A ilha francesa de Maiote continua paralisada, com os habitantes em protesto contra a insegurança e a imigração descontrolada. Para acalmar os ânimos, o executivo anunciou um projecto para abolir o direito de solo na ilha. Aurélio Magalhães, moçambicano instalado em Maiote há cinco anos, sublinha que a população está “céptica em relação a essa medida. Acham que é mais uma promessa que está sendo feita, como tantas outras.”