“Há um estigma associado ao perdão da dívida africana”, as palavras são do economista guineense Carlos Lopes. O docente na Universidade do Cabo, África do Sul, defende que o continente deveria “insistir no perdão de uma parte substancial da dívida” e, vai mais longe, sublinhando que está na hora de se passar para uma fase “mais estruturante para as economias africanas: conseguir créditos mais acessíveis, ou seja, não fazer com que os africanos paguem taxas de juro tão elevadas".