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Neste episódio, Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem a advogada Alessandra Devulsky, autora de “Colorismo” (https://bit.ly/3fZbp1T), livro lançado em março pela editora Jandaíra e que faz parte da coleção Feminismos plurais. A publicação apresenta o conceito de colorismo e seu papel na construção de hierarquias raciais. Conversamos sobre as origens do colorismo e as imbricações entre colonização, racismo e capitalismo, a competição entre negros de pele clara e escura como ferramenta de dominação, as marcas do colorismo na sociedade atual, os desafios que ele coloca para a organização do movimento antirracista e muito mais. Alessandra é doutora em Direito Econômico e Financeiro pela Faculdade de Direito da USP, mestra em Direito Político, professora na Universidade do Quebec, cofundadora e diretora jurídica do Instituto Luiz Gama e diretora-geral do organismo Corporação de Desenvolvimento Comunitário de Côte-des-Neiges, em Montreal.
*Trilha: Emicida, “Principia” (part. Fabiana Cozza, Pastor Henrique Vieira e Pastoras do Rosário); e Criolo, “Esquiva da esgrima”.
O post Guilhotina #111: Colorismo, com Alessandra Devulsky apareceu primeiro em Central 3.
Neste episódio, Bianca Pyl e Luís
O post #110: A intervenção dos EUA na Venezuela chavista, com Tiago Santos Salgado apareceu primeiro em Central 3.
O Cerrado é conhecido como o berço das águas por abrigar diversas nascentes e importantes áreas de recarga hídrica, desempenhando um papel fundamental para as principais bacias hidrográficas brasileiras e sul-americanas. Contudo, apesar da sua importância para o equilíbrio ambiental brasileiro, não recebe a mesma proteção que outros biomas e já teve mais da metade de sua área devastada. Esta série especial de três episódios do Guilhotina, feita em parceria com a ActionAid Brasil e a Campanha Nacional em Defesa do Cerrado, reúne entrevistas com povos e comunidades tradicionais, além de pesquisadoras do bioma. Nesta abertura, Bianca Pyl e Luís Brasilino entrevistam Célia Xacriabá, da aldeia Barreiro Preto, ela é a primeira indígena a cursar doutorado na UFMG; Adalgisa Maria De Jesus, que vive em uma comunidade de Fundo e Fecho de Pasto, em Correntina, no Oeste baiano; e Miraci Pereira Silva, agricultora do assentamento Roseli Nunes, em Mirassol D’Oeste, no Mato Grosso. Conversamos sobre as pressões que elas enfrentam em seus territórios, como o uso abusivo dos recursos hídricos por grandes fazendas, contaminação por agrotóxico. Falamos também sobre a sabedoria das mulheres que vivem nesses biomas. Para saber mais sobre os temas abordados neste episódio acesse https://campanhacerrado.org.br/
Trilha
Abertura e encerramento: African Impression
O post Cerrado dos Povos: Saberes e Biodiversidade #01 – Mulheres apareceu primeiro em Central 3.
Neste episódio, Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem a socióloga Bruna Cristina Jaquetto Pereira, autora do livro “Dengos e zangas das mulheres-moringa: vivências afetivo-sexuais de mulheres negras” (https://bit.ly/3rbAmsy), publicado em dezembro de 2020 pela editora da Latin American Studies Association. Por meio de entrevistas e pesquisa bibliográfica, o trabalho analisa os desafios impostos pela sobreposição das dimensões de gênero e raça nas trajetórias afetivo-sexuais das mulheres negras brasileiras. Conversamos sobre como essas opressões articulam-se em termos de estética, sexualidade e moralidade sexual, sobre a “solidão da mulher negra”, relacionamentos inter-raciais e “amor afrocentrado”, o papel da escola e das famílias, colorismo e muito mais. Bruna é professora substituta no Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília, mestra e doutora em Sociologia pela UnB, com doutorado-sanduíche com bolsa CAPES/Fulbright na Universidade da Califórnia, Berkeley. Além de “Dengos e zangas das mulheres-moringa”, ela é autora também do livro “Tramas e dramas de gênero e de cor”, sobre violência doméstica contra mulheres negras, publicado em 2016. *Trilha: Leci Brandão, “Só quero te namorar”; e Carmen Costa, “Eu sou a outra” (Ricardo Galeno).
O post Guilhotina #109 – Bruna Cristina Jaquetto Pereira apareceu primeiro em Central 3.
Se o governo Dilma sustentava uma política econômica pró-indústria, por que a Fiesp se transformou em ponta de lança do processo de impeachment? A convidada de Bianca Pyl e Luís Brasilino neste episódio, a jornalista e cientista política Fernanda Perrin, concluiu mestrado na USP em 2020 em que procura responder a esta questão. Será que os industriais abandonaram a coalizão desenvolvimentista percebendo o fortalecimento dos setores populares que essas políticas estavam provocando? Ou o conflito distributivo provocado pela crise econômica atraiu a burguesia nacional para o campo da burguesia associada ao capital internacional, de modo a assegurar seus ganhos, ainda que aceitando perdas? Ou foram pura e simplesmente os erros do governo que levaram o setor para a oposição? Finalmente, esse comportamento da Fiesp não seria atenderia apenas ao cálculo político de seu líder, Paulo Skaf? Para começo de conversa, é importante entender um ponto: a burguesia não pode ser analisada como uma coisa só. Nem só como industrial ou financeira, nem como nacional ou associada, nem como grande, média ou pequena. O entrecruzamento dessas dimensões é fundamental. A dissertação de Fernanda, “Ovo do Pato: Uma análise do deslocamento político da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo”, está disponível em: http://bit.ly/3vl1jO1. *Trilha: Vulfpeck, “Funky Duck”; Ennio Morricone, “La classe operaia va in paradiso”.
O post Guilhotina #108 – Fernanda Perrin apareceu primeiro em Central 3.
Neste episódio, Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com a jornalista e política Manuela D’Ávila sobre seu novo livro, a coletânea “Sempre foi sobre nós: relatos da violência política de gênero no Brasil” (https://bit.ly/3t7BejA), e sobre a conjuntura política do país. Lançada em março pelo Instituto E Se Fosse Você, a obra traz o relato de quinze mulheres, como Dilma Rousseff, Benedita da Silva, Isa Penna, Tabata Amaral, Maria do Rosário e Sonia Guajajara, sobre as violências vividas em sua trajetória política. Falamos sobre o conceito de violência política de gênero e sobre como ela acompanhou a carreira política de Manuela, sua relação com as fake news e as estratégias de destruição de reputações, o impeachment da presidenta Dilma e o abuso sexual da deputada estadual Isa Penna, o ataque às mulheres como plataforma política da extrema direita, além do governo Bolsonaro, das perspectivas para a esquerda e da anulação das condenações do presidente Lula. Manu é mestra em políticas públicas e fundadora do Instituto E Se Fosse Você, voltado ao combate das fake news e redes de ódio. Filiada ao PCdoB, foi vereadora de Porto Alegre e deputada estadual e federal pelo Rio Grande do Sul e, em 2018, concorreu à vice-presidência na chapa de Fernando Haddad. Ela tem três livros lançados: “Revolução Laura”, “Por que lutamos? Um livro sobre amor e liberdade” e “E Se Fosse Você? Sobrevivendo às redes de ódio e fake news”. *Trilha: Ana Tijoux, “Antipatriarca”; e Aíla, “Rápido”.
O post Guilhotina #107 – Manuela D’Ávila apareceu primeiro em Central 3.
Neste episódio, Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o sociólogo Daniel Aldana Cohen, autor, com Kate Aronoff, Alyssa Battistoni e Thea Riofrancos, do livro “Um planeta a conquistar: a urgência de um Green New Deal” (http://bit.ly/2OmX8jr), lançado em fevereiro pela editora Autonomia Literária. A obra é ao mesmo tempo uma introdução ao que é o Green New Deal e um chamado para a urgência da adoção desse projeto de desenvolvimento que combina ambientalismo e superação do neoliberalismo. Conversamos sobre a importância de incorporar o combate às desigualdades sociais e raciais dentro da perspectiva de enfrentamento das mudanças climáticas, quais as medidas necessárias para fazê-lo, quais as consequências da manutenção do ritmo e do padrão atuais de produção, a falsa oposição entre crescimento econômico e proteção da natureza, um balanço dos governos Obama e Trump e as perspectivas para o mandato de Joe Biden e muito mais! Daniel é doutor em Sociologia, professor da University of Pennsylvania e diretor do Socio-Spatial Climate Collaborative. Ele estuda temas como a dimensão política das mudanças climáticas e a interseção entre mudanças climáticas, desigualdades, habitação e movimentos sociais, no Brasil e nos Estados Unidos. *Trilha: Anohni, “4 degrees”; e Lil Nas X, “Old Town Road” (Atticus Matthew Ross, Kiowa Roukema, Michael Trent Reznor e Montero Lamar Hill).
O post Guilhotina #106 – Daniel Aldana Cohen apareceu primeiro em Central 3.
Neste episódio, Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o historiador e antropólogo Willian Luiz da Conceição, autor do livro “Branquitude: dilema racial brasileiro” (http://bit.ly/3btvRnx), lançado pela editora Papeis Selvagens em 2020. A obra apresenta a trajetória da “branquitude” na história do pensamento social e racial no Brasil, jogando luz sobre um tema quase inexistente na academia brasileira já que o branco raramente é racializado. Conversamos sobre a origem e os significados do termo, a ideia de superioridade do branco como produto da colonização, a persistência desse pensamento nos dias de hoje, o racismo enquanto construção histórica, o pacto narcísico da branquitude e muito mais! Willian é historiador pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e mestre em Antropologia Social pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Atualmente, faz doutorando em Antropologia Social no Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pesquisa identidade nacional, racismos e relações raciais/branquitude no Brasil. *Trilha: Elza Soares, “A carne” (Marcelo Yuka, Seu Jorge e Ulisses Cappelette); e Racionais MC’s, “Negro drama”.
O post Guilhotina #105 – Willian Luiz da Conceição apareceu primeiro em Central 3.
Neste episódio, Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com o antropólogo Mauricio Fiore, autor do livro “Substância, sujeitos, eventos: uma autoetnografia sobre uso de drogas” (https://bit.ly/3jZTXtQ), lançado em 2020 pela Editora Telha. A obra investiga os efeitos do consumo de drogas a partir de pesquisa com grupos de amigos próximos do autor e de suas próprias experiências pessoais. Falamos sobre a onipresença do álcool, o “aprender a ficar chapado” com a maconha, a noia do crack e da cocaína, as experiências transformadoras com LSD, as relações com a dependência, as repercussões da proibição e os resultados de algumas experiências internacionais de descriminalização da maconha. Mauricio é bacharel em Ciências Sociais, mestre em Antropologia pela USP e doutor em Ciências Sociais pela Unicamp. É pesquisador do Cebrap e há mais de duas décadas pesquisa a questão do uso e de políticas de drogas, tendo sido editor da primeira revista científica dedicada ao tema no Brasil, a Platô: drogas e políticas. *Links: Gilberto Velho, “Nobres e anjos: um estudo de tóxicos e hierarquia (http://bit.ly/3s6Qxs2); Taniele Rui, “Nas tramas do crack: etnografia da abjeção” (http://bit.ly/2Zt13xB). *Trilha: Chico Science, “Salustiano Song” (Chico Sciece e Lucio Maia); Lou Reed, “This magic moment” (Doc Pomus e Mort Shuman).
Trilha
O post Guilhotina #104 – Mauricio Fiore apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o economista Pedro Rossi para falar sobre seu novo livro “Economia pós-pandemia: desmontando os mitos da austeridade fiscal e construindo um novo paradigma econômico” (http://bit.ly/3pal0ns), organizado com Esther Dweck e Ana Luiza Matos de Oliveira e lançado em novembro pela Autonomia Literária. A obra escancara a irracionalidade da política de austeridade fiscal iniciada em 2015 e elevada à máxima potência a partir da emenda constitucional do Teto de Gastos, aprovada no ano seguinte. Conversamos sobre os principais mitos da política fiscal (especialmente aquele do “Estado dona de casa”), sobre a ineficácia do corte de gastos para promover recuperação econômica, sobre os efeitos do Teto de Gastos na economia brasileira e em diversos setores da sociedade (educação, saúde, mas também gênero, racismo…), sobre alternativas à austeridade e muito mais! Pedro é professor do Instituto de Economia da Unicamp e pesquisador do Centro de Estudos de Conjuntura e Política Econômica. Formado em economia na UFRJ, com mestrado e doutorado na Unicamp, foi diretor da Sociedade Brasileira de Economia Política e do Centro de Estudos de Conjuntura e Política Econômica, pesquisador visitante da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento da ONU e professor visitante da Fundan University, em Shanghai. *Links: Coalizão Direitos Valem Mais (https://direitosvalemmais.org.br/). *Trilha: Emicida e Gilberto Gil, “É tudo pra ontem” (Emicida, Felipe Vassão e Thiago Jamelão); e Gilberto Gil, “Ê, povo, ê.
O post Guilhotina #103 – Pedro Rossi apareceu primeiro em Central 3.
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