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Na conversa com Daniel Oliveira, no programa Alta Definição, Diogo Amaral, de 44 anos, traça o retrato de um homem que diz ter abandonado a necessidade de se justificar perante o olhar alheio. O ator, atualmente protagonista de uma novela da SIC, assume que o amadurecimento lhe trouxe uma relação mais serena com o ofício e com a exposição pública, ancorada numa espécie de código pessoal: viver com “boa vontade, com a mente aberta e com honestidade”.
O centro de gravidade do depoimento, porém, é a família. A separação dos pais, quando tinha sete anos, e a sua própria separação, que o afastou do filho mais velho, Mateus, durante uma fase em que admite ter estado triste e menos presente, servem de contraponto à vida que reconstruiu ao lado de Jéssica, a quem descreve como “a minha melhor amiga” e a pessoa que melhor o conhece. A história do casal, feita de “altos e baixos, de idas e vindas”, culminou no pedido de casamento que ela lhe fez nas Maldivas, numa cena de contornos cómicos que o próprio relata com humor.
Diogo Amaral confessa que precisou de “saber perder” para conseguir reconquistar o que tinha em risco, e que a decisão de “abrir o livro” e não ter segredos foi libertadora. Hoje, assegura, o seu propósito é ser, para os filhos, um pai presente e, acima de tudo, “um grande amigo”. Ouça o seu testemunho.
A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa
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Neste episódio, juntamo-nos à Pedalar Sem Idade Portugal, uma associação que promove encontros intergeracionais através de passeios gratuitos em trishaws conduzidos por voluntários.
Percebemos como funciona este movimento, quem são as pessoas que o tornam possível e o impacto profundo que estes passeios têm na vida de quem vai no banco da frente, mas também de quem pedala.
Falamos sobre o papel dos voluntários, sobre o cuidado presente em cada passeio, sobre o desafio de combater o isolamento e sobre a alegria que nasce quando duas gerações se encontram sem pressa.
Descobrimos também como a Pedalar Sem Idade Portugal cresceu, como se organiza no dia a dia e como qualquer pessoa pode apoiar ou tornar‑se voluntária.
Para isso, Mariana Monteiro conversa com Margarida Quinhones, Presidente da Direção da Pedalar Sem Idade Portugal, e António Cabral Leitão, voluntário da Associação, que nos mostram como algo tão simples pode transformar a vida de tanta gente.
A Pedalar Sem Idade Portugal é uma organização sem fins lucrativos do movimento Cycling Without Age. Promove passeios em trishaws, conduzidos por voluntários, para apoiar seniores e pessoas com mobilidade reduzida, combatendo a solidão e o isolamento social.
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Patrícia Portela, escritora, dramaturga e cenógrafa, traz o seu recém-publicado romance Hoje, 3 de Maio para a mesa de Andas a Dormir com Quem?. A autora junta-se a Júlia Pinheiro, Rita Blanco e Rui Zink para uma conversa que salta de Goya para 1808, de ursos que não sabem que são ursos para livros que desafiam leitores, passando por arte, guerra, teatro, alfarrabistas e algumas das leituras que lhes ocupam as mesas de cabeceira. A saber:
Patrícia Portela: Olga Salva o Mundo, de Rui Zink; O Urso que Não Era, de Frank Tashlin; Eu, o Povo, de Mutimati Barnabé João; e O Homem sem Qualidades, de Robert Musil.
Júlia Pinheiro: Maite, de Fernando Aramburu.
Rita Blanco: Memórias de Adelina Abranches, de Aura Abranches, e Lutas e Metamorfoses de uma Mulher, de Édouard Louis.
Rui Zink: A Noite da Iguana e Outras Histórias, de Tennessee Williams, e Estação Carandiru, de Drauzio Varella.
Andas a Dormir com Quem? é um podcast original de Júlia Pinheiro, Rita Blanco e Rui Zink. Não perca, todos os domingos, um novo episódio, com música e sonoplastia de João Luís Amorim, produção de Beatriz Carvalho e coordenação de Joana Beleza. A capa é de Tiago Pereira Santos, com fotografias de Matilde Fieschi. A direção é de Daniel Oliveira.
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A última chamada do pai de Inês Sá Frias chegou pouco antes de falecer: “Nunca te esqueças o quanto o pai te ama”. Aos 14 anos, não percebeu que era uma despedida e passou anos a culpar-se por não ter acordado a mãe e o irmão. Nesta conversa com Daniel Oliveira no programa Alta Definição, a atriz de 31 anos aborda a sua experiência enquanto criadora da série que idealizou para homenagear o pai, a morte inesperada da cadela Trufa e como, nesse luto, aprendeu a pedir ajuda.
Na conversa com Daniel Oliveira, Inês confessa as dificuldades que sente em dirigir outros atores, isto por ela própria ser também da área. Em conjunto, recuam até à infância da atriz até aos tempos em que vendia brigadeiros às escondidas para conseguir comer e como, mais tarde, conquistou, depois de uma relação de oito anos, uma vida que não imaginava construir sozinha.
Perdas sem atalhos, luto, conquistas e vitórias. A trajetória de Inês Sá Frias está marcada de altos e baixos, mas, sobretudo, de aprendizagens e lições: “Sou genuinamente bem disposta desde que nasci. Estou sempre a recordar-me que, um dia, vou ter imensas saudades daquilo que estou a viver agora”.
Ouça o programa Alta Definição em podcast.
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Há histórias que mudam vidas longe dos holofotes. No Portugal Solidário, Mariana Monteiro conversa com quem transforma comunidades todos os dias: voluntários, associações e pessoas que fazem da solidariedade uma missão. Este é um podcast especial sobre projetos que unem, inspiram e mostram que é possível construir um Portugal mais justo, um passo de cada vez.
Não perca, a partir de 12 de outubro e todas as segundas-feiras, um novo episódio. Para ouvir na SIC, na SIC Notícias, no Expresso ou na app onde subscreve os seus podcasts.
Portugal Solidário é um podcast editorial da SIC com apoio do BPI e da Fundação ‘La Caixa’.
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O que acontece quando três apaixonados por livros se sentam à mesma mesa para falar das histórias que os acompanham? Em Andas a Dormir com Quem?, Rita Blanco, Rui Zink e Júlia Pinheiro recebem, todos os domingos, um convidado para conversas cheias de leituras, gargalhadas e surpresas.
Neste podcast original da SIC, os livros são o ponto de partida para falar de tudo. Andas a Dormir com Quem? é a companhia que os leitores portugueses precisavam, mas ainda não sabiam.
Daqui até ao Natal, não perca, todos os domingos, um novo episódio. A primeira temporada tem o patrocínio da FNAC.
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Após vencer o Globo de Ouro de “Personalidade do Ano” na categoria de Entretenimento, recordamos a entrevista a Nuno Markl, no Alta Definição em podcast.
O locutor das “Manhãs da Comercial” e apresentador do programa “Taskmaster Portugal” partilhou, pela primeira vez, a experiência que mudou a sua vida: os dois AVCs sofridos no espaço de poucas semanas. Foi o seu filho Pedro que ligou para o 112, recusando-se a aceitar a sugestão do pai de que “podia ser só cansaço”. “Não sei o que teria acontecido se não fosse ele”, admite Markl. O humorista recorda a tristeza demolidora da dependência total e o medo de nunca mais voltar a mexer o braço ou andar sem apoio. “As pessoas talvez não tenham noção do nível atómico de tristeza e solidão que se pode sentir sozinho num quarto de hospital, cheio de incertezas”, explica. Markl reflete sobre a habitual rotina antes do acidente, que descreve como “uma cavalgada insana”, o hábito de ignorar os sinais do corpo e o medo de ir ao médico. O processo de recuperação, que descreve como “o projeto mais importante da minha vida”, ensinou-lhe a valorizar as pequenas vitórias diárias e a aprender a dizer 'não'. “Antes disto acontecer, quando descansava sentia culpa por não estar a fazer mais. Agora já não.” O humorista fala ainda sobre o amor e a amizade que o sustentaram nestes meses, sobre a relação com a namorada Teresa, com a mãe, com a irmã e com os amigos que encheram o seu quarto de hospital. Ouça a conversa intimista no Alta Definição, com Daniel Oliveira, emitido originalmente em julho de 2026.
*A sinopse deste episódio foi criada com o apoio de IA. Saiba mais sobre a aplicação de Inteligência Artificial nas Redações da Impresa
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Afonso Laginha, ator de 23 anos e filho de Pedro Laginha, fala sobre os desafios que marcaram a construção da sua identidade, no Alta Definição em podcast, com Daniel Oliveira. A gaguez, presente desde a infância, tornou-se um elemento determinante na sua relação com a linguagem e acabou por contribuir para o desenvolvimento de uma maior confiança. O teatro, iniciado na escola secundária, foi fundamental nesse processo de autodescoberta e afirmação pessoal. Na emissão de 26 de setembro, Afonso Laginha recorda também o tumor diagnosticado aos nove anos, que ocupava parte significativa do pulmão direito e o levou a ser operado aos onze. Fala dos anos de tratamento, das marcas físicas e emocionais deixadas pela doença e de uma posterior passagem pela depressão. Apesar das dificuldades, o ator encontrou na curiosidade pelo futuro uma força para continuar. Afonso reflete ainda sobre a necessidade de ultrapassar a procura constante por aprovação e de aprender a enfrentar os próprios desafios, revelando uma personalidade marcada pela vulnerabilidade, pela resiliência e por uma vontade permanente de se conhecer melhor. Ouça aqui a conversa em podcast.
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Poeta, compositor e defensor intransigente da liberdade, Jorge Palma revelou-se numa conversa rara com Daniel Oliveira, em 2011. Republicamos esta entrevista no dia da sua morte, aos 76 anos, como homenagem a uma das vozes mais marcantes da música portuguesa.
Jorge Palma esteve em destaque no programa Alta Definição, onde, aos 61 anos, falou com franqueza sobre a vida, os excessos e a consciência crescente da finitude. Recordou a juventude, a fuga à guerra colonial, os anos como músico de rua em Paris e episódios marcados por riscos e liberdade. Abordou também a hepatite C, as dependências e as desigualdades sociais, criticando a subserviência e o medo instalados na sociedade portuguesa.
Jorge Palma morreu esta segunda-feira à noite, aos 76 anos, vítima de uma paragem cardiorrespiratória, anunciou a família e a agência do músico. Com uma carreira de mais de meio século, Jorge Palma deixa uma obra considerada marcante na história da música e da cultura portuguesas, além de uma vasta rede de amigos conquistados pela sua generosidade e genialidade.
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Tem 34 anos, um sorriso que não esconde nada e uma história que muitas mulheres conhecem em silêncio. Beatriz Godinho sentou-se para falar de tudo aquilo que normalmente se guarda: a gravidez que não estava planeada mas estava desejada, a perda que se seguiu, o corpo que demorou a deixar ir, a relação que não sobreviveu ao peso de tudo isso — e os dias em que ficou na dúvida se conseguia levantar-se da cama. Numa conversa rara, desarmada e corajosa, a atriz fala de luto, de fé, de dança em casa às três da tarde e da mulher que ainda não sabe bem quem é, mas que está, com unhas e dentes, determinada a descobrir. "Ainda não acabei", diz ela — e quando o diz, acredita-se.
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Entrevistas intimistas conduzidas por Daniel Oliveira. Todas as semanas um novo convidado no 'Alta Definição', um programa da SIC
Veja a versão vídeo deste programa em Opto.sic.pt
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