É de forma improvisada que chegamos a este tema. O mood da nossa semana trouxe-nos até ao erro, à forma como ainda é visto e temido, ou como é difícil aceitá-lo, aprendendo com ele pelo caminho. Ou como é difícil mudar a perspetiva e o hábito de, ao acumular anos em contexto de trabalho, ver as relações como algo calculado e o erro de forma pouco construtiva. A conclusão para nós é óbvia: quanto mais investirmos todos na nossa saúde mental e, em aprender a lidar com os nossos padrões e crenças, mais fácil as relações serão para nós e de nós para os outros.