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Chegando novamente o famoso 8 de março, Dia Internacional da Mulher, consagrado às conquistas femininas, pela ONU, desde 1975.
Realmente foram muitas, desde paridade salarial, direito a atuar nas mais variadas profissões e modalidades esportivas, divisão de tarefas domésticas, incluindo a educação e cuidados dos filhos, cargos importantes no cenário político, etc., etc., etc.
Já se vão quase 20 anos do meu Jubileu de prata profissional, quando, então, resolvi escrever um livro comemorativo à data. Assim surgiu Mulher de Verdade, com temas relativos a esse ser tão misterioso e mágico, como se fosse um álbum de recortes de revistas femininas, pjuntando aquelas matérias que a gente adorava colecionar sobre autoestima, relacionamentos, saúde e prazer de viver.
Isso se deu em 2003, e aproveitei para homenagear minhas amigas, em geral mulheres fabulosas quase nunca reverenciadas, cujos feitos eram basicamente ignorados ou tratados como mero cumprimento do dever. Aquelas mulheres cuja fama não ultrapassava as fronteiras de seus lares ou escritórios, que não tinham a oportunidade de serem glamourizadas nem endeusadas publicamente.
Os anos passaram e hoje, com um celular na mão e domínio mínimo de redes sociais e aplicativos, qualquer mulher pode se tornar influencer e escalar o caminho das deusas... Penso que isso não melhorou muito as coisas para o nosso lado, apenas aumentou nossa responsabilidade em relação a essa absurda comparação entre mulheres de verdade e deusas...
Como os temas tratados no livro eram, conforme afirmei na apresentação do mesmo, “figurinhas de almanaque”, muitos são atemporais e alguns até foram apresentados como episódios deste podcast, cuja relação apresentamos a seguir, a quem interessar possa. Então, vamos lá!
- Episódio #036 - Quem tem medo das mulheres? Encarando a competitividde masculina... e a feminina!
- Episódio #037 - Sem lenço, sem documento: casamento sem contrato, isso funciona?
- Episódio #038 - Uma segunda chance: refazendo-se de um antigo relacionamento
- Episódio #045 - Carta aberta às nossas filhas: duas ou tr~es coisas que eu diria a uma filha adolescente sobre a primeira vez
- Episódio #053 - Cuide-se bem: você, mais bonita e mais feliz
- Episódio #054 - Espelho meu: seu corpo, morada sagrada
- Episódio #055 - Aqueles dias:TPM, mau humor e outras esquisitices
- Episódio #061 - Mamãe, quero ser top model: sobre anorexia, bulimia e outras tolices
Divirta-se, maratone.
Comemore o nosso dia reverenciando nossas antepassadas com uma atividade antes consignada às mulheres, como cozinhar, cuidar de uma flor, tomar um banho de cheiro. Honra, glória e poder ao Feminino, inspirado sempre pela beleza e bondade da Inteligência Superior...
#diainternacionaldamulher #feminino # feminismo #feminista #sagradofeminino #saudedamulher
Reciprocidade é mais que intenção, é gesto, é o resultado do gesto. A palavra vem do latim, reprocitas, que significa mutualidade, correspondência entre as partes.
Reciprocidade gera gentileza e é prima-irmã do respeito. E da empatia, pois exercita a capacidade de enxergar o outro através dos olhos do outro: seus gostos, desejos e necessidades, saindo do reduzido campo de visão do nosso próprio umbigo. É oferecer um presente que agrade o outro, não a si próprio.
O círculo virtuoso da reciprocidade se alimenta de gratidão e dedicação ao outro. Apreciar e valorizar aquilo que se recebe traz o mesmo prazer que se dedicar, empenhando seu tempo, a pensar num mimo de qualquer natureza que possa fazer o outro feliz. Reciprocidade é um exercício delicioso que nos permite experimentar e distribuir bocadinhos de FELICIDADE.
#reciprocidade #gratidao #empatia
Como vocês sabem, uma das minhas principais áreas de atuação no mundo acadêmico é a COMUNICAÇÃO. E na atual conjuntura, onde bits e bytes trafegam livres pelas redes, próximos à velocidade da luz, a disseminação de informações é cada vez mais instantânea. E eu lhe pergunto: o que é instantâneo é bom? Em alguns casos sim, noutros não.
Este é um episódio sobre a instantaneidade na comunicação e as inúmeras hashtags com que diariamente nos confrontamos. Mais propriamente, sobre como certas palavras vão sendo jogadas nas conversas, especialmente nas redes sociais, de modo fútil, adquirindo múltiplas interpretações, distanciando-se do seu significado e da sua representação simbólica original, passando a significar “o que eu bem quiser”. Uma dessas palavras, que está se tornando gasta e vazia, é a tal EMPATIA.
O que é empatia, afinal? A resposta que mais se ouve para esta questão é “colocar-se no lugar do outro”. Como se isso fosse fácil e sempre possível, o que, na prática, NÃO É!
A empatia se encontra sob o guarda-chuva da Inteligência interpessoal preconizada por Howard Gardner em sua teoria sobre o homem e suas Inteligências múltiplas. Do outro lado, igualmente importante para a acepção da empatia, é necessário um bom desenvolvimento de nossa inteligência intrapessoal, que envolve o autoconhecimento, incluindo, atualmente, senso apurado sobre nossas inteligências emocional e espiritual.
Por inteligência emocional entenda-se conforme o conceito de Daniel Goleman, inspirado em Aristóteles, resumidamente a capacidade de identificar, nomear e lidar com as próprias emoções. Já a inteligência espiritual, segundo Danah Zohar, relaciona-se a valores, significados, propósitos que fazem a vida valer a pena para cada indivíduo. Se você não tem – e a maioria de nós não temos – essas questões bem resolvidas dentro de si, fica bem difícil praticar a empatia como “tendência para sentir o que sentiria caso estivesse na situação e circunstâncias experimentadas por outra pessoa”, conforme definição encontrada no Dicionário Aurélio.
Empatia à brasileira se apresenta bem distante da sua etimologia original, empatheia, derivada de pathos, emoção. Originalmente, poderíamos traduzi-la como “estar na emoção”. Mas hoje, empatia já não se relaciona com um sentimento, mas com uma obrigação social, quase uma imposição que vem de braços dados com o conceito designado pelo “politicamente correto”. Vamos pensar um pouco sobre o que é a empatia, afinal?
#empatia #inteligenciasmultiplas #howardgardner #inteligenciaemocional #inteligenciaespiritual
No final do ano passado, assisti ao filme Não olhe para cima, do diretor Adam Mckey. O elenco estrelado conta com os premiados Leonardo Di Caprio, Merryl Streep e Cate Blanchet, além de jovens talentos. Muito tinha ouvido falar sobre o filme, por isso, a expectativa era grande. E com tanta gente dando sua opinião, resolvi fazer uma análise semi-semiótica, uma provocação sobre tudo o que li e ouvi.
Se você já assistiu ao filme, pode ser interessante verificar se nossos pontos de vista combinam, se complementam ou oferecem “um outro olhar” à sua própria visão.
Se ainda não viu, pode optar entre ouvir este episódio após ver o filme ou, ao contrário, escutar nossas considerações para já assisti-lo olhando, não só para cima, como para todos os lados.... Aceita o desafio? Então, vamos lá!
#naoolheparacima #filmeficcao #umbertoeco #obraaberta
Este é um tema delicado, que vai direto ao ponto fraco de muitas pessoas...
A agenda da sua autoestima anda em dia? Autoimagem ok ou numa briga constante com o espelho e suas próprias representações simbólicas interiores? Autoaceitação: sim ou não? E o que dizer sobre a autoconfiança?
Tudo isso, junto e misturado, compõe um passo a passo para a conquista e a manutenção da autoestima. Não se trata de egoísmo ou de querer ser o centro do mundo, mas de encarar suas forças e fraquezas para se tornar um ser humano melhor, não apenas para si mesmo mas para a humanidade como um todo.
Esta é uma jornada instigante, da superfície para as profundezas, e de lá, para o alto e além. Respire fundo porque vamos precisar de um cérebro atento, ativado com uma boa dose de oxigênio, talvez uma xicarazinha de café...
Episódios complementares para você maratonar e saber mais:
3 - Depressão: a tristeza sem fim
4 - Dependência, a síndrome do carente profissional
11- Vaidade, o ego sem dono
12- Rejeição: vítima nunca mais
54 – Espelho meu: seu corpo morada sagrada
61 – Mamãe, quero ser top model – sobre anorexia, bulimia e outras tolices...
Boa viagem!
#autoestima #autoimagem #autoaceitação #autocuidado #autoconhecimento
Encerramos o ano com um balanço dos acontecimentos passados. Depois da ansiedade que as festas de fim de ano nos impõem, eis que surge o novo calendário com mais 365 dias repletos de esperanças e oportunidades e é até natural recomeçar rabiscando planos para todas as áreas importantes da vida, num gesto otimista de quem assume a sua parte de responsabilidade sobre os próprios resultados.
Há quem não goste de Natal e Réveillon. Lembro que ritos são importantes porque são demarcatórios, mesmo lidando com a imaterialidade e a invisibilidade do tempo.
E ainda que você volte para a mesma casa, o mesmo emprego, as mesmas pessoas, se tiver celebrado com fé e alegria o novo ano, assim ele surgirá à sua frente, pois assim ele é: imprevisível e surpreendente, se oferecendo para ser desfrutado a cada minuto...
Absolutamente Novo. Propenso a mudanças. Instigante. Motivador.
Deixe à deriva no mar das preocupações do que se foi. Solte. Deixe ir, deixe passar. O futuro começa agora. O futuro começa a cada novo segundo, a cada novo dia e hora. Você vem?
#anonovo #setesaudes #louisehay #futuro #mudanca
Imprevistos acontecem e às vezes, é preciso fazer escolhas e deixar de lado alguns compromisso que consideramos inadiáveis para que possamos gozar de plena sanidade mental.
Então, aproveitando este momento de reflexo e retorno, decidi fazer um breve balanço do que 2021 representou para mim, certa de que, ao acompanhar a minha jornada, você também será capaz de reflitir sobre a sua. Vamos lá?
Código de vestimenta: um tema que parece estar meio fora de moda, especialmente nos tempos de trabalho remoto imposto pela pandemia, já ouviu falar?
O despreparo momentâneo acerca de como nos comportarmos diante da câmera, qual o melhor espaço a ser mostrado considerando-se fatores importantes como enquadramento, privacidade e barulho parece ter se tornado marca registrada para muitos, inclusive para os que teimam em ignorar esses importantes parâmetros. Isso inclui, é claro, a apresentação pessoal: asseio, estética, vestimenta. É sobre o último item que vamos nos ater neste episódio.
Não se trata de estar na moda ou inventar moda, como dizia meu velho pai. A questão é muito mais sobre representação simbólica do que sobre ícones do vestuário, e isso é tema importante de comunicação. Vamos lá?
#dresscode #codigodevestimenta #relacoesdetrabalho #trabalho
No episódio anterior, encerramos outubro falando sobre a importância da prevenção e cuidados com o câncer de mama e a saúde feminina. Nada melhor que emendarmos o tema, iniciando o mês falando sobre Novembro Azul e os necessários cuidados preventivos e curativos relacionados à saúde do homem.
Links úteis:
Hospital do Homem
#novembroazul #movember #saudemasculina #cancerdeprostata
Outubro findando e com ele a Campanha divulgada mundialmente visando à Prevenção do Câncer de Mama. É claro que o assunto deve estar sempre na pauta do dia, pois graças à boa informação e ao diagnóstico precoce, muitas vidas podem ser salvas.
A simples alusão a uma remota possibilidade de se defrontar com a doença já é um soco no estômago. Enfrentá-la, então, requer muita força de vontade, coragem e determinação. Além de dores, cuidados extras, medicações e procedimentos nada agradáveis, o câncer é debilitante também no aspecto psicológico, afetando fortemente a autoestima dos pacientes.
Doença “democrática”, não escolhe sexo, cor, idade ou classe social, todos estamos sujeitos a desenvolvê-la pois até mesmo formas-pensamento negativas podem resultar nos mais variados tipos de câncer. Difícil encontrar uma família que não tenha se abatido ante um ou mais casos de parentes próximos acometidos pela doença.
Para combater esse inimigo sorrateiro, é preciso conhecê-lo, de nada adianta se esconder ou fingir que não está acontecendo. Por isso, por mais triste ou desagradável que seja, hoje vamos falar sobre câncer...
Serviço:
Leituras recomendadas: Você pode curar sua vida, de Louise Hay. Com a Vida de Novo, de O. Carl Simonton, Stephanie Matthews-Simonton e James I. Creignton. A família e a cura, de Stephanie Matthews-Simonton.
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