Hoje focamos o nosso olhar sobre a Guiné-Bissau que ontem, no espaço de algumas horas, depois de mais de dois anos de bloqueio, se dotou de um novo primeiro-ministro, o sétimo desde 2014, cuja missão consistirá em criar as condições para o país realizar as legislativas fixadas -também ontem- para o dia 18 de Novembro. Desde ontem, por conseguinte, está encaminhada uma autêntica maratona para Aristides Gomes, o novo chefe do governo que, aos 63 anos, não é novato na função uma vez que já foi primeiro-ministro entre 2005 e 2007. O que se pode esperar deste período de transição que se avizinha? Foi a pergunta que colocamos ao analista guineense Dautarin da Costa.