Ele tem a forte convicção de que a Inteligência Artificial, não fazendo milagres nem ultrapassando, por si só, aquela preguiça inerente ao ser humano, pode ser uma ferramenta de desenvolvimento do raciocínio, melhorar a aprendizagem e, por via disso, a forma como se escreve. É essa a premissa do mais recente livro de Martim Mariano, “Escrita 2.0 – 52 ideias e técnicas essenciais para a era digital”, da Ideias de Ler, no qual apresenta uma série de exercícios e prompts de IA para esse efeito. Mas atenção: não há fórmulas mágicas. Há autores clássicos e um modus operandi das plataformas muito diferente daquele que, provavelmente, utiliza agora.
Neste episódio, a Marta recebe este autor que queria ser ator, fugiu da Economia, licenciou-se em Educação de Infância e foi parar ao Jornalismo. Esteve na SIC durante mais de sete anos, onde trabalhou, na maior parte do tempo, nos bastidores da coordenação e edição dos programas de desporto. Mas havia, desde miúdo, uma paixão maior: a escrita, que o levou a fazer um acerto de rota. Do jornalismo passou para o copywriting e para o storytelling. Continuou no mesmo grupo de media (SIC, SIC Notícias e Expresso), passou também pelo Público e pelo Observador. Entretanto, cofundou a Tudo Bem Escrito, uma agência de comunicação escrita, e dá formação em universidades e empresas.
Lembre-se que tudo comunica e prepare-se para uma conversa que mostra que escrever bem continua a ser uma vantagem competitiva.