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A Ferrari chegou a 2023 cheia de expectativas e não correspondeu o esperado — com uma breve exceção no fim da temporada. Agora, a equipe promete revolucionar o carro para 2024 e já saiu na frente das rivais ao anunciar até mesmo a data de lançamento do bólido. Mas será que vai ser suficiente para alcançar e até mesmo bater a avassaladora Red Bull na Fórmula 1?
Enquanto resolve as questões do novo carro, a Ferrari ainda lida com a renovação dos contratos de Charles Leclerc e Carlos Sainz, pilotos que mostraram sua qualidade dentro da equipe em diferentes momentos e seguem em constante provação para ver quem é realmente o primeiro piloto da escuderia de Maranello.
O que esperar da Ferrari em 2024? Quais as novidades que devem ser apresentadas no carro em fevereiro? É o que Luana Marino e Pedro Luis Cuenca discutem no Paddock Sprint desta segunda-feira.
O período de festividades se aproxima, com supermercados de todo o Brasil vivendo o boom das compras de Natal — e o Ano Novo já à espreita —, mas parece que ninguém avisou ao mundo do esporte a motor. As notícias não param! Nesta sexta-feira (15), a FIA divulgou a lista oficial de inscritos para a temporada 2024 da Fórmula 1 e conta com duas novidades: Kick Sauber e RB. O Paddock Sprint fala do assunto.
Mas não apenas isso! Em voga também o anúncio da Stock Car de trocar carros sedan por SUVs a partir dos próximos anos. É uma tentativa de chacoalhar o campeonato, mas o que você pensa sobre isso?
É bem verdade que no período laureado da Mercedes, Toto Wolff, chefe da equipe, afirmou que estava cansado das inúmeras viagens da Fórmula 1 e tinha o desejo de reduzir a carga de trabalho para passar mais tempo com a família. O movimento, no entanto, jamais aconteceu, especialmente na temporada 2021, quando a equipe encontrou na Red Bull uma adversária fortíssima e sagaz.
Então, o regulamento da F1 mudou, e a Mercedes entrou em decadência, colocando em dúvida a capacidade do time e do chefe em voltar a vencer. Contudo, ainda que tenha enfrentado problemas como a insistência no problemático conceito zeropod e a seca de vitórias em 2023, Wolff afirmou que nunca pensou em deixar o posto e garantiu que ainda é o melhor nome para comandar a Mercedes. Será mesmo? Esse é o tópico no Paddock Sprint de hoje, comandado por Evelyn Guimarães e Bernardo Castro. Confira!
A morte de Ayrton Senna completará 30 anos no próximo 1 de maio. Muito se pergunta sobre o que seria o futuro do tricampeão mundial se não fosse o acidente fatal no GP de San Marino, e um novo cenário foi revelado: Eddie Jordan, antigo dono da Jordan Grand Prix, revelou que ofereceu a possibilidade do brasileiro ser dono da equipe.
Assim, surge o questionamento: tricampeão mundial de Fórmula 1, o brasileiro daria um um bom chefe de equipe? E quais pilotos no grid atual da categoria se sairiam bem na função? Esses são alguns dos tópicos no Paddock Sprint de hoje, comandado por João Pedro Nascimento e Gabriel Curty. Confira!
De todas as 22 corridas realizadas na temporada 2023 da Fórmula 1, a única não vencida pela Red Bull foi o GP de Singapura. Nas ruas de Marina Bay, foi a Ferrari que triunfou, embora Fernando Alonso acredite que dentre todas as outras nove equipes do grid, a Aston Martin foi a que mais mereceu subir ao degrau mais alto do pódio. Portanto, o Paddock Sprint desta terça-feira avalia a declaração do bicampeão. Afinal, uma vitória do time de Silverstone seria justa? Luana Marino e Ana Paula Cerveira comandam o debate, confira!
O programa apresenta os vencedores das 16 categorias do Melhores do Ano de 2023 após a eleição feita pelos internautas, além de trazer uma grande novidade da programação do GRANDE PRÊMIO.
Victor Martins apresenta, com comentários de Gabriel Curty e Luana Marino.
Aproveite para se inscrever no canal do GRANDE PRÊMIO no YouTube e não perder as atrações, incluindo o Paddock GP, que vai ao ar toda segunda-feira e ao vivo.
O Paddock GP tem produção de Gabriel Carvalho. A direção é de Rodrigo Berton e o podcast é hospedado no feed do GRANDE PRÊMIO.
Com a chegada da Trackhouse para substituir a barrada RNF, a MotoGP começou a falar em uma segunda corrida nos Estados Unidos, já que quer conquistar o que considera ser um “mercado importante”.
O Mundial de Motovelocidade, porém, vive um período de entressafra, já que não tem pilotos nativos dos Estados Unidos como titulares na classe rainha desde a aposentadoria de Ben Spies. O país comandado por Joe Biden, todavia, tem um passado glorioso no esporte, com campeões como Eddie Lawson, Kevin Schwantz, Wayne Rainey, Freddie Spencer, Kenny Roberts, Kenny Roberts Jr. e Nicky Hayden.
Bom ressaltar, também, que em um passado não muito distante, a MotoGP corria três vezes no país, o que mudou com a saída de Laguna Seca e Indianápolis. Desde 2016, o GP das Américas, em Austin, é o único na programação.
À frente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo), Mohammed Ben Sulayem entrou em conflito com pilotos e equipes e, para coroar o trabalho desastroso, conseguiu virar a F1 toda contra a entidade máxima por causa ataque sem pé nem cabeça a Toto e Susie Wolff.
A gestão de Mohammed Ben Sulayem à frente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) leva a marca do caos. Desde que assumiu a entidade máxima, o dirigente coleciona polêmicas e agora conseguiu a proeza de unir a Fórmula 1. Mas contra ele.
Por conta de uma série de lambanças ao longo dos anos, a FIA já vinha um tanto quanto chamuscada, mas agora tentaram apagar o incêndio com gasolina: um ataque infundado para cima de Susie e Toto Wolff.
No Paddock Sprint, Juliana Tesser e Pedro Luis Cuneca comentam as muitas trapalhadas do dirigente que já quis punir Lewis Hamilton por faltar a uma festa, implicou com piercings e joias, atacou políticas sociais e ativismo e muito mais.
Quando tudo parecia se encaminhar para o fim de ano mais tranquilo, sem aqueles sobressaltos de outros tempos, eis que a FIA resolveu anunciar um 'Caso Wolff' e investigações diretas contra Toto e Susie. Algo que parece ter fechado a F1 e suas equipes ainda mais contra o presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem.
A questão, agora, é que o Liberty Media deu um passo adiante. Segundo a BBC, a F1 já considera fazer movimento para abandonar a FIA e cumprir os desejos que Bernie Ecclestone mostrou em outros tempos. Existe F1 sem a FIA? Existe FIA sem F1? Talvez seja necessário descobrir.
Na última terça-feira (5) o departamento de compliance da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) abriu uma investigação sobre possíveis trocas de informações entre o casal Toto e Susie Wolff.
Toto é chefe da Mercedes, enquanto Susie é diretora da F1 Academy, categoria que pertence à Fórmula One Management (FOM). A investigação começou após a reclamação de alguns chefes de equipe, que suspeitam que o casal tenha compartilhado acesso a informações confidenciais, o que resultaria em conflito de interesses.
Mercedes, Toto e Susie se manifestaram nas redes sociais e repudiaram qualquer tipo de acusação. A Fórmula 1 se manifestou demonstrando "surpresa" com a investigação e abriu mais um capítulo de queda de braço com a FIA.
Afinal, essa suspeita realmente tem algum fundamento? Ou é mais uma perseguição por parte da entidade que rege o esporte?
Ainda, tem a defesa de Jean Todt a Felipe Massa sobre o título da temporada 2008. Para o ex-presidente da FIA e ex-chefe da Ferrari , o GP de Singapura deveria ter sido "cancelado e apagado".
É o que João Pedro Nascimento e Bernardo Castro debatem no Paddock Sprint de hoje. O programa é produzido por Rodrigo Berton.
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