O crescimento de 0,7% no mês de agosto em relação a julho deixou o setor 0,9% abaixo do ponto mais alto da série histórica (novembro de 2014). PIB e Taxa de Desemprego serão revisados.
Frente a agosto de 2021, o setor cresceu 8,0%, a 18ª taxa positiva consecutiva. O acumulado do ano chegou a 8,4% e o acumulado nos últimos 12 meses ficou em 8,9%. Trata-se da 4ª alta seguida, com ganho acumulado de 3,3% no período e impactando o resultado do PIB do 3º trimestre.
Com isso, o setor está 10,1% acima do nível pré-pandemia, em fevereiro de 2020, e fica apenas 0,9% abaixo do maior patamar da série histórica, novembro de 2014. O setor é o que possui o maior peso na economia brasileira, 70% do PIB, e foi o mais atingido pela pandemia.
3 das 5 atividades avançaram: serviços prestados às famílias teve seu 6º crescimento seguido (1,0%), acumulando 10,7% nos 6 meses; outros serviços (6,7%); informação e comunicação (0,6%); Transportes (-0,2%); e, serviços profissionais, administrativos e complementares (0%).
Ao analisar por estados, 18 das 27 unidades da federação tiveram alta. Os impactos positivos mais importantes vieram de SP (1,6%), DF (5,0%), MG (1,0%) e RJ (0,5%). As principais influências negativas vieram do PR (-7,1%), GO (-3,4%) e RS (-1,1%). PE teve crescimento de 1,7%.
O setor de serviços é muito importante porque ele tem a maior participação no PIB brasileiro, acima de 70%, e porque é o que mais emprega, com empregos formais e informais. A queda na Taxa de Desemprego e a subida o PIB esse ano são consequência do bom desempenho do setor.