
Sign up to save your podcasts
Or


O último balanço da tragédia climática do Rio Grande do Sul aponta que o número de mortos subiu para 107 e que há 136 pessoas desaparecidas, além de 67 mil em abrigos. O total de municípios atingidos chega a 425. Os dados foram atualizados pelo vice-governador Gabriel Souza, nesta quinta-feira, durante entrevista à Rádio Eldorado, durante a coluna de Eliane Cantanhêde. Ele disse que o Estado já vem contando com a ajuda do governo federal, mas defendeu que os valores mensais pagos pela dívida do Rio Grande do Sul com a União sejam aplicados na reconstrução da infraestrutura gaúcha. Em meio aos resgates dramáticos de vítimas das enchentes, Souza também criticou os disseminadores de fake news e anunciou que o Estado vai tomar providências legais contra eles. "Tivemos que montar uma força-tarefa só pra combater fake news”, afirmou. O vice-governador também lamentou a necessidade de deslocar policiais de operações de resgate para o combate de crimes, como vandalismo, saques, assaltos e casos de violência sexual em abrigos.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
De olho no “estrangulamento” da Previdência a partir de 2027, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, planeja entregar ao governo, até o fim de 2025, o plano de desvincular alguns benefícios da política de reajuste do salário mínimo. Em entrevista ao Estadão/Broadcast em seu gabinete em Brasília, ela afirmou que todas as correções serão feitas considerando a inflação do período e possivelmente mais um porcentual, mas menor do que o previsto atualmente, que acompanha a taxa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). "A brincadeira em Brasília é que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tercerizou a tensão com o PT. Ele é do partido, alvo ele, e a ministra está mais livre para fazer este tipo de anúncio e enfrentar o PT. Tebet está muito atenta à questão fiscal. Os indicadores econômicos vão bem, mas com a questão fiscal isso pode vir abaixo", diz Eliane.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Prefeitura de Porto Alegre indicou o esvaziamento parcial dos bairros Menino Deus, na zona sul, e Cidade Baixa, na região central, após problemas com choques elétricos em uma casa de bombas do sistema contra enchente. A medida foi anunciada na tarde desta segunda-feira, 6, causando correria e engarrafamentos. Com a indicação, foi necessário esvaziar a central de triagem de abrigos, que funcionava no Centro Municipal de Cultura, Arte e Lazer Lupicínio Rodrigues (conhecido pelo Teatro Renascença). No espaço, desabrigados eram recebidos e, depois, encaminhados para outros locais. Sobre o cenário na capital gaúcha e outras cidades do Rio Grande do Sul, Eliane conversa com o repórter especial da Eldorado em Porto Alegre, Luciano Nagel.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Universidade de Columbia, epicentro de protestos estudantis pró-Palestina, anunciou nesta segunda-feira o cancelamento da cerimônia de formatura tradicional, que ocorreria no próximo dia 15 de maio. A decisão foi tomada poucos dias após a polícia de Nova York ter entrado para retirar e deter estudantes que ocupavam um prédio histórico da instituição, em meio à resolução da reitoria de dar um ultimato para o fim do acampamento, com a ameaça de suspender estudantes. Sobre estes e os protestos nas universidades americanas, Eliane Cantanhêde conversa com Carlos Gustavo Poggio, professor e pesquisador na área de Relações Internacionais com foco em política externa dos Estados Unidos e América Latina, e professor associado da Berea College, no Kentucky.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Na tentativa de contornar a crise política com o Congresso, o presidente Lula se reuniu com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Um jantar no Palácio da Alvorada foi organizado para o petista retomar o diálogo com o senador mineiro. Lula levou alguns ministros para o encontro. O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), um dos mais próximos aliados de Lula e interlocutor do presidente da República junto ao senador, também participou da conversa. "Lula fez uma 'DR' com o presidente da Câmara, Arthur Lira, para acertar como melhorar a relação, liberou um monte de emendas e as coisas estão andando na Casa. Mas a reunião com Pacheco não saía, no meio tempo o governo entrou no STF contra a decisão do Senado sobre a desoneração e aí que a relação azedou de vez com o Congresso. A reunião de ontem não foi uma 'DR' com Pacheco, mas um convescote. A sensação é que Lula não tinha muito o que oferecer para o presidente do Senado", afirma Eliane.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Durante discurso, o presidente mostrou incômodo com a mobilização realizada para o ato. Segundo o presidente, a convocação para o evento de 1º de Maio, não foi feita como deveria, o que reduziu o público do evento. O atos em comemoração ao 1º de Maio são historicamente convocados por centrais sindicais, que organizam e controlam os eventos, convidando políticos para participar. Nem o governo nem o ministro Márcio Macedo possuem participação nas convocações ou convites, que incluíram políticos de oposição a Lula, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o prefeito da Capital, Ricardo Nunes, que não compareceram. "O evento de ontem foi um fiasco. As fotos dizem tudo; foi esvaziado. Não adianta Lula personificar a culpa, não é responsabilidade de Marcio Macedo. O movimento sindical brasileiro não é mais o mesmo. O presidente está acostumando com os grandes movimentos e o Brasil mudou. O movimento sindical não tem mais a mesma força ou capacidade de mobilização, assim como PT e o presidente", opina Cantanhêde.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
O Senado aprovou nesta terça-feira, 30, em votação simbólica, o projeto de lei que reformula o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse). O texto segue à sanção presidencial.
Após apelo do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, a relatora do projeto de lei, senadora Daniella Ribeiro (PSD-PB), decidiu manter o mesmo texto aprovado na Câmara dos Deputados.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
A Comissão de Constituição e Justiça do Senado deve votar hoje, 30, o projeto de lei que recria o seguro para vítimas de acidente de trânsito, o DPVAT (Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre), extinto pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). O projeto é relatado pelo líder do governo, Jaques Wagner (PT), e amplia espaço para gastos da União. No texto, há um trecho que permite a antecipação de R$ 15,7 bilhões em despesas. "Haddad se preparou, de véspera, para amenizar o ambiente no Senado, pois não andava muito bom. Depois de aprovar na comissão a intenção é correr para o plenário e aprovar ainda hoje. No plenário também tem a pauta do Perse - que mantém subsídios para o setor de eventos. As duas coisas são ligadas porque tem recursos do DPVAT que podem ser direcionados para o Perse e, também, para outro imbróglio entre governo e Congresso - as emendas de comissão", explica Eliane.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
Um ano após "desconvidar" o ministro da Agricultura e Pecuária de sua festa de abertura, a Agrishow, uma das maiores feiras brasileiras do setor, realizada em Ribeirão Preto (SP), recebeu Carlos Fávaro e o vice-presidente Geraldo Alckmin com deferência. João Carlos Marchesan, presidente da Agrishow, elogiou o governo federal por apoiar a agropecuária no país. "O Agronegócio é um setor muito refratário ao presidente Lula e ao PT. Ontem teve uma abertura simbólica com dois ministros. Hoje, na abertura oficial, o ex-presidente Jair Bolsonaro participará com governadores - e cadê o governo? O presidente não consegue dar respostas a isso. Lula precisa ter uma estratégia política e econômica para um setor tão fundamental", afirma Eliane.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
O ministro do Supremo Tribunal Federal Cristiano Zanin atendeu a um pedido do governo e suspendeu nesta quinta trechos da lei que prorrogou até 2027 a desoneração da folha de pagamentos de empresas e de municípios. O pedido da Advocacia-Geral da União foi enviado ao STF na quarta. O ministro concordou com o argumento do governo de que a renúncia não pode ser dada sem que ocorra a indicação do impacto orçamentário. Segundo o Zanin, sem essa previsão há risco de um desajuste significativo nas contas públicas e até mesmo do esvaziamento do regime fiscal. "O Senado queria manter o privilégio das empresas e a alegação de Lula e da AGU é de inconstitucionalidade. É mais um foco de tensão com o Judiciário no meio", diz Eliane.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
From the publisher's feed