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É hora de uma sequência de corridas de rua tradicionais na Fórmula 1. Após o GP do Azerbaijão, vem Miami e, pouco mais tarde, tem Mônaco. Mais tarde na temporada, outras destas vão aparecer. E o que tem nisso? É nelas que Sergio Pérez tira o máximo das possibilidades com as quais conta. Em Baku, por exemplo, superou Max Verstappen. É neste tipo de prova que Verstappen vê o companheiro de Red Bull se transformar em alguém mais próximo ao seu nível. TT GP fala disso.
Se houver qualquer chance de Pérez se tornar campeão mundial, passa, sem sombra de dúvidas, pelo sucesso incondicional nas ruas e pelo fracasso de Verstappen. Aí é que mora o terror do bicampeão.
Além das pistas de rua para Verstappen, o TT GP também trata das informações que dão conta da busca da Ferrari por uma pequena limpa na Red Bull e seus funcionários. A equipe italiana está na ofensiva para contratar peças importantes da rival. É por aí que passa o sucesso?
Pedro Henrique Marum apresenta o TT GP e conta com os comentários de João Pedro Nascimento e Guilherme Bloisi, além da produção de Rodrigo Berton.
Sergio Pérez venceu o GP do Azerbaijão, disputado no último domingo (30). O mexicano da Red Bull surpreendeu Max Verstappen nos boxes e saiu com a segunda vitória da temporada, mantendo o 100% de aproveitamento do time taurino em 2023. Com o triunfo, o piloto do carro #11 cortou a distância para o atual bicampeão mundial para apenas 6 pontos.
Victor Martins apresenta a atração com comentários de Evelyn Guimarães e Gabriel Curty.
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O programa tem produção de Gabriel Carvalho e direção de Rodrigo Berton. Ouça o podcast nos principais agregadores.
Alguma coisa diferente acontece e, de repente, a história da corrida muda inteira. Quantas vezes esse filme não foi apresentado ao longo da Fórmula 1 e do esporte a motor, de maneira geral? E foi o que aconteceu no GP do Azerbaijão deste domingo (30), em Baku: um erro de Nyck de Vries mudou o roteiro que estava alinhado e jogou a chance de ouro nas mãos de Sergio Pérez. O piloto mexicano abraçou a oportunidade e partiu para a sexta vitória na Fórmula 1.
Foi um verdadeiro ‘efeito borboleta’. Para explicar, lembremos do que se trata a teoria usada inicialmente para discutir a imprevisibilidade de eventos atmosféricos por período prolongado de tempo. A caracterização fez com que ficasse famosa: o bater de asas de uma simples borboleta pode influenciar o curso natural das coisas e talvez provocar um furacão do outro lado do mundo.
Era possível mesmo a Ferrari segurar a pole-position, ainda que numa corrida mais curta, para superar a Red Bull até a bandeira quadriculada? Havia pessimismo mesmo após duas poles seguidas, mas a corrida sprint deste sábado (29), mostrou que é quase impossível. Charles Leclerc largou bem e fez o que dava, mas Sergio Pérez contou com a força da Red Bull e deixou o monegasco para trás para vencer no Azerbaijão.
De fato, Leclerc fez o que era possível. Largou e relargou bem, após uma intervenção do safety-car e impôs o ritmo que a Ferrari permitia nas primeiras voltas. Quando Pérez pôde finalmente usar a asa móvel, as coisas mudaram. Na oitava de 17 voltas, ultrapassou na reta dos boxes e, aí, controlou o restante para vencer sem maiores problemas.
Max Verstappen não entrou na briga. Na verdade, bastante o contrário: foi ultrapassado por George Russell após a largada, na terceira curva, com direito a um toque dos dois. O líder do campeonato não gostou. Na relargada, entretanto, imediatamente tirou George da frente.
Russell ficou mesmo em quarto. Quem também se deu bem na relargada foi Carlos Sainz, que atacou Lewis Hamilton, passou e fez o heptacampeão segurar a onda para evitar um acidente. Fernando Alonso aproveitou, foi no embalo do compatriota e tomou o sexto posto. Hamilton perdeu as duas posições e não teve reação. Lance Stroll foi o oitavo e fechou a lista de pontuadores.
A intervenção do safety-car foi causada por confusão da incompreensível da AlphaTauri. Logo no começo, Yuki Tsunoda arrastou o carro no muro da curva 15 e perdeu um pneu, que ficou pela pista, além de quebrar a asa dianteira e, muito provavelmente, outros componentes do carro. Após andar até os boxes, a equipe italiana achou melhor mudar o que era preciso e devolver Yuki à pista. Só que, assim que saiu, estava claro que o carro não tinha condições. Tsunoda teve de dar uma volta inteira em baixa velocidade, causando o safety-car.
O GRANDE PRÊMIO acompanha AO VIVO e EM TEMPO REAL todas as atividades do GP do Azerbaijão de Fórmula 1. No domingo, a largada está marcada para as 8h (de Brasília, GMT-3).
O único treino livre do fim de semana, realizado no começo da manhã desta sexta-feira (28), no circuito de rua de Baku, tinha dado a letra: a situação estava bastante problemática para pilotos e equipes. E foi o que apareceu novamente na classificação que definiu o grid de largada do GP do Azerbaijão, com múltiplas bandeiras vermelhas. No fim do tiroteio na Cidade dos Ventos, Charles Leclerc levou a melhor e ficou com a pole-position.
Os problemas pela pista foram vários, sobretudo no Q1. Após menos de oito minutos na pista, veio o primeiro — aqui, apenas os mais graves, sem levar em conta como rodadas de Guanyu Zhou ou Carlos Sainz, um pouco depois. Foi de Nyck de Vries, que mal conseguiu começar a contornar a curva três e deu uma pancada frontal com a AlphaTauri no muro de proteção, danificando a barreira e destruindo o próprio bólido. Bandeira vermelha e 13 minutos de espera.
Apenas mais três minutos passaram até que Pierre Gasly, que sofrera um incêndio no carro pela manhã, errasse na mesma curva três e lanhasse o lado direito e a traseira no muro. De novo, quebrou o carro e o muro. Outra vez, bandeira vermelha. Ainda teve um problema com Kevin Magnussen nos minutos derradeiros, mas o dinamarquês só teve de abandonar a classificação e não causou prejuízo para ninguém mais.
O GRANDE PRÊMIO acompanha AO VIVO e EM TEMPO REAL todas as atividades do GP do Azerbaijão de Fórmula 1. No sábado, a classificação curta começa às 5h30 (de Brasília, GMT-3), com a corrida sprint também às 10h. No domingo, a largada está marcada para as 8h.
A má fase da Mercedes, que se arrasta desde o ano passado, levanta constantes questionamentos sobre a continuidade de Lewis Hamilton na Fórmula 1. Insatisfeito com o estágio atual da equipe na ordem de forças do grid, o britânico já reclamou algumas vezes de não se sentir confortável no W14 e levanta rumores sobre uma possível saída da equipe. Porém, na opinião de Guenther Steiner, chefe da Haas, a única opção para o heptacampeão seria se aposentar, já que outras equipes não teriam interesse em sua contratação.
“Para ser honesto, não sei para onde ele poderia ir além da Mercedes”, disse Steiner ao jornal inglês Daily Mail. “A Red Bull tem Max [Verstappen], ele é o piloto principal, então não sei porque eles o trocariam por Lewis [Hamilton]. Seria divertido vê-lo lá, mas quando você é chefe da equipe ou o dono, você não quer entreter os fãs — você quer se divertir sendo campeão mundial”, destacou.
Será mesmo? O heptacampeão viveria a mesma situação de Cristiano Ronaldo no futebol? É o que o WGP discute junto a Charles Leclerc despistando sobre conversas na Mercedes, o novo fim de semana da F1, F1 Academy e muito mais.
O WGP tem apresentação de Ana Paula Cerveira e comentários de Juliana Tesser e Luana Marino. A produção é de Pedro Prado.
O governo do Brasil sancionou uma lei que define Ayrton Senna, o tricampeão mundial de Fórmula 1, como patrono do esporte nacional. Medida vem uma semana antes do aniversário de 29 anos da morte do piloto, que mantém a idolatria mesmo tanto depois. O TT GP fala sobre o caso.
Mas tem mais! Imprensa italiana afirma: Charles Leclerc conversa com a Mercedes pensando nos próximos anos, sobretudo a partir de 2025. Tem chances de acontecer? E o que faria Lewis Hamilton?
Para além de Senna e Leclerc, a edição #92 do TT GP trata também das mudanças no formato dos dias de corrida sprint da Fórmula 1, começando pelo GP do Azerbaijão deste fim de semana. A prova curta não terá mais influência no grid oficial, mas recebe uma classificação própria.
E o que esperar da Fórmula 1 após interrupção de quase um mês? Tudo isso está em debate.
Pedro Henrique Marum apresenta o TT GP e conta com os comentários de João Pedro Nascimento e Renato Ribeiro.
Após uma pausa de quatro semanas, a Fórmula 1 retorna com o GP do Azerbaijão. O evento é recente na história do Mundial, mas já rendeu uma coletânea de momentos épicos. Vencedor de 2022, Max Verstappen, da Red Bull, entra para a prova como o atual líder do Mundial, com 15 pontos de vantagem para o companheiro de equipe Sergio Pérez.
Victor Martins apresenta a atração com comentários de Evelyn Guimarães e Gabriel Curty.
Aproveite para se inscrever no canal do GRANDE PRÊMIO no YouTube e não perder as atrações, incluindo o Paddock GP, que vai ao ar toda segunda-feira e ao vivo.
O programa tem produção de Gabriel Carvalho e direção de Rodrigo Berton. Ouça o podcast nos principais agregadores.
A família de Michael Schumacher planeja acionar a justiça contra uma revista alemã que publicou uma suposta entrevista com o heptacampeão da Fórmula 1. A Die Aktuelle anunciou uma conversa exclusiva com o ex-piloto, mas o conteúdo foi gerado por inteligência artificial.
Na capa, a Die Aktuelle usou como manchete: “Nada de meias-frases vazias e nebulosas de amigos. Mas respostas dele! Por Michael Schumacher, 54”. O ex-Ferrari e Mercedes, porém, não falou com a publicação.
Desde que sofreu um acidente enquanto esquiava em Méribel, nos Alpes Franceses, em dezembro de 2013, Schumacher vive recluso. As poucas informações divulgadas sobre o estado de saúde são divulgadas pela família e, eventualmente, por Jean Todt, que costuma se reunir com Michael para assistir corridas.
À ESPN, um porta-voz da família assegurou que uma medida judicial será tomada contra a Die Aktuelle. Esta, aliás, não é a primeira vez que a publicação usa Schumacher para vender.
Diante do caso, o WGP terá como tema não só o papel da imprensa nesse episódio e tudo cerca o heptacampeão, como também o o conteúdo foi gerado por inteligência artificial. Além disso, o programa vai repercutir a opinião dos pilotos da F1 sobre o formato das corridas sprints.
O WGP é o programa feito apenas pelas jornalistas do GRANDE PRÊMIO. Tem apresentação de Evelyn Guimarães, Juliana Tesser, Ana Paula Cerveira e Luana Marino. A produção é de Pedro Prado.
Após mais de duas semanas do GP da Austrália, a FIA finalmente realizou a audiência para avaliar o pedido de revisão da Ferrari sobre a punição de Carlos Sainz. Apesar da expectativa que se criou no mundo da Fórmula 1 e da própria Ferrari, nada mudou: a decisão foi manter a punição. O TT GP debate o assunto.
A punição fora expedida na última das relargadas da corrida insana em Melbourne, após Sainz tocar e fazer Fernando Alonso rodar. Com os 5s de punições adicionados ao tempo final, uma vez que a corrida terminou sob safety-car, Sainz viu o quarto lugar em que recebeu a bandeirada virar posição fora dos pontos. Mas a FIA definiu que nenhuma informação nova foi apresentada e manteve o resultado igual, para reclamações da Ferrari e de Sainz.
Além disso, o TT GP debate a informação sobre o interesse da Honda fazer da Aston Martin sua equipe oficial a partir da nova geração de motores da F1, em 2026. O que será que sai disso?
Pedro Henrique Marum apresenta o TT GP, que conta com os comentários de Guilherme Bloisi, Renato Ribeiro e a produção de Rodrigo Berton.
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