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Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o economista Pedro Rossi para falar sobre seu novo livro “Economia pós-pandemia: desmontando os mitos da austeridade fiscal e construindo um novo paradigma econômico” (http://bit.ly/3pal0ns), organizado com Esther Dweck e Ana Luiza Matos de Oliveira e lançado em novembro pela Autonomia Literária. A obra escancara a irracionalidade da política de austeridade fiscal iniciada em 2015 e elevada à máxima potência a partir da emenda constitucional do Teto de Gastos, aprovada no ano seguinte. Conversamos sobre os principais mitos da política fiscal (especialmente aquele do “Estado dona de casa”), sobre a ineficácia do corte de gastos para promover recuperação econômica, sobre os efeitos do Teto de Gastos na economia brasileira e em diversos setores da sociedade (educação, saúde, mas também gênero, racismo…), sobre alternativas à austeridade e muito mais! Pedro é professor do Instituto de Economia da Unicamp e pesquisador do Centro de Estudos de Conjuntura e Política Econômica. Formado em economia na UFRJ, com mestrado e doutorado na Unicamp, foi diretor da Sociedade Brasileira de Economia Política e do Centro de Estudos de Conjuntura e Política Econômica, pesquisador visitante da Conferência das Nações Unidas para o Comércio e Desenvolvimento da ONU e professor visitante da Fundan University, em Shanghai. *Links: Coalizão Direitos Valem Mais (https://direitosvalemmais.org.br/). *Trilha: Emicida e Gilberto Gil, “É tudo pra ontem” (Emicida, Felipe Vassão e Thiago Jamelão); e Gilberto Gil, “Ê, povo, ê.
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Bianca Pyl e Luís Brasilino conversam com a antropóloga Juliana Farias sobre seu novo livro, “Governo de mortes: uma etnografia da gestão de populações de favelas no Rio de Janeiro” (http://bit.ly/3tp6USo), lançado no final de 2020 pela editora Papéis Selvagens. A obra investiga a atuação do Estado brasileiro nas comunidades pobres fluminenses e revela que a produção de mortes, longe de ser uma exceção ou um desvio desde ou daquele agente, é um resultado desejado, é um dos objetivos da atual política de segurança pública. Falamos sobre a pesquisa, as consequências desse modelo, a violência policial e os autos de resistência, a luta dos familiares das vítimas e muito mais. Juliana é graduada e tem mestrado em Ciências Sociais pela UERJ e doutora em Sociologia pelo Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia da UFRJ. Atualmente realiza pós-doutorado no Núcleo de Estudos de Gênero Pagu/Unicamp. Ela é co-roteirista, com Natasha Neri, do documentário “Auto de resistência” (2018), dirigido por Natasha e Lula Carvalho. *Links: artigo de Juliana e Adriana Viana, A guerra das mães: dor e política em situações de violência institucional (http://bit.ly/3cF3Dbt). *Trilha: Família Kponne, Us Neguin Q ñ C Kala e Mais Preto, “Lágrimas de Sangue”; e Rachel Barros (interpretação da Banda Som de Preta), “Chama Negra”.
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Neste primeiro episódio gravado em 2021, Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem os curadores independentes Luísa Duarte e Victor Gorgulho. Eles são organizadores da coletânea “No tremor do mundo: ensaios e entrevistas à luz da pandemia” (http://bit.ly/2Ma8syt), lançada pela editora Cobogó em novembro de 2020. A obra reúne artigos e entrevistas de pensadores e ativistas como Sidarta Ribeiro, Ailton Krenak, Heloisa Starling e Silvio Almeida para elaborar sobre as reverberações da pandemia. Conversamos sobre as tendências destacadas e aceleradas pela crise atual, as possibilidades de transformação colocadas por este novo cenário e os impactos da pandemia no mundo das artes. Luísa é curadora independente, escritora e pesquisadora, mestre em Filosofia pela PUC São Paulo e doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Artes da Uerj. Foi crítica de arte do jornal O Globo e fez parte da equipe curatorial de diversas exposições no Brasil, entre elas o programa Rumos Artes Visuais, exposição coletiva Quarta-feira de Cinzas, da exposição Adriana Varejão – Por uma Retórica Canibal e da exposição Tunga – o rigor da distração. Já Victor é graduado em Jornalismo pela Escola de Comunicação da UFRJ e mestrando em Literatura e Cultura e Contemporaneidade pela PUC-RJ. É curador independente, jornalista e pesquisador e também foi curador de diversas exposições, como Vivemos na Melhor Cidade da América do Sul; Eu Sempre Sonhei com um Incêndio no Museu – Laura Lima & Luiz Roque, entre outras. Desde 2019 é o curador do MIRA, programa de exibição de filmes da ArtRio. *Links: indicação da Luísa: https://galeriajaquelinemartins.com.br/exposicao/quevaoquevem; indicação do Victor: https://ims.com.br/convida/. *Trilha: Paulinho Nogueira, “Ideias erradas”; e Cory Wong, “Perfect stone for skipping”.
O post Guilhotina #101 – Luisa Duarte e Victor Gorgulho apareceu primeiro em Central 3.
O post Guilhotina #100 – Torkjell Leira apareceu primeiro em Central 3.
Há
O post Guilhotina #99 – Luana Malheiro apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o comunicador e ativista Rene Silva. Fundador do jornal Voz das Comunidades, em 2010, ele ficou conhecido por cobrir a ocupação do Complexo do Alemão pela UPP, através do Twitter, e foi considerado um dos negros mais influentes do mundo pela organização “Most Influential People of African Descent”, de Nova York. Ele fala sobre sua trajetória no livro “Rene Silva, ativismo digital e ação comunitária” (http://bit.ly/3h2CYWc), organizado por Marcus Faustini e que é parte da coleção Cabeças da periferia, lançada este ano pela editora Cobogó. Conversamos sobre a criação do Voz das Comunidades e a importância da produção de informação por parte dos habitantes da periferia, a cobertura que a mídia tradicional faz das operações policiais nas favelas e o impacto que a atuação do Voz das Comunidades teve, a explosão da violência de Estado nos últimos anos e os impactos da pandemia nas comunidades do Rio de Janeiro. *Trilha: Meu Mundo É Hoje (eu Sou Assim) – Tereza Cristina; Principia (part. Fabiana Cozza, Pastor Henrique Vieira e Pastoras do Rosário) – Emicida
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Neste
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O post Na Era do Garrafão #46 A Classe do Hall da Fama de 2020 apareceu primeiro em Central 3.
O convidado deste episódio passou 18 meses escrevendo e os últimos 60 anos pesquisando para escrever sua última obra, “Karl Marx: uma biografia” (http://bit.ly/3oRmsLE), livro de 816 páginas lançado pela Boitempo em dezembro. Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem o professor José Paulo Netto para uma viagem de mais de 2 horas ao século XIX e às raízes do comunismo e do capitalismo. Zé Paulo é professor titular da Escola de Serviço Social da UFRJ, professor emérito da instituição e professor da Escola Nacional Florestan Fernandes. Tem graduação em Serviço Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora e doutorado pela PUC-SP, e é doutor honoris causa pela Universidad Nacional do Centro da Província de Buenos Aires e pela Universidade Lusíada de Lisboa. Conversamos sobre como o desenrolar da história influenciou a obra de Marx: os primeiros anos na Alemanha feudal das décadas de 1820 e 1830, a ida a Paris e a sua inflexão comunista, a simbiose com Friedrich Engels, sua relação com o proletariado da época, a Revolução de 1848 e a Primavera dos Povos, a redação de suas principais obras, a Comuna de Paris, a vida privada da família Marx, os diferentes modos como as elites o encaravam em vida e a importância da biografia para a atualidade da sua obra. *Trilha: Dolly Parton, “9 to 5”; e Milton Nascimento e Beto Guedes, “Nada será como antes” (Milton Nascimento e Ronaldo Bastos).
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