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O comandante da Marinha, almirante Marcos Sampaio Olsen, enviou uma carta à presidência da Comissão de Cultura da Câmara dos Deputados na qual se manifesta de modo contrário à inclusão do nome de João Cândido Felisberto, líder da Revolta da Chibata, no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria. A homenagem ao marinheiro já foi aprovada no Senado e agora é debatida na Câmara. O projeto de lei contestado é de autoria do deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ) e tem como relatora na Casa a deputada Benedita da Silva (PT-RJ), ambos correligionários do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, responsável pela nomeação de Olsen para chefiar a Força. "A Marinha, historicamente, é contra transformar João Cândido em herói por achar que isso seria avalisar o uso de armas e atos violentos contra as instituições, a ordem e a hierarquia. Fica feio, mas é uma questão da história militar e que tem a ver com algo muito precioso para as Forças Armadas", diz Cantanhêde.
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O Congresso Nacional realiza sessão conjunta nesta quarta-feira, 24, para analisar matérias vetadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Todos os vetos em tramitação no Legislativo estarão na pauta, segundo o líder do governo no Congresso, Randolfe Rodrigues (sem partido-AP). A análise de alguns, porém, pode ser adiada caso não haja acordo para incluí-los na votação conjunta, pela cédula em papel. Há 32 vetos pendentes de votação pelos parlamentares.
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Lula cobrou ontem mais articulação política dos ministros e provocou Fernando Haddad, para trocar um livro por mais conversa no Congresso. Haddad reagiu com bom humor.
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Finalmente acendeu a luz amarela, já tendendo para o vermelho, e o presidente Lula decidiu arregaçar as mangas para reduzir tensões e melhorar a relação entre os três poderes. Além de Rodrigo Pacheco (Senado), Arthur Lira (Câmara) e ministros do Supremo, atenção ao encontro que ele terá com a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, nesta semana. A pauta é eleições municipais, mas Lula vai cobrar mais defesa (quem sabe, mais ataque…). O pau comendo e por onde andam os líderes do governo no Congresso, as bancadas do PT, os ministros petistas?
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O ministro Fernando Haddad antecipou a volta a Brasília para se dedicar à agenda econômica no Congresso.
Ele participou da 2ª Reunião de Ministros da Fazenda e Presidentes de Bancos Centrais do G20 em Washington. E tinha agenda na capital norte-americana até amanhã, quando retornaria à noite.
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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que concede um “bônus” na remuneração de magistrados, procuradores e promotores da ativa e aposentados, o chamado quinquênio, pode trazer um impacto anual de R$ 1,8 bilhão aos cofres públicos se aprovada pelo Congresso Nacional. Após adiamento da análise na semana passada, o texto está pautado para ser apreciado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.
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O Senado aprovou, nesta terça-feira, 16, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que criminaliza o porte de drogas, em mais uma reação protagonizada pela Casa ao Supremo Tribunal Federal (STF). A Corte analisa um processo sobre o tema com entendimento contrário ao texto votado pelos senadores.
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O presidente da Câmara, Arthur Lira, deflagrou um novo embate com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, ao chamá-lo de “incompetente” e “desafeto pessoal”. Hoje, Lira reuniu líderes pela primeira vez
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Na noite de sábado, 13, mais de 300 drones e mísseis iranianos foram lançados em direção ao território israelense. Segundo o governo de Israel, 99% dos ataques foram frustrados pelo sistema de defesa antiaérea. No Brasil, o Ministério das Relações Exteriores não condenou diretamente o Irã pelo ataque, mas afirmou em nota que acompanha o cenário "com grave preocupação".
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O presidente Lula, vetou parcialmente o projeto de lei que acaba com a saída temporária de detentos do regime semiaberto, a chamada saidinha. "Lula foi cauteloso e estudou junto com o ministro da Justiça para vetar apenas 1 ponto", comenta Eliane
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