Eliane Cantanhêde responde

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Eliane Cantanhêde responde episodes

  • "Se Vieira vai à ONU é por haver esperança de aprovar resolução brasileira"

    Em Nova York, o Conselho de Segurança das Nações Unidas fará uma reunião de emergência nesta segunda sobre a invasão terrestre em Gaza por Israel. Nela, os Emirados Árabes Unidos buscarão uma solução, propondo uma “imediata pausa humanitária” nos combates, conforme informações da rede de TV americana CNN. Será a última reunião do Conselho sob presidência do Brasil. Depois de quatro resoluções fracassadas no Conselho, o Brasil tenta emplacar uma quinta resolução, mas as negociações seguem travadas até o momento. "Se a ONU aprova isso, melhora condições de diálogo e humanitárias, além de ser importante para a Cruz Vermelha, porque a trégua é a chance de a organização agir para salvar vidas. Se o chanceler brasileiro Mauro Vieira vai à reunião é porque há ainda um fio de esperança sobre a aprovação da resolução brasileira. É muito difícil, pela radicalização de todos os lados", afirma Cantanhêde.

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    19 min
  • Eliane sobre violência no Rio: "Ou dá um basta ou vira guerra campal"

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comparou, o Rio de Janeiro à Faixa de Gaza, região do Oriente Médio que passa por guerra há quase 20 dias. O chefe do Executivo disse ainda que o conflito com milicianos na capital fluminense é problema do país e que precisa de solução. Na terça, Lula disse que espera colocar as Forças Armadas para atuar em portos e aeroportos para combater o crime organizado. "Se o plano der certo no Rio pode ser ampliado para o resto do País. Depois de o crime organizado queimar 35 ônibus e um trem, ou você dá um basta ou vira uma guerra campal", afirma Eliane.

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    19 min
  • "Qualquer que fosse o presidente estaria submisso ao poder do Congresso"

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva confirmou nesta quarta-feira, a demissão de Rita Serrano da presidência da Caixa Econômica Federal. Com isso, ele derruba a terceira mulher em seu governo e entrega o cargo mais uma vez a um homem. O Planalto confirmou a nomeação de Carlos Antônio Vieira Fernandes, como informou a Coluna do Estadão. De acordo com Roseann Kennedy, Rita Serrano é mais uma a perder o cargo porque o presidente aceitou ceder ao apetite do Centrão. "Qualquer que fosse o chefe do Executivo estaria muito submisso ao poder do Congresso Nacional. A CEF é mais poderosa e mais rica que boa parte dos ministérios; é mais importante e confere mais poder sua presidência do que ser ministro de muita coisa por aí", afirma Eliane.

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    18 min
  • "Não está na hora de 'cutucar a onça' Arthur Lira com vara curta"

    A Caixa Econômica Federal suspendeu a exposição “o Grito!”, que estava disponível para o público desde o último dia 17 de outubro na Caixa Cultural de Brasília. A decisão ocorreu após a repercussão negativa de uma coleção que mostrava o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) defecando em uma bandeira do Brasil e que colocava a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), o ex-ministro da Economia Paulo Guedes e o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) em um uma lata de lixo. "Isso não é de interesse do Palácio do Planalto ou do ministro Fernando Haddad porque o Executivo tem diversas pautas da pasta dependendo do Congresso e do presidente da Câmara. Tá na hora de 'cutucar a onça' Arthur Lira com vara curta? Ele tem o poder de barrar a pauta", comenta Eliane.

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    17 min
  • "Estado está perdendo a guerra contra as organizações criminosas"

    Em publicação no X (ex-Twiter), na noite desta segunda-feira, o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flavio Dino, prometeu aumentar o efetivo da Força Nacional ao Rio de Janeiro, hoje, um dia depois de a capital fluminense viver o maior ataques criminoso de sua história, com sete bairros sitiados e 35 ônibus incendiados. O casos ocorreram na zona oeste da cidade e o governador Cláudio Castro anunciou que 12 homens já foram presos colocando fogo nos coletivos. "Minha coluna de domingo, no Estadão, era exatamente dizendo isso: a gente fala muito na guerra da Ucrânia e de Israel, mas Brasil vive uma guerra interna. E o pior é que o Estado está perdendo para as organizações criminosas. É desolador; a sociedade está acuadaada, o Estado está atarantado e os bandidos estão cada vez mais audaciosos. Além da guerra dos bandidos com a Polícia, tem a dos bandidos entre si e a infiltração nas polícias e até no Exército", afirma Cantanhêde.

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    19 min
  • "O segundo turno na Argentina vai ser uma guerra de rejeições"

    A eleição na Argentina vai para o segundo turno entre o peronista Sergio Massa e o libertário Javier Milei. Com o avanço da apuração na noite deste domingo, 22, o resultado ficou matematicamente definido por volta das 22h. Com 98,5% dos votos apurados, Massa tem 36,48% dos votos e o libertário, 30,04%. Patricia Bullrich, de centro-direita, ficou em terceiro lugar, com 23,85% da preferência do eleitor. "O resultado é surpresa inclusive no Brasil. O segundo turno vai ser uma guerra de rejeições. O Brasil tem de ficar muito de olho pois os vizinhos são muito importantes para manter o Mercosul de pé e a possibilidade do acordo do bloco com a União Europeia", afirma Eliane.

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    18 min
  • "Polícia da investigação investigando Agência de Inteligência, que também faz investigação"

    A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta sexta a Operação Última Milha para prender dois servidores da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) que usaram indevidamente o sistema de geolocalização de celulares do órgão para coerção. As ordens foram cumpridas no Distrito Federal. Segundo a corporação, o grupo sob suspeita teria usado o sistema da Abin – um ‘software intrusivo na infraestrutura crítica de telefonia brasileira’ – para rastrear celulares ‘reiteradas vezes’. Os crimes teriam sido praticados sob o governo Jair Bolsonaro. À época, o órgão era comandado por Alexandre Ramagem. "É a polícia da investigação investigando a Agência de Inteligência, que também faz investigação. Há um mal-estar interno no Governo entre estes dois setores e isso é fruto do Governo Bolsonaro, em que as instituições foram postas de cabeça para baixo para atender aos interesses do mandatário de plantão", afirma Cantanhêde.

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    20 min
  • "Presidência do Conselho a ONU é transformado em coordenador de saídas de emergência"

    O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou nesta quarta-feira que, mesmo se o Conselho de Segurança da ONU discutisse a classificação do Hamas como grupo terrorista, a iniciativa não teria êxito. Durante sessão do Conselho de Relações Exteriores do Senado, Vieira falou da questão ao defender a posição do governo brasileiro de não classificar o Hamas como grupo terrorista. Segundo ele, o Brasil adota a classificação do Conselho de Segurança da ONU para designar entidades terroristas, que não inclui o grupo palestino. "O Brasil, na presidência, não é transformado em um grande articulador político internacional, mas em um coordenador de saídas de emergência - e, nesta função, foi muito bem. Tem derrotas que soam como vitórias", afirma Cantanhêde.

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    17 min
  • "Se há uma CPMI que vai dar em pizza, é a do golpe"

    A relatora da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do 8 de Janeiro, senadora Eliziane Gama (PSD-MA), pediu o indiciamento de 61 pessoas, entre civis e militares, no relatório final do colegiado. O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e nomes do “núcleo duro” do governo dele, como os generais Walter Braga Netto e Augusto Heleno, estão na lista. "Se há uma CPMI que vai dar em pizza, é a do golpe. Se a Comissão da pandemia, que foi muito mais estridente, efetiva e trouxe muitas provas, a PGR e a Câmara não fizeram nada, imagina esta que ninguém estava danto muita bola. Foi apenas uma guerra política entre oposição e Governo. Como as investigações já estão muito avançadas, a CPMI ficou 'chovendo no molhado'", diz Cantanhêde.

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    20 min
  • "Questão humanitária depende da boa vontade política e ação diplomática"

    Os representantes diplomáticos dos países que compõem o Conselho de Segurança da ONU estão em discussões a respeito de uma proposta de um texto para uma resolução oficial da entidade feita pela delegação brasileira. Ontem, uma proposta escrita pelos diplomatas russos foi rejeitada no Conselho de Segurança. A resolução elaborada pela comitiva brasileira tem mais chance de ser aprovada, mas ainda não foi colocada em votação. Isso deve acontecer nesta terça-feira. "A proposta do Brasil, como é próprio da tradição diplomática e como o momento exige, é muito negociada entre as várias partes e prevê liberação dos reféns e trégua para que possam sair os estrangeiros sem nenhum risco, além da entrada de medicamentos, comida e água potável porque a situação está ficando dramática. A questão humanitária depende da boa vontade política e ação diplomática", afirma Eliane.

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    20 min

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