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“Norte Feminino” é a nova temporada do FEMINA. São dez conversas com mulheres que criam a partir do Norte de Portugal, entre a música, a escrita, a investigação, a curadoria, o cinema documental e o design.
Camilo Castelo Branco serve de mote, não de tema: é o ponto de partida para falar de território, identidade e vulnerabilidade, não esquecendo o que significa, hoje, criar fora do centro.
A temporada FEMINA – Norte Feminino estreia a 4 de setembro e termina em dezembro de 2026, com um episódio gravado ao vivo que junta convidadas da temporada e mais mulheres artistas.
Esta temporada conta com a CCDR NORTE enquanto entidade parceira, no âmbito do NORTE PONTUAL.
LINKS:
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Newsletter: feminapodcast.substack.com
“Norte Feminino” é a nova temporada do FEMINA. São dez conversas com mulheres que criam a partir do Norte de Portugal, entre a música, a escrita, a investigação, a curadoria, o cinema documental e o design.
Camilo Castelo Branco serve de mote, não de tema: é o ponto de partida para falar de território, identidade e vulnerabilidade, não esquecendo o que significa, hoje, criar fora do centro.
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*Disclaimer*
O episódio do FEMINA que vais ouvir de seguida fala morte, de luto e de suicídio.
É um tema difícil e doloroso e tratamo-lo com cuidado. Mas se te toca de perto, ouve com calma ou volta a este episódio noutro dia.
Em Portugal, existe em permanência a Linha Nacional de Prevenção do Suicídio, gratuita, todos os dias, 24 horas por dia, através do número 1411.
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“Norte Feminino” é a nova temporada do FEMINA. São dez conversas com mulheres que criam a partir do Norte de Portugal, entre a música, a escrita, a investigação, a curadoria, o cinema documental e o design.
Camilo Castelo Branco serve de mote, não de tema: é o ponto de partida para falar de território, identidade e vulnerabilidade, não esquecendo o que significa, hoje, criar fora do centro.
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Sara de Castro nasceu em Lisboa, em 1975. É atriz profissional desde 1998.
Formada na Escola Superior de Teatro e Cinema, tem trabalhado em teatro com diversos criadores e encenadores como João Brites, Rogério de Carvalho, Nuno Pino Custódio, João Garcia Miguel, Filipe Crawford, Olga Roriz, Miguel Moreira, Ana Nave, entre outros. Iniciou o seu percurso como atriz no teatro de corrente alternativa no espaço do Ginjal e na companhia de teatro “Útero”. Participa em várias produções cinematográficas e televisivas como actriz e fez parte da equipa permanente do Teatro “O Bando”.
Foi nomeada em 2018 para o Prémio Autores da SPA na categoria de melhor Actriz de Teatro. “Justiça Cega” é a mais recente criação de Sara de Castro (texto e encenação), com textos de Gaya de Medeiros, Nuno Pinheiro e Teresa Coutinho e interpretações de Ana Brandão, Ana Ribeiro, Gaya de Medeiros, Teresa Coutinho e Ema de Castro Silva. O espetáculo reflete sobre a complexidade da justiça, partindo de uma perspetiva feminina e feminista. A partir da tragédia Medeia, do mito de La Llorona e da ficção que convoca a figura de um filicídio, o espetáculo propõe um exercício de discussão e imaginação sobre outras formas de olhar para a justiça.
Com Catarina Vieira e Raquel André, Sara de Castro fez nascer o projeto MUDA: um projeto de ação contra o Assédio nas Artes em Portugal, que propõe um conjunto de atividades junto do setor artístico, de forma a produzir conhecimento, informar e empoderar pessoas profissionais das artes. Tem como principal objetivo transformar práticas de trabalho que possam potenciar situações de assédio, não consentimento, abusos de poder, manipulação e vitimização.
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Rita Braga (Lisboa, 1985) é cantora, compositora e multi-instrumentista. Em 2005 iniciou o seu percurso a solo na música independente, tendo ao longo dos anos apresentado o seu trabalho em numerosos palcos de clubes, teatros, galerias de arte e festivais em toda a Europa e também nos EUA, Brasil, Austrália e Japão. É autora de bandas sonoras e teve um breve percurso nas áreas da ilustração, BD e cinema de animação, influências que permeiam o seu universo sonoro a par do cinema.
Numa quase reinvenção artística, Rita Braga mergulha pela primeira vez no universo do fado através de uma pesquisa de documentos históricos e gravações do princípio do século passado, e trá-lo para uma nova paisagem sonora. O resultado é o disco “Fado Tropical”, 5º trabalho da artista.
Os concertos de lançamento serão no clube RCA, no Porto, a 14 de maio (em dueto com o multi-percussionista Rui Rodrigues) e a 15 de maio na Galeria ZDB, em Lisboa (com Rui Rodrigues na percussão e João Cabrita no saxofone).
Reconhecida pela crítica como uma artista singular, versátil e carismática, Rita Braga destaca-se pela originalidade, pela fusão de épocas musicais e pela abordagem performativa.
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Ana Vilaça nasceu no Porto em 1991 e formou-se entre Portugal e Londres. É atriz e autora; trabalha em cinema, televisão e teatro. Co-produziu e protagonizou a curta-metragem “By Flávio”, de Pedro Cabeleira, que esteve na Selecção Oficial da Berlinale em 2022 e venceu o Prémio Sophia de Melhor Curta-Metragem de Ficção no ano seguinte.
Em março de 2026, estreou nas salas nacionais o filme “Entroncamento” – a 2ª longa-metragem de Pedro Cabeleira, depois da estreia mundial no Festival de Cannes e da estreia nacional no LEFFEST, onde recebeu o aplauso da crítica.
Ana Vilaça veste a pele de Laura, protagonista de “Entroncamento”, filme que arrecadou ainda o prémio de Melhor Realização no festival Caminhos do Cinema Português.
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Inês Bernardo nasceu em Ílhavo, em 1983. Não pertence à geração que tinha um emprego para a vida e já trabalhou em mais sítios do que os dedos das duas mãos.
Faz, com José Mário Silva, o podcast Biblioteca de Bolso. Odeia viagens no tempo e humor físico (e sim, isso inclui o “Regresso ao Futuro” e o Chaplin).
“Agarrar a Faca pelo Gume“ é o seu primeiro romance, editado pela Tinta da China.
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Com 19 anos,Rita Rocha traz na voz vários sucessos. Do Porto para o mundo, apresentou-se ao público em 2021 no programa de televisão “The Voice Kids” – o mesmo ano em que editou o seu platinado single de estreia “Mais ou Menos Isto”.
No dia 20 de março de 2026, Rita Rocha sobe ao palco do Coliseu do Porto pela primeira vez para apresentar o álbum “8 ou 80“. “8” foi editado em Junho de 2025 e reflete o lado mais silencioso e introspectivo da adolescência, cheio de hesitação, desejo e autoconhecimento, que se materializa em canções pop emocionais e inteligentes, que falam para uma Geração Z que cresce em polos de emoções. O segundo capítulo, “80”, lançado em fevereiro de 2026, mostra o outro lado da mesma história: mais impulsivo, direto e irreverente.
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