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Tita Maravilha nasceu em 1993 em Pirenópolis (Brasil) e vive em Lisboa. É atriz, cantora, performer e palhaça, licenciada pela Universidade de Brasília.
Através da ideia de corpo político, incorpora nos seus processos artísticos as dores e os prazeres da dissidência. Residente em Portugal desde 2018, colabora com a CIGARRA no projeto de música eletrónica e performance “TRYPAS-CORASSÃO”.
É autora a solo de quatro obras: Trypas Corassão: Show em Dois Atos (2020), Tita no País das Maravilhas (2021), Exercício para artistas medianos (2021) e Exercício para um teatro pobre ou carta a Grotowski (2022).
Vencedora da 5ª edição da bolsa Amélia Rey Colaço, dirigiu uma aclamada versão de “As Três Irmãs”, de Anton Tchekhov, em digressão por quatro cidades portuguesas. É diretora e curadora do Precárias: Festival de Performance, que estreou em 2022.
No cinema, a sua primeira curta-metragem documental, intitulada “Pirenopolynda” estreou em 2023 no DocLisboa e já acumula cinco prémios de Melhor Filme e Melhor Fotografia.
LINKS FEMINA: https://linktr.ee/femina
Inês D’Orey nasceu em 1977, no Porto. Estudou Fotografia na London College of Printing em 2002. Grande parte do seu trabalho artístico incide na transformação da identidade patrimonial da cidade contemporânea, onde o objeto arquitectónico se apresenta como sujeito de memória, mutante de significados ao longo do tempo. A arquitetura, a polis, a fronteira entre espaço público e privado, a investigação sobre os lugares e seus contextos são alguns dos elementos que constituem o seu corpo de trabalho, através da fotografia, ainda que com fusões com vídeo e instalação.
Está presente em diversas colecções privadas e públicas, onde se destaca a Colecção de Arte Contemporânea do Estado (CACE), Fundação EDP, Colecção da Biblioteca de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian, Biblioteca de Arte da Fundação de Serralves (PT), Câmara Municipal de Lisboa (PT), Câmara Municipal do Porto, Colecção Norlinda e José Lima (PT), Oliva Arauna Coleción (Espanha) e Galleri Image (Dinamarca).
Tem sido premiada pelo seu trabalho, nomeadamente com o prémio Novo Talento Fotografia FNAC 2007. É representada pela Galeria das Salgadeiras (Lisboa) e pela Galeria Presença (Porto).
LINKS FEMINA: https://linktr.ee/femina
Cristina Carvalhal nasceu em Lisboa, em 1966. É atriz, encenadora, pedagoga e directora artística da Causas Comuns desde 2004. Formou-se na Escola Superior de Teatro e Cinema e mais tarde, nesta mesma escola, concluiu uma Licenciatura bi-etápica em Teatro e Educação. Foi co-fundadora da Escola de Mulheres – Oficina de Teatro, em 1995.
Como encenadora, começou por adaptar textos literários não dramáticos, privilegiando a criação de universos oníricos como forma de amplificar narrativas. O seu interesse pela dramaturgia clássica e contemporânea levou à criação de diversos espectáculos, maioritariamente estreados em Lisboa, em diferentes tipos de espaços. Trabalha em teatro, cinema e televisão.
Ao FEMINA, Cristina Carvalhal vem apresentar o espetáculo “Quem cuida do jardim”, em cena no Teatro Helena Sá e Costa, no Porto, dias 8 e 9 de março. Passará também por Lisboa, Penafiel e Torres Vedras.
Links para escuta: https://linktr.ee/femina
O podcast FEMINA é uma obra artística registada na IGAC. Não é permitida qualquer cópia do seu conteúdo ou reprodução não consentida.
Vanessa Pires é violoncelista, gestora cultural e programadora artística. Formou-se em violoncelo pela ESMAE e é mestre em Gestão de Instituições e Empresas Culturais pela Universidade de Barcelona.
É violoncelista da Casa da Música há mais de 20 anos – membro efetivo da Orquestra Barroca – e é também professora na Escola Superior de Música e Artes do espectáculo, no Porto. Fez nascer um projeto chamado Artway – um motor importante de divulgação da música erudita portuguesa na Europa.
Links para escuta: https://linktr.ee/femina
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Mafalda Veiga leva já mais de 30 anos de carreira e é uma das vozes, artistas, guitarristas e compositoras mais acarinhadas do país. Editou o primeiro disco em 1987 – “Pássaros Do Sul” – um sucesso brutal de vendas que a catapultou diretamente para um lugar de topo no meio musical.
Hoje, continua a compor, a editar e a tocar ao vivo, experimentando-se sempre que possível em novos lugares. Editou em 2024 o disco EP “Geografia Particular” e no final do ano passado presenteou-nos com uma canção nova chamada “A Fonte”. É autora de algumas das canções mais emblemáticas da música portuguesa contemporânea.
Links para escuta: https://linktr.ee/femina
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Maria Almeida cresceu no Porto, é jornalista e diz-se não obcecada pela verdade – mas antes pelas várias verdades. Gosta de escutar boas histórias, mas também de as escrever.
Maria Almeida é uma das co-fundadoras do podcast de jornalismo de investigação Fumaça, um projeto progressista e dissidente, que ambiciona coletivamente corrigir desequilíbrios e desigualdades através de diferentes narrativas mediáticas.
Recentemente, a equipa Fumaça disponibilizou os episódios de uma nova série com o nome “Quase da Família” – uma série sobre as mulheres que limpam e cuidam do mundo e o põem a mexer, feita em parceria com a estrutura de criação artística Cassandra.
Esses episódios podem ser escutados aqui.
Links para escuta: https://linktr.ee/femina
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Joana von Mayer Trindade é coreógrafa, bailarina e professora.
Mestre em SODA Solo/ Dance/ Authorship pela Universidade das Artes de Berlim UDK/HZT e licenciada em Psicologia pela FPCEUP, Joana von Mayer Trindade fundou com Hugo Calhim Cristovão a NuIsIs ZoBoP – Associação Cultural de Criação, Investigação e Formação no Domínio das Artes Performativas.
Dedica-se à investigação e prática da craft e arte do bailarino/performer com uma metodologia própria e abordagem singular, marcada por uma confluência de linguagens entre dança ocidental e oriental, forte fisicalidade e expressão, forte componente de dramaturgia e investigação teóricas com contributo de psicologia e filosofia.
Procura sempre alargar os seus horizontes artísticos e culturais com outros modos de fazer, de pesquisar, de investigar através de estadias prolongadas em França, Alemanha, Índia e Japão, entre outros, saindo constantemente da sua zona de conforto.
Este episódio tem o patrocínio do podcast de jornalismo de Investigação Fumaça.
Ouve aqui a nova série “Quase da Família“, uma série sobre as mulheres que limpam e cuidam do mundo e o põem a mexer, feita em parceria com a estrutura de criação artística Cassandra.
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nasceu em Alma-Ata, no Cazaquistão, e é compositora, cantora, guitarrista, professora de música. Criou a sua primeira banda de rock aos 14 anos, e mais tarde estudou e deu aulas no Tchaikovsky Almaty Music College. Já em Portugal, estudou no Hot Club de Lisboa.
Em 2019 editou o primeiro álbum de originais – Back to ZerØ.
Criou, recentemente, uma aplicação online para aprendizagem autónoma de guitarra.
Um conselho principal para as mulheres criadoras: Não perder tempo.
Este episódio foi gravado ao vivo no Festival Vodafone Paredes de Coura 2024, no âmbito da programação paralela “Sair da Sombra”.
*Este episódio foi patrocinado por Quinta do Crasto*
YouTube, Patreon e links para escuta: https://linktr.ee/femina
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Mafalda Mendonça nasceu em 1988 e é mestre em Arquitectura pela Faculdade de Arquitectura da Universidade do Porto (MIARQ-FAUP, 2012), com a dissertação intitulada “Um lugar para a Dança” – no âmbito da relação entre Arquitectura, Cenografia e Dança.
Mafalda Mendonça desenvolve ainda a sua atividade como pintora, tendo participado em várias exposições individuais e colectivas. Encontra-se, com muito orgulho, representada na Colecção da Fundação Manuel Cargaleiro – uma das pessoas mais generosas que já conheceu.
Colabora ainda, como professora e no âmbito de projectos de criação coreográfica, com a Companhia Instável e com a Escola de Dança Ginasiano, onde fez também a sua formação profissional como bailarina.
YouTube, Patreon e links para escuta: https://linktr.ee/femina
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é artista visual e autora de banda desenhada. Licenciada em Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa, onde é atualmente doutoranda e professora, Joana Mosi é também Mestre em Cinema, na vertente de Realização, pela Escola Superior de Teatro e Cinema.
“A Educação Física” é o novo livro de Joana Mosi e tem o selo da Iguana (Penguin Livros).
Das suas obras em banda desenhada destacam-se “Nem Todos os Cactos têm Picos”, “Both Sides Now”, “The Apartment” e “O Mangusto”.
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