Foram apenas nove votos que salvaram o governo francês de uma moção de censura esta segunda-feira. Esta foi “uma vitória a curto prazo” para o executivo, que consegue impor a polémica reforma do sistema de pensões, considera o filósofo Diogo Sardinha. Porém, o investigador avisa que resta avaliar o impacto, "a médio prazo", do cenário social de “grande descontentamento” e de “uma certa tensão” em França.