As primeiras páginas dos jornais franceses apresentam-se diversificadas mas mesmo assim a guerra de Mossul tem algum destaque ou ainda a campanha para as presidenciais numa América dividida.
LE LIGARO, titula os sobreviventes de Mossul relatam o inferno de Daesh. O estado islâmico tornou-se mais brutal e monstruoso.
Às portas de Mossul, replica em título LA CROIX. Tropas iraquianas e curdos avançam há dez dias no terreno rumo ao feudo de Daesh transformado em fortaleza.
Por seu lado, LE MONDE, faz o seu principal título com Estados Unidos: eleições da raiva. O escrutínio presidencial de 8 de novembro concentra todas as frustrações do país.
De um lado, Donald Trump, porta voz dos brancos abandonados que deixaram de acreditar no sonho americano e doutro, Hillary Clinton, que encarna uma elite afastada de uma esquerda revoltada pelas desigualdades.
Em relação à África, LIBÉRATION, faz o seu destaque com a ONU e o homem que sabia demais, Anders Kompass, alto funcionário sueco das Nações Unidas, por ter alertado sobre abusos sexuais levados a cabo por soldados franceses contra raparigas africanas na República Centro-africana.