No quadro da 39ª edição do festival de documentários “Cinéma du Réel”, que encerra este domingo, fomos descobrir o mais recente trabalho do realizador português João Botelho.
"O Manoel foi uma pessoa que me marcou muito no cinema. Nunca tinha pensado fazer filmes. Era cinéfilo por causa de Coimbra - havia a praxe e fugia da praxe para ir para o cinema", explicou João Botelho.
Neste mais recente filme, Botelho assume dois formatos; um documentário sobre a obra de Manoel de Oliveira e uma ficção "A Rapariga das Luvas”, escrito a partir de uma história do decano do cinema.
Em "O cinema, Manoel de Oliveira e eu" João Botelho faz uma sincera declaração a Manoel de Oliveira que nos deixou há precisamente dois anos, 2 de Abril de 2015, aos 106 anos sem nunca ter deixado de fazer filmes.