Eliane Cantanhêde responde

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Eliane Cantanhêde responde episodes

  • Eliane sobre circulação do presidente Lula no exterior: "São mensagens dúbias"

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a cobrar que países ricos e industrializados estabeleçam metas mais ambiciosas no enfrentamento às mudanças climáticas e financiem projetos relacionados ao tema nos países pobres e em desenvolvimento em discurso na COP28, em Dubai. Segundo Lula, muitos países do chamado "Sul Global" (antigo Ter ceiro Mundo) não terão condições de implementar suas metas ou assumir novos compromissos. "Não falou nada de petróleo, mas, ao mesmo tempo, o Brasil está discutindo a entrada ou não na Opep e Lula acaba de sair de países grandes produtores do óleo, além de tratar de parcerias com Mohammad bin Salman. São mensagens dúbias. Para o público do Clima e Meio Ambiente, o discurso é um. Já no ambiente onde o Brasil é produtor de Petróleo, é outro", diz Eliane.

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    22 min
  • "O 'vai e vem' aumentava a politização dos quarteis"

    A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira, 29, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que determina que o militar federal que deseje se candidatar a um cargo eletivo seja transferido automaticamente para a reserva no momento do registro de sua candidatura. Caso o militar tenha mais de 35 anos de atividade, este afastamento será remunerado. De autoria do senador Jaques Wagner (PT-BA), a matéria segue para análise do plenário. Caso aprovada, vai para apreciação na Câmara dos Deputados. "A pauta avançou e com razão. Era uma necessidade, defendida pelo próprio meio Militar; os oficiais mesmo não gostam de como funcionava, porque há que se optar se quer continuar sendo militar ou começar carreira política. Este 'vai e vem' aumenta a politização dos quarteis", diz Eliane.

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    18 min
  • Cantanhêde avalia escolhas de Dino para STF e Gonet para PGR

    O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Luís Roberto Barroso, considera que o País estará ‘muito bem servido’ caso o ministro da Justiça Flávio Dino e o subprocurador-geral Paulo Gonet sejam nomeados ministro da Corte máxima e procurador-geral da República, respectivamente. "A composição do Supremo fica 10x1 - dez homens brancos e uma mulher branca, que é a ministra Carmen Lucia. O STF está na mira da opinião pública e no centro da polarização brasileira e vai ficar ainda mais eloquente com Flavio Dino. Já na PGR, depois de Augusto Aras, vem alguém mais equilibrado; Gonet tende a ser muito técnico e pouco político e criador de caso", opina Cantanhêde.

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    16 min
  • Eliane comenta possível indicação de Dino para STF

    Dois ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) disseram ao Estadão, neste domingo, 26 que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva decidiu indicar o ministro da Justiça, Flávio Dino, para ocupar uma cadeira na Corte. Além disso, como o Estadão já havia adiantado, Lula também escolheu o subprocurador Paulo Gonet para a Procuradoria-Geral da República. "Dino é um quadro importante e abre uma boa discussão no Governo: mantém-se o ministério da Justiça e Segurança Pública ou se o transforma em dois? Gonet é representante do Ministério Público Eleitoral e foi importante para a decisão da inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro por oito anos e foi indicado pelos ministros do STF Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes", conta Cantanhêde.

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    20 min
  • "Crise entre Supremo e Senado tragou o Governo Lula"

    Os ministros Luís Roberto Barroso, presidente do STF, e Gilmar Mendes voltaram a criticar, as propostas em votação no Congresso. Antes da sessão de julgamentos, Barroso afirmou que as mudanças “não são necessárias e não contribuem para a institucionalidade do País”. O ministro afirmou ainda que não vê justificativas legítimas para reformar a Cortte e que há demandas mais “importantes e urgentes” para o País. "Essa crise entre Supremo e Senado tragou o Governo Lula. A oposição sozinha não teria votos para aprovar a PEC; quem deu o voto decisivo foi, exatamente, o líder do Governo, Senador Jaques Vagner", conta Cantanhêde.

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    20 min
  • Entrevista com Pablo Nobel, consultor de comunicação política

    Eliane Cantanhêde conversa com Pablo Nobel, consultor de comunicação política, que trabalhou na campanha do presidente eleito da Argentina, Javier Milei, e que o consagrou como vencedor da disputa contra Carlos Massa no último domingo. Carolina Ercolin e Haisem Abaki também participam da entrevista.

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    22 min
  • "Cessar-fogo não significa resolver a questão da guerra"

    O governo de Israel aprovou o acordo mediado pelo Catar para uma trégua temporária em Gaza, após 45 dias de guerra com o grupo terrorista Hamas, que domina o enclave. Cinquenta mulheres e crianças israelenses detidas em Gaza seriam libertadas em troca de um cessar-fogo temporário de quatro dias. "É importante pois tem apelo humanitário importante e é um interesse pragmático dos dois lados, mas isso não significa resolver a questão da guerra. Ninguém trabalha com a hipótese de que este cessar-fogo seja o indício do fim do conflito", diz Eliane.

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    19 min
  • "Relações entre os presidente vão mal, portanto, vão mal as relações de Argentina e Brasil"

    O presidente eleito da Argentina, Javier Milei, anunciou ontem suas primeiras medidas entre nomes do seu gabinete, viagens internacionais e empresas a serem privatizadas. O libertário foi eleito na noite de domingo o novo presidente da Argentina em um histórico resultado de 55,6% dos votos contra 44,3% do seu rival, o peronista Sergio Massa. Já na noite de domingo, em seu discurso de vitória, o libertário disse que pretende manter suas promessas de campanha, mas não citou a controvertida dolarização. Ontem, porém, ele reiterou os planos de fechar o Banco Central, mas alertou que a inflação deve demorar até dois anos para retroceder. "Havia expectativa de que Brasil e Argentina fossem mais pragmáticos após a eleição, mas Milei já assumiu dando caneladas no presidente Lula. As relações entre os presidente vão mal e, portanto, vão mal as relações entre os países. Há muita aflição no lado brasileiro, mas Lula continua de 'nariz empinado' e sem querer defraldar a bandeira da paz", afirma Cantanhêde.

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    22 min
  • "Estratégia de Haddad foi tratar déficit como questão técnica que o é"

    Ontem, o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, chamou o relator do Orçamento, deputado Danilo Forte (União-CE) para debater com os ministros Fernando Haddad (Fazenda), Esther Dweck (Gestão e Inovação) e Simone Tebet (Planejamento e Orçamento), os rumos do relatório do Orçamento para 2024. Ao fim do encontro, Haddad, disse que a definição de déficit zero vai propiciar a continuação das discussões sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias. "As guerras são assim, batalha atrás de batalha, e Haddad vive nessa dinâmica. No fim, ele sempre ganha, não sem superar obstáculos. Curiosamente, o maior deles está dentro do gabinete presidencial, que é Luiz Inácio Lula da Silva, e em seu próprio partido, o PT. A estratégia do Haddad foi não politizar, mas tratar a questão como técnica, que o é", conta Eliane.

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    21 min
  • "Governo Biden se associou a Israel e agora dá um passo atrás"

    Pela primeira vez desde o início da guerra entre Israel e o grupo terrorista Hamas, o Conselho de Segurança da ONU aprovou uma resolução em que pede uma pausa nos conflitos e a criação de corredores humanitários na Faixa de Gaza. O texto foi aprovado com 12 votos a favor, nenhum contra e 3 abstenções, de Estados Unidos, Reino Unido e Rússia. Nenhum dos cinco países com assento permanente no grupo exerceram o direito ao veto. "Se olharmos a votação, é o mesmo resultado que a resolução brasileira teve há dias, com uma diferença: os EUA, agora, se abstêm. A mudança se deu pela 'situação no terreno' - o massacre, as fotos chocantes, as bombas caindo em hospitais o tempo inteiro. O Governo Biden se associou a Israel e agora dá um passo atrás", diz Cantanhêde.

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    20 min

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