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Bianca
O post Guilhotina #92 – Gabriel Landi apareceu primeiro em Central 3.
Quinto episódio da série especial Cidade livre, uma parceria do Guilhotina com a Fundação Rosa Luxemburgo (FRL), analisa a articulação política e a participação social nos transportes. Para tanto, Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem Cleo Manhas, assessora política do Inesc, doutora em educação pela PUC-SP e integrante do Movimento Nossa Brasília; e a assistente social Rafaela Albergaria, militante antirracista, abolicionista e feminista negra, mestre em Serviço Social pela Escola de Serviço Social da UFRJ e coautora, com João Pedro Martins e Vitor Mihessen, do livro “Não foi em vão: mobilidade, desigualdade e segurança nos trens metropolitanos do Rio” (https://br.boell.org/pt-br/2020/03/24/nao-foi-em-vao). Cleo falou sobre a campanha Embarque por Direitos (embarquepordireitos.org.br), que visa pressionar pela regulamentação da emenda constitucional aprovada em 2015 reconhecendo o transporte como um direito social; e Rafaela apresentou o livro “Não foi em vão”, que, a partir da investigação realizada pelos autores sobre a morte de sua prima Joana Bonifácio, atropelada na estação de trem de Coelho da Rocha, no Rio de Janeiro, revela as conexões entre a precariedade e a violência no transporte com o racismo e a periferia. Elas também falaram sobre a importância do reconhecimento do transporte como um direito para melhorar as condições de mobilidade para a população, em especial a negra e periférica; e a necessidade de reformar a gestão das políticas de transporte, hoje em dia comandada por homens brancos que não andam de ônibus ou trem, passando a administração para os usuários. A série Cidade livre reúne em dez episódios vinte ativistas, pesquisadores e gestores públicos para discutir a mobilidade urbana à luz das publicações “Passe livre: as possibilidades da tarifa zero contra a distopia da uberização” (https://rosalux.org.br/passe-livre/) e “Tarifa zero: a cidade sem catracas” (https://rosalux.org.br/lancamento-do-livro-tarifa-zero-a-cidade-sem-catracas/), ambas da Autonomia Literária com a FRL.
Trilha: Rincon Sapiência, “Transporte Público”; e Mc Tha, “Valente”. Ilustração: Rodrigo Corrêa.
Esta publicação foi realizada com o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo e fundos do Ministério Federal para a Cooperação Econômica e de Desenvolvimento da Alemanha (BMZ). O conteúdo da publicação é responsabilidade exclusiva do Le Monde Diplomatique Brasil e não representa necessariamente a posição da FRL.
O post Cidade livre #05 – Cleo Manhas e Rafaela Albergaria apareceu primeiro em Central 3.
Bianca
O post Guilhotina #92 – Leandro Pereira Gonçalves e Odilon Caldeira Neto apareceu primeiro em Central 3.
Neste episódio da série especial Cidade livre, uma parceria do Guilhotina com a Fundação Rosa Luxemburgo (FRL), Bianca Pyl e Luís Brasilino reúnem a diretora-geral da Associação dos Ciclistas Urbanos de São Paulo (Ciclocidade), Jô Pereira, e a militante do movimento Tarifa Zero BH, Letícia Birchal, para falar sobre o colapso das cidades baseadas em transporte privado. Jô é graduada em Educação Física, pós-graduada em Arte Integrativa, artista cênica no Núcleo Pé de Zamba e na Ouvindo Passos Companhia de Dança e idealizadora dos projetos Pedal na Quebrada e Mapa Pedal Afetivo; e Letícia, além de militante do Tarifa Zero BH, é doutoranda em Ciência Política pela Universidade Federal de Minas Gerais e usuária de ônibus. Conversamos sobre a trajetória das entrevistadas e das suas organizações, a prioridade dada pelo poder público para os carros e os impactos dessa escolha para a população, especialmente para quem mais utiliza o transporte público: as mulheres, os negros e os habitantes das periferias. Elas também falaram sobre o potencial de suas bandeiras políticas, as bicicletas e a tarifa zero, para alterar a atual realidade de violência e exclusão nos transportes. Além disso, Letícia apresentou o livro “A estrutura de poder do trânsito”, obra do grupo sueco PLANKA.NU traduzida pelo Tarifa Zero BH (disponível para download em https://rosalux.org.br/baixe-gratis-o-livro-a-estrutura-de-poder-do-transito/). *Link: Apresentação Letícia: https://bit.ly/3kOjGVS (PDF). A série Cidade livre reúne em dez episódios vinte ativistas, pesquisadores e gestores públicos para discutir a mobilidade urbana à luz das publicações “Passe livre: as possibilidades da tarifa zero contra a distopia da uberização” (https://rosalux.org.br/passe-livre/) e “Tarifa zero: a cidade sem catracas” (https://rosalux.org.br/lancamento-do-livro-tarifa-zero-a-cidade-sem-catracas/), ambas da Autonomia Literária com a FRL.
Trilha: Rincon Sapiência, “Transporte Público”; e Joni Mitchell, “Big Yellow Taxi”. Ilustração: Rodrigo Corrêa.
Esta
O post Cidade livre #04 – Jô Pereira e Letícia Birchal apareceu primeiro em Central 3.
Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem as mulheres quilombolas Selma dos Santos Dealdina, do Angelim III, Território do Sapê do Norte, em São Mateus (ES), e Vercilene Francisco Dias, Vão do Moleque, Território Kalunga, em Cavalcante (GO). Selma é assistente social, foi gerente de política para as mulheres no Espírito Santo e é secretária executiva da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (Conaq); e Vercilene é mestre em Direito Agrário pela Universidade Federal de Goiás, graduada em Estudo Internacional em Litígio Estratégico em Direito Indígena pela PUC do Peru e atua como advogada popular na Conaq e na Terra de Direitos. Elas são, respectivamente, organizadora e autora de um dos capítulos do livro “Mulheres quilombolas: territórios de existências negras femininas” (http://bit.ly/mulheres-quilombolas), lançado pela editora Jadaíra neste mês e tema deste episódio. Conversamos sobre a trajetória delas e de seus quilombos, o papel da resistência negra contra a escravização e a importância desse reconhecimento no Brasil de hoje, o protagonismo das mulheres, a luta pela terra e por uma produção voltada para as necessidades das pessoas, o combate ao racismo e os ataques lançados pelo atual governo federal contra negros e quilombolas, especialmente por parte do presidente da Fundação Cultual Palmares.
Trilha: Elza Soares, “Língua solta” (Alice Coutinho e Romulo Fróes); Gilberto Gil, “Drão”.
O post Guilhotina #90 – Selma dos Santos Dealdina e Vercilene Francisco Dias apareceu primeiro em Central 3.
No terceiro e último episódio da série especial do Guilhotina, feita em parceria com a Fundação Tide Setubal, Bianca Pyl e Luís Brasilino entrevistam o pedagogo e pesquisador Luiz Paulo Ferreira Santiago, que é educador social da Casa dos Meninos; e Artur Santoro, graduando em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo, pesquisador de arte e culturas africanas e afro-brasileiras e curador independente. Eles estão entre os autores da pesquisa “Periferias de São Paulo: heterogeneidade e novas formas de vida coletiva”, que investiga as transformações vividas pelas regiões periféricas da capital paulista nas últimas décadas. Neste episódio, conversamos sobre as origens e os mecanismos que tornaram possível a criminalização do funk enquanto gênero musical e sobre o seu potencial transgressor. Falamos também sobre o processo de deslocamento das pessoas LGBTs das periferias para o centro de São Paulo para encontrar espaços de socialização e diversão, sobre as violências sofridas pelos frequentadores dos bailes funks e também pelas pessoas LGBTs. Essa produção tem o apoio da Fundação Tide Setubal, apoiadora da pesquisa junto com o Centro de Estudos de Política e Economia do Setor Público da Fundação Getúlio Vargas; a Universidade da Califórnia, em Berkeley; a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; e o Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo.
Link: Especial com artigos das autoras e autores da pesquisa: https://diplomatique.org.br/especial/periferiasp.
Trilha: Mc Federado e Os Lelekes, “Passinho do volante”.
O post Periferias de São Paulo #03 – Luiz Paulo Ferreira Santiago e Artur Santoro apareceu primeiro em Central 3.
A tarifa zero no transporte público muitas vezes é tratada por seus críticos como um sonho, uma proposta irrealista impossível de ser concretizada diante das limitações orçamentárias. Neste terceiro episódio da série especial Cidade livre, uma parceria do Guilhotina com a Fundação Rosa Luxemburgo (FRL), Bianca Pyl e Luís Brasilino reúnem dois entrevistados que demonstram que isso não poderia ser mais falso: o jornalista Daniel Santini e o vice-presidente nacional do PT e ex-prefeito de Maricá (RJ)
Washington Quaquá. Santini, coordenador na Fundação Rosa Luxemburgo, lançou em 2019 o “Passe livre: as possibilidades da tarifa zero contra a distopia da uberização”, em que apresenta uma série de iniciativas de passe livre espalhadas pelo mundo. A obra inclusive foi tema do episódio #51 do Guilhotina. Já Quaquá era o prefeito de Maricá quando a cidade estabeleceu em 2014 a tarifa zero nos ônibus municipais. Até hoje o município do litoral fluminense é o único do Brasil com mais de 100 mil habitantes onde tal política está em vigor. Conversamos sobre as resistências a esse tipo de projeto, os desafios orçamentários – que, segundo Quaquá, são muito menores do que ele próprio imaginava –, as perspectivas de ampliação para grandes cidades e, sobretudo, sobre os impactos da tarifa zero no acesso da população a outros direitos. A série Cidade livre reúne em dez episódios vinte ativistas, pesquisadores e gestores públicos para discutir a mobilidade urbana à luz das publicações “Passe livre: as possibilidades da tarifa zero contra a distopia da uberização” (https://rosalux.org.br/passe-livre/) e
“Tarifa zero: a cidade sem catracas” (https://rosalux.org.br/lancamento-do-livro-tarifa- zero-a-cidade-sem-catracas/), ambas da Autonomia Literária com a FRL.
Trilha: Rincon Sapiência, “Transporte Público”; e Zeca Pagodinho, “Shopping móvel” (Claudinho Guimarães e Luizinho Toblow).
Esta publicação foi realizada com o apoio da Fundação Rosa Luxemburgo e fundos do Ministério Federal para a Cooperação Econômica e de Desenvolvimento da Alemanha (BMZ). O conteúdo da publicação é responsabilidade exclusiva do Le Monde Diplomatique Brasil e não representa necessariamente a posição da FRL.
O post Cidade livre #03 – Daniel Santini e Washington Quaquá apareceu primeiro em Central 3.
Bianca
O post Guilhotina #89 – Luiz Eduardo Soares apareceu primeiro em Central 3.
Série especial do Guilhotina, feita em parceria com a Fundação Tide Setubal, reúne as autoras e autores da pesquisa “Periferias de São Paulo: heterogeneidade e novas formas de vida coletiva”. Neste segundo episódio, Bianca Pyl e Luís Brasilino entrevistam a socióloga Mayara Amaral, pesquisadora do Projeto Observatório de Direitos Humanos em Escolas do Núcleo de Estudos da Violência da USP; e Renata Adriana de Sousa, mestre em Ciências Sociais pela Unifesp e integrante do coletivo de pesquisadores periféricos do CPDOC Guaianás. Conversamos sobre a inserção e os desafios enfrentados pelos estudantes negros e das periferias ao acessaras universidades. Falamos também sobre as modificações na produção das moradias e sobre os arranjos espaciais para a habitação nas periferias, em que um mesmo núcleo familiar pode transitar entre ser inquilino, ocupante e proprietário à morador de rua. Essa produção tem o apoio da Fundação Tide Setubal, apoiadora da pesquisa junto com o Centro de Estudos de Política e Economia do Setor Público da Fundação Getúlio Vargas; a Universidade da Califórnia, em Berkeley; a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo; e o Núcleo de Estudos da Violência da Universidade de São Paulo. Link: Especial com artigos das autoras e autores da pesquisa: https://diplomatique.org.br/especial/periferiasp.
Trilha: Mc Federado e Os Lelekes, “Passinho do volante”.
O post Periferias de São Paulo #02 – Mayara Amaral e Renata Adriana de Sousa apareceu primeiro em Central 3.
Segundo episódio da série especial Cidade livre, parceria do Guilhotina com a Fundação Rosa Luxemburgo (FRL), lembra a experiência pioneira da cidade de São Paulo, que na virada dos anos 1990 tentou aplicar a tarifa zero no transporte municipal. Para contar essa história, Bianca Pyl e Luís Brasilino recebem seus dois principais protagonistas, a então prefeita da capital Luiza Erundina e seu secretário de Transporte, Lucio Gregori. Erundina é assistente social, foi prefeita de São Paulo entre 1989 e 1992 e atualmente exerce seu 6º mandato como deputada federal. Já Lucio Lucio é engenheiro civil, foi diretor de Planejamento da Emurb, diretor técnico da Emplasa e de Planejamento da Fundação Seade e, na Prefeitura de São Paulo atuou como secretário de Serviços e Obras e secretário de Transportes. Eles contaram sobre a situação de precariedade em que encontraram os ônibus que operavam na cidade; de onde surgiu a ideia de instituir o passe livre; a resistência ao projeto por parte da imprensa, da oposição e do próprio PT, o partido da prefeita; os frutos do projeto que, mesmo não aprovado, deixou um legado para o transporte público do município; e a atualidade da proposta de passe. A série Cidade livre reúne em dez episódios vinte ativistas, pesquisadores e gestores públicos para discutir a mobilidade urbana à luz das publicações “Passe livre: as possibilidades da tarifa zero contra a distopia da uberização” (https://rosalux.org.br/passe-livre/) e “Tarifa zero: a cidade sem catracas” (https://rosalux.org.br/lancamento-do-livro-tarifa-zero-a-cidade-sem-catracas/), ambas da Autonomia Literária com a FRL.
Trilha: Rincon Sapiência, “Transporte Público”; e Tom Zé, “Povo novo”. Ilustração: Rodrigo Corrêa.
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O post Cidade livre #02 – Lucio Gregori e Luiza Erundina apareceu primeiro em Central 3.
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