No programa Conversa com Zé Márcio, o economista chefe da Genial, José Márcio Camargo, recebe Flávio Serrano, economista chefe do Banco BMG, para analisar a guinada da economia em 2026. O debate foca na resiliência da inflação de serviços e no impacto da alta do petróleo — que superou os 120 dólares — sobre a trajetória da Selic, discutindo se o Banco Central deve reduzir o ritmo de cortes para 0,25 p.p. ou até interromper o ciclo.Os especialistas abordam também o "Custo Brasil", citando a baixa produtividade e a dívida pública em 80% do PIB como entraves estruturais para juros menores. Com o olhar nas eleições de 2026, avaliam os riscos fiscais de uma expansão de gastos públicos e a incerteza política, oferecendo um panorama essencial sobre o futuro do câmbio e a sustentabilidade das contas públicas frente ao cenário do FED nos EUA.DIRETO AO PONTO00:00 - Introdução: Zé Márcio recebe Flávio Serrano (BMG).0:35 - Mudança de cenário: Da tranquilidade à volatilidade econômica.1:11 - Atividade econômica e a dinâmica da inflação de bens vs. serviços.2:14 - O impacto do conflito geopolítico e a disparada do petróleo ($120/barril).3:23 - Petrobras e a defasagem nos preços dos combustíveis (Gasolina e Diesel).4:42 - Expectativas para a Selic: O Banco Central deve cortar 0,25 ou 0,50?.7:08 - Riscos para o segundo semestre e a volatilidade pré-eleitoral.8:46 - Raio-X da Inflação: Por que a inflação de serviços continua preocupando?.10:44 - O enigma do juro alto no Brasil: Baixa produtividade e insegurança jurídica.12:52 - O peso da dívida pública brasileira comparada aos pares emergentes.15:16 - Cenário Político: Popularidade de Lula vs. Oposição e o risco fiscal.18:57 - Perspectivas fiscais para 2026 e o efeito dos dividendos da Petrobras.20:55 - "Gasto é vida?": O debate sobre ajuste fiscal vs. expansão de gastos.25:34 - Cenário Internacional: Quando o FED começará a cortar juros nos EUA?