responsável" não é a tecnologia em si, obviamente. Nenhum celular ou game te obriga a usá-lo, e o uso em níveis moderados pode trazer relaxamento e diversão. Mas o uso crônico e desmedido, ao que tudo indica, pode nos tirar de nosso ritmo biológico, levando a constantes conflitos mentais, sinais de depressão intensos, pensamentos de "não quero acordar amanhã" e um cansaço químico que muitos estamos afundando sem perceber e sem saber como resolver. Atendendo há alguns recentes pedidos, estou preparando alguns dos próximos vídeos sobre maneiras de reverter, ou pelo menos interromper o crescente vício em mídias digitais. Mas já vou avisando, em uma sociedade viciada em telas, mudar de vida significa romper com coisas que muita gente acha normal, como ver 10 séries diferentes ou virar a noite jogando com os amigos. Ninguém tem a obrigação de se forçar a sofrer em nome de uma suposta "boa saúde mental". Mas como seres humanos modernos, acredito que é muito importante tomarmos nossas decisões de vida com o máximo de informações reais e imparciais possíveis. Espero que gostem do tema e do vídeo, tanto quanto eu gostei de gravar para vocês. Estamos preparando muitas novidades para 2020 e quero convidar todo mundo novamente para compartilhar o vídeo e se juntar a nossa conversa, fazendo perguntas nos comentários. Muito obrigado, feliz natal e um ótimo ano novo para todos! -- Produzido orgulhosamente pela @diadoarauto Edição e captação: Alexandre Faria Conteúdo: José Belizário Todo o conteúdo desse canal é de caráter meramente informativo, e não deve ser utilizado de maneira alguma para auto-diagnósticos. Se você desconfia que possui qualquer necessidade de auxílio psicológico ou psiquiátrico, procure um profissional qualificado. Saúde mental é coisa séria! Vídeo gravado em 2019 Belo Horizonte, Brasil.
A estranha verdade de porque as pessoas "se cortam" No vídeo de hoje eu quero falar sobre um tema especialmente tabu nas famílias e nas escolas: A "Auto-lesão". São comportamentos auto-destrutivos que muitas vezes machucam, sangram e até marcam a vida da pessoa (geralmente jovem) por anos. Primeiro, vamos desmistificar o que as pessoas acham que o maior motivo dos cortes. Não explicações simplistas como "chamar a atenção". Naturalmente, as mídias digitais, e o uso ostensivo delas está diretamente relacionado à esses comportamentos. É uma ação impulsiva decorrente não só do uso das telas, mas do "estilo de vida" sedentário e notívago que muitos de nós temos no século XXI. O que talvez seja a maior diferença da pessoa que pratica a auto mutilação, é a dificuldade de expressar, ou comunicar, seus sentimentos para outros e para si. E a sensação de "paz" momentânea que essas pessoas sentem no momento do auto-lesão. Espero que o vídeo ajude a compreensão de pais e jovens que estão próximos a esse tipo de comportamento. Existem formas de ajuda para esse tipo de ato, através de mudanças de hábitos. Se a dificuldade é grande, o caminho é terapia e acompanhamento psiquiátrico de qualidade. É importante entendermos a realidade química dos nossos atos, para podermos ajudar de maneira realista e desprendida de julgamento. Espero que gostem do vídeo e, como sempre, fiquem mais do que a vontade para comentar, compartilhar e participar da nossa conversa. Muito obrigado, e até o próximo vídeo! __ Produzido orgulhosamente pela @diadoarauto Edição e captação: Alexandre Faria Conteúdo: José Belizário Todo o conteúdo desse canal é de caráter meramente informativo, e não deve ser utilizado de maneira alguma para auto-diagnósticos. Se você desconfia que possui qualquer necessidade de auxílio psicológico ou psiquiátrico, procure um profissional qualificado. Saúde mental é coisa séria! Vídeo gravado em 2019 Belo Horizonte, Brasil.
Porque seus pais nunca vão "te entender" Uma das frases que eu mais escuto dos meus jovens pacientes são variações de "Meu pai reclama mas ele não sabe nem abrir o e-mail". E muitas vezes o pai ou a mãe realmente não tem ideia do que é aquele hábito ou prática que a pessoa jovem dedica dezenas de horas toda semana. Nesse vídeo, quero falar um pouco sobre as diferenças dos processos de aprendizado (ou "literacy") que pais e filhos viveram nessa era digital (cada um em sua época). O processo de aprendizado "digital", que as vezes parece já nascer com os jovens de hoje em dia, possui algumas semelhanças mas muitas diferenças do processo de aprendizado "analógico" que a maioria dos pais viveu na própria infância. Quero explicar como essa diferença dificulta muito a real compreensão do momento do jovem. E, mais uma vez, vou alertar para a "parte ruim" desse aprendizado digital, que atrapalha e as vezes chega a impedir o desenvolvimento emocional da pessoa jovem que abusa das mídias digitais. Claro que também existe a parte boa. Quem não tem nenhum domínio sobre tecnologia está ferrado no mercado de trabalho e até na própria educação. Mas é importante estabelecer limites, como em tudo na vida. As armadilhas cerebrais presentes nessas mídias digitais deixam muito mais difícil percebermos que estamos vendo "séries demais" ou enfiando a cara no Instagram "demais". Mas a única chance de reganharmos controle sobre nossos próprios sistemas neurais, sem abrir mão de algumas das tecnologias mais incríveis que o ser humano já criou, é através da INFORMAÇÃO. Por isso, se você gostou desse vídeo, peço que compartilhe com amigos e familiares. Faça perguntas e pesquise mais sobre o assunto. Nós podemos, juntos, reverter os males já corriqueiros das mídias digitais. Muito obrigado pelo seu tempo, e até o próximo vídeo! -- Produzido orgulhosamente pela @diadoarauto Edição e captação: Alexandre Faria Conteúdo: José Belizário Todo o conteúdo desse canal é de caráter meramente informativo, e não deve ser utilizado de maneira alguma para auto-diagnósticos. Se você desconfia que possui qualquer necessidade de auxílio psicológico ou psiquiátrico, procure um profissional qualificado. Saúde mental é coisa séria! Vídeo gravado em 2019 Belo Horizonte, Brasil.
Não consegue fazer exercícios? Desligue o celular e entenda! Todos os dias, surgem novas evidencias da relação entre nossa atenção, nossas hábitos "tecnológicos" e a nossa saúde física e mental. Hoje eu quero explicar um pouco mais sobre como a nossa relação de "dependência" pelo Smartphone, marcada pelos famigerados apitos de notificação, podem estar diretamente ligado a dificuldade de manter novos hábitos e enfrentar os processos de mudança de médio e longo prazo. Desligue o sininho, deixe o celular no mudo, e comece a reconquistar o seu fluxo de atenção. Toda tecnologia pode ser útil e proveitosa, se for bem aproveitado e soubermos como respeitar nossa natureza, ao mesmo tempo que aproveitamos dos avanços da ciência e da tecnologia. Não temos que proibir ou evitar totalmente os hábitos que não fazem só bem para nosso corpo. Mas é muito importante entender os nossos limites, e continuar investigando as novas descobertas sobre esses hábitos. Em breve, vou colocar os artigo que menciono no vídeo. Muito obrigado a todos pelo tempo de vocês. Fiquem a vontade para comentar, perguntar e participar da maneira que vocês quiserem. Até o próximo vídeo! Link para os artigos para quem quer aprofundar no assunto: http://bit.ly/artigos-citados Produzido orgulhosamente pela @diadoarauto Edição e captação: Alexandre Faria Conteúdo: José Belizário Todo o conteúdo desse canal é de caráter meramente informativo, e não deve ser utilizado de maneira alguma para auto-diagnósticos. Se você desconfia que possui qualquer necessidade de auxílio psicológico ou psiquiátrico, procure um profissional qualificado. Saúde mental é coisa séria! Vídeo gravado em 2019 Belo Horizonte, Brasil.
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