Eliane Cantanhêde responde

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Eliane Cantanhêde responde episodes

  • Eliane entrevista senador Efraim Filho (União/PB)

    A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados analisará nesta terça-feira, 26, o pedido de prisão do deputado Chiquinho Brazão. Ele está preso desde domingo, 24, depois de uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal. Brazão é acusado de ser o mandante do assassinato de Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Ontem, a Executiva Nacional do União Brasil aprovou, por unanimidade, a expulsão do deputado federal do partido. A representação contra Brazão foi apresentada pelo deputado federal Alexandre Leite (União-SP) e relatada pelo senador Efraim Filho (União-PB). 

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    22 min
  • "Rivaldo fazia jogo do bonzinho, tinha dupla personalidade e é chave na investigação"

    O delegado Rivaldo Barbosa assumiu a chefia da Polícia Civil do Rio de Janeiro, em 13 de março de 2018, véspera do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. Neste domingo, 24, ele foi um dos presos pela Polícia Federal (PF) por suspeitas de planejar o crime e de atuar para proteger os apontados como mandantes dos assassinatos. O advogado Alexandre Dumans, responsável pela defesa do delegado, afirmou que Rivaldo “não tem participação em crime nenhum”. "É uma coisa quase patológica; este cidadão fazia o jogo do bonzinho e tinha dupla personalidade. Os outros são investigados por obstrução de Justiça. Ele é investigado por ser mentor do crime; foi uma espécie de conselheiro sobre como cometer o crime e não deixar vestígios. O Rivaldo é chave de toda esta investigação. A do caso Marielle está concluída, mas há desdobramentos", avalia Eliane.

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    21 min
  • "Cid se queimou com bolsonarismo e se isola do lado da investigação"

    A Polícia Federal sugeriu que Mauro Cid seja ouvido pelo juiz instrutor do caso para esclarecer áudios em que o ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro ataca o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes e a própria PF. Cid será ouvido hoje, às 13h, pelo juiz instrutor do gabinete do ministro Alexandre de Moraes. Os áudios foram divulgados pela revista "Veja" ontem à noite. De acordo com a reportagem, Cid afirmou que a PF está com a “narrativa pronta” e que os investigadores “não queriam saber a verdade”. "Quem vai para o fundo do poço, definitivamente, é o Cid. Ele se queimou com o bolsonarismo quando fez delação premiada, agora se isola do lado da investigação. Ele pode efetivamente perder os benefícios da delação premiada. Há dúvidas se Cid falou por estar malcomunado com o bolsonarismo mais uma vez ou se o flanco armou uma armadilha para ele. Eu tendo a acreditar na segunda hipótese", diz Cantanhêde.

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    20 min
  • Eliane sobre móveis 'sumidos': "Esta história tem um lado ridículo, mas tem um lado grave"

    O governo do presidente Lula localizou os 261 móveis que o petista e a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, acusaram de ter “sumido” após a saída do ex-presidente Jair Bolsonaro e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro do Palácio da Alvorada. Os itens “perdidos” estavam espalhados dentro da própria residência oficial e foram localizados até setembro do ano passado – dez meses depois da primeira inspeção no local. Antes da descoberta, o casal presidencial comprou peças de luxo alegando como motivo a ausência dos objetos. "É mais um vexame. O presidente da República tem de ter a responsabilidade de não fazer este tipo de acusação em público. Além de tudo, é tiro no pé, porque dá de bandeja para Bolsonaro balas e armas para o ex-presidente usar contra ele. Esta história tem um lado ridículo, mas tem um lado grave", opina Cantanhêde.

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    20 min
  • "Mais pareceu uma jogada de marketing que deu errado"

    O ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, anunciou ontem que o STF homologou delação premiada concedida pelo ex-policial militar Ronnie Lessa no inquérito que apura o assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e de seu motorista Anderson Gomes. O ato de homologação foi referendado pelo relator do caso no STF, o ministro Alexandre de Moraes. Segundo o ministro, a elucidação do caso está próxima. "Este anúncio foi muito estranho, sobre homologação de algo que todo mundo já sabia há tanto tempo, sem nenhum dado adiante. Na segunda-feira, na primeira reunião ministerial do ano, o presidente Lula pediu mais entusiasmo dos ministros. Então o anúncio mais pareceu uma jogada de marketing que deu errado do que algo com avanços do caso do ponto de vista da Justiça", diz Eliane.

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    20 min
  • "Além de ser uma questão policial e jurídica, é um vexame no mundo"

    A Polícia Federal indiciou o ex-presidente Jair Bolsonaro e seu ex-ajudante de ordens, tenente-coronel Mauro Cid, na investigação sobre suposta fraude na carteira de vacinação do ex-chefe do Executivo com a inserção de dados falsos no sistema do Ministério da Saúde. A fase ostensiva do inquérito, batizada Operação Venire, foi a que, em maio do ano passado, prendeu o ex-aliado de Bolsonaro, cuja delação abasteceu as apurações que cercam o ex-presidente. Com o relatório final do inquérito, o caso segue para o Ministério Público Federal, a quem cabe oferecer denúncia contra os envolvidos. A Polícia Federal imputa a Bolsonaro e Cid supostos crimes de associação criminosa e inserção de dados falsos. "É o indiciamento de um ex-presidente da República. Além de ser uma questão policial e jurídica, é um vexame no mundo", afirma Cantanhêde.

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    22 min
  • "Reunião para dar uma 'lavadinha de roupa suja', olhar cada área e cobrar da Comunicação"

    O presidente Lula promove hoje a primeira reunião ministerial do ano para cobrar da equipe o andamento de programas e ações no momento em que pesquisas indicam a queda de sua popularidade. De acordo com a coluna de Vera Rosa no Estadão, Lula está à procura de uma marca para sua gestão neste ano de eleições municipais e tem consultado políticos e marqueteiros sobre como melhorar a comunicação do governo. "É uma reunião para dar uma 'lavadinha de roupa suja', olhar cada área e cobrar da Comunicação por que não está havendo anúncios. Lula deve falar, mais uma vez, sobre inflação de alimentos e sobre o que o governo pode fazer sobre isso. Há, ainda, previsão de algum anúncio na área de combate à violência pública. Vamos ver qual vai ser a posição e o discurso do ministro da Fazenda, Fernando Haddad - o coração do governo e considerado fundamental na popularidade do presidente", afirma Eliane.

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    21 min
  • "General contou tudo e isso é bastante grave e registrado para a história"

    Em depoimento prestado à Polícia Federal no dia 1º de março, no inquérito do golpe, o general Marco Antônio Freire Gomes, ex-comandante do Exército, colocou o ex-presidente Jair Bolsonaro no centro de articulações golpistas para anular o resultado das eleições de 2022. O general afirmou que Bolsonaro convocou reuniões no Palácio do Alvorada, após o segundo turno, e “apresentou hipóteses de utilização de institutos jurídicos como GLO (Garantia da Lei e da Ordem), estado de defesa e sítio em relação ao processo eleitoral”. "É um depoimento considerado decisivo para a implicação do ex-presidente na articulação do golpe. Agora Bolsonaro está respondendo por estes crimes. O general contou tudo que sabia e isso é bastante grave e registrado para a história brasileira", diz Eliane.

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    19 min
  • "Manifestação de Prates é confissão de culpa do Governo"

    O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou que a orientação para reter os dividendos extraordinários da companhia veio do governo Lula. Ele disse ainda não considerar o episódio como "intervenção na Petrobras", mas o "exercício soberano" dos representantes do controle da empresa —no caso, o Estado brasileiro. Desde quinta-feira, quando a companhia anunciou que não faria o pagamento de dividendos extraordinários aos acionistas, as ações caíram com o receio de que o governo petista vinha intervindo na empresa. "O Governo fala que não há ingerência, mas uma orientação desta, do presidente da República, pode ser chamada do quê? Não tem outra definição. Lula conclui e determina a decisão de uma empresa que tem um conselho, acionistas e que deve seguir as leis de mercado. Essa manifestação de Prates é uma confissão de culpa", afirma Cantanhêde.

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    21 min
  • "[Ações de Lula] assustam investidores e confundem opinião pública"

    A Vale afirmou ontem à noite, em comunicado, que a atuação de seu conselho no processo de definição do presidente da companhia “está rigorosamente em conformidade com o estatuto social” e com o “regimento interno e políticas corporativas”. O posicionamento da companhia faz referência à carta de renúncia do membro do conselho de administração José Luciano Duarte Penido. Segundo o documento, ao qual o Estadão/Broadcast teve acesso, o conselheiro diz que o processo sucessório do comando da Vale “vem sendo conduzido de forma manipulada, não atende ao melhor interesse da empresa, e sofre evidente e nefasta influência política”. "O presidente Lula não está entendendo o que está acontecendo, com uma visão antiquada e intervencionista. Isso assusta investidores, confunde a opinião pública e atrai chuvas e trovoadas. Esta carta é muito contundente, a partir de alguém de dentro da empresa, que está vendo o processo. Não é possível que Lula esteja fechado para o desastre que está fazendo", opina Eliane.

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    21 min

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