Ontem, o Presidente guineense aceitou a demissão do Primeiro-Ministro Umaro Cissoko Embalo, uma decisão que coincidiu com o fim do prazo estipulado pela CEDEAO para os actores políticos guineenses encontrarem uma saída de crise. Nesta perspectiva, encontra-se actualmente uma delegação desta organização em Bissau em contactos políticos, continuando a prevalecer a expectativa quanto ao que poderá ser decidido a seguir. Em entrevista à RFI, o analista e sociólogo guineense Dautarin da Costa refere-se ao clima que reina neste momento no país começando por considerar que o Umaro Cissoko Embalo não tinha outra possibilidade senão sair de cena.