História pros brother

História pros brother

By AGÊNCIA DE PODCASTEducation
Download on the App Store

História pros brother episodes

  • TOP 5 Guerras Nada a Ver

    A guerra existe na história da humanidade desde os nossos primeiros registros. Muitas delas aconteceram por contextos sócio políticos que puderam ser explicados mais tarde de uma maneira bem clara.   Mas não foi o caso da Guerra da Barba. Essa guerra ocorreu por questões pessoais.   O conflito foi entre a Inglaterra e a França, e aconteceu por conta de uma barba - como explicita no nome.   O que ocorreu foi que Luís VII da França, se casou com Eleanor. Como era de praxe, o pai de Eleanor deu a Luís VII algumas terras como dote de casamento.  Acontece que depois de alguns anos de casamento, Luís VII foi lutas nas Cruzadas. E para a guerra ele fez algo que muitos homens da época faziam: raspou a barba.   Piolhos, micoses e muitos outros infortúnios acontecem mais nas guerras se o homem tiver barba. Por isso é bem comum que o pessoal tire a barba antes de uma guerra.   Entretanto, outra coisa tão comum é a mulher gostar do seu homem barbudo. Pra muitos, a barba é a maquiagem do homem. Eleanor não gostou de seu marido sem barba, e esse fato iniciou discussões no casal que culminou no fim do casamento.   Anos mais tarde Eleanor se casou novamente, dessa vez com Henrique II, da Inglaterra. E adivinha? Eles exigiram as terras que o pai de Eleanor tinha dado como dote a Luís VII .   E claro, isso desencadeou o que seria conhecida como a Guerra da Barba, de 1152 a 1153, com a vitória britânica.

    50 min
  • Ucrânia Medieval feat. Tucano

    Hoje falamos bastante sobre os conflitos entre Rússia e Ucrânia. Mas o mundo ucraniano possui um histórico incrível, que explica inclusive muitas motivações para os atritos que ocorrem no Leste Europeu.  Hoje um livro de história numa escola ucraniana ou numa escola russa, terão o mesmo ponto de partida para a fundação das suas nacionalidades: a Rússia de Kiev.   A região será mãe dos dois atuais países e viveu seu auge durante a transição de alta para baixa idade média.  Neste episódio, Fernando Russel (aka Tucano mãos lindas) conta um pouco sobre os conflitos e a história da Ucrânia medieval, além de citar um pouco sobre o seu livro que - em algum momento da história humana - será publicado.

    1 hr 5 min
  • Cultos Bizarros 4 - Vissarion

    Sergey Anatol'yevitch Torop, nascido em janeiro de 1961 na cidade de Krasnodar, na Rússia. Sergey teve uma vida bem normal, vivendo dentro da URSS. Ele serviu por alguns anos o Exército Vermelho, depois de pedir a dispensa do exército trabalhou como guarda rodoviário do seu Estado. Só que foi a partir de um acontecimento no seu trabalho que sua vida mudou.

    Sergey era considerado um profissional bastante dedicado só que em 1989 ele foi demitido! E é a partir daqui que as coisas começam a ficar mais interessantes. Em maio de 1990, Sergey afirma ter vivido uma experiência sobrenatural. Nesse dia ele experimentou uma revelação mística que no ano seguinte o fez nascer como Vissarion, o próprio Jesus Cristo encarnado. Essa experiência mística transformou Sergey em Vissarion, o próprio Jesus Cristo.

    Isso é o que ele conta para os seus fiéis que foram integrando seu grupo. Mas após a demissão, Sergey se tornou frequentador de um clube de OVNIs da Sibéria e, por algum tempo, esteve “buscando contato” nas chamadas zonas anômalas. Mas procurar OVNIs não se tornou sua ideia fixa. Sergey voltou sua atenção para métodos de exercer influência psicológica sobre as pessoas. O ex-policial frequentou vários cursos em Moscou populares na década de 1990 e fez seu primeiro sermão público a partir de um pequeno estúdio de televisão na Sibéria.

    Agora como Vissarion, ou Jesus Cristo, o que ele precisava fazer era comunicar isso para as pessoas. O seu primeiro discurso público aconteceu em 18 de agosto de 1991 na cidade de Minusink. Em seus pronunciamentos ele afirmava que: “Filho de Deus! Chegou o momento em que a necessidade de dar o primeiro passo conduzindo ao longo do Caminho da Verdadeira Perfeição da humanidade deve ser resolvida.”

    Esse foi o ano que a URSS chegou ao fim e as Repúblicas precisaram se reorganizar sozinhas, cada uma por si. Então era um período fértil para promessas de vida melhor e essas coisas acontecesse. Por isso não demorou para que ele conseguisse um número de fiéis bem grande de forma até que rápida.

    Vissarion não dizia que ele era o próprio Deus, mas uma reencarnação de Jesus e se apresentava como a PALAVRA de Deus. Ou seja, o que ele falava e escrevia tinha uma força muito grande dentro da comunidade que estava sendo criada. Para formar sua comunidade Vissarion passou alguns anos viajando pela Rússia espalhando a sua palavra e o interessante era que ele não pedia nada, isso foi um fator que levou algumas pessoas a serem convencidas. Um cético ficaria com o pé atrás com um cara que se diz Jesus e começa a pedir grana. Um dos fiéis, chamado Mikhaíl Ilin, que integrou o grupo falou exatamente isso: “Para minha surpresa, Vissarion parecia uma pessoa sensata e não pedia nada. Pelo contrário, ele me aconselhou a moldar meu próprio destino e, o mais importante, a não fazer o mal”.

    Foi em 1994 que Vissarion conseguiu se estabelecer em um local próprio nas florestas da Sibéria em uma área de aproximadamente 2.500 Km². Nesse local ele fundou o Igreja do Último Testamento, e os moradores desse lugar se denominavam moradores da Comunidade da Fé Unida.

    59 min
  • Eu vou fazer você odiar o Equador

    O Equador é um país da América Latina e é um dos poucos que não fazem fronteira com o Brasil. Então já começa que como não é vizinho nosso não precisamos tratar bem. A história do Equador é interessante porque todo mundo estuda na escola sem saber. O famoso Império Inca existiu num território onde hoje é o Equador. Esse mesmo território foi colonizado pelos espanhóis e a independência do Equador aconteceu em maio de 1822 com a ajuda de Simón Bolívar.  Quando falamos em colonização aqui da América e em escravização logo pensamos nos africanos que foram trazidos para cá para serem escravizados. Porém, o Equador foi um território que não teve tanto a presença da população negra trabalhando em regime de escravidão. Quase a totalidade dos casos de escravidão se referem aos indígenas e com isso toda a violência colonial foi praticada contra os povos nativos equatorianos.  O problema é que ao longo da história do Equador as populações indígenas precisaram lutar para não desaparecer. A escravidão indígena no Equador ficou conhecida como encomienda e se caracterizava pela posse de terras de uma parte da elite espanhola e criolla (filhos de espanhóis) que tinham nessas terras o trabalho escravo de indígenas. Dentro dessas terras os indígenas poderiam ser torturados, abusados etc., caso não “rendessem” no trabalho.  Mesmo com a independência do Equador a vida dos povos indígenas no país ainda é complicada. Em 2017, por exemplo, o povo Shuar do Equador acusou o governo do país de os expulsarem de suas terras para dar esse território a uma empresa estrangeira!  Uma mineradora chamada Ecuacorrientes S.A. que é da China recebeu autorização do governo para instalar territórios de mineração no território em que tinha esse povo indígena que foi simplesmente deslocado, expulso de seu próprio território! Os povos indígenas até conseguem se articular bem politicamente e são ativos na política do país, porque representam mais de 25% da população total.  Mas isso não tira o fato de que muitos desses povos ainda precisam lidar com essa questão de serem expulsos de suas terras com a autorização do próprio governo.  Uma outra questão indígena, aí mais recente, aconteceu durante a pandemia da COVID-19. No início da pandemia a nação Siekopai, que fica na fronteira entre o Equador e o Peru e é formada por 744 integrantes começou a apresentar taxas altas de contaminação. O líder do povo tentou chamar a atenção do governo para isolar o território, mas não obteve resposta. Os Siekopai temeram ser extintos pela COVID-19 sem nenhum tipo de amparo governamental.  Com o aumento das contaminações dezenas de membros da comunidade fugiram para a floresta tropical amazônica para se proteger da pandemia. Mesmo que hoje eles tenham sobrevivido, a vista grossa que o governo fez foi criminosa.

    42 min
  • Drácula

    Esse conceito de vampiros que conhecemos hoje, tem origem no folclore e na mitologia da Europa Oriental, mais especificamente na região dos Balcãs, local que hoje ficam os países Albânia, Hungria, Grécia e Romênia. E esse tipo de folclore chegou nessa região com o antigo Império Habsburgo, império que sua população passou a avistar ataques reais de vampiros. Pouco a pouco o medo se generalizou e as lendas começaram a se espalhar pela Europa no século XVIII.  A lenda da existência de vampiros foi muito popular em países como a França no século XVIII. Teólogos e Demonologistas escreveram tratados sobre a existência e aparição de vampiros. Depois de virar estudo teórico essas histórias pularam para a ficção até o Bram Stroker escrever sobre o Drácula da Transilvânia.  Só que esse lugar famoso chamado “Transilvânia” não é um lugar apenas da ficção científica e dos filmes, ele existe de verdade! Essa região fica no centro da atual Romênia e esse nome significa “Além da Floresta”, mostrando que é uma região pouco habitada em relação a grandes concentrações, tendo apenas alguns poucos castelos.  A Transilvânia foi um local muito disputado entre alguns impérios, durante muitos anos ele pertenceu ao Império Turco Otomano e em 1683 foi conquistado pelo Império Austríaco, ficando com essa posse até 1920, quando criaram a Romênia.  Mas onde entra o tal Drácula nessa história? A história do Drácula se refere a um homem chamado Vlad Tepes “Drácula”, que nasceu no dia 7 de dezembro de 1431 na Transilvânia. Vlad não era qualquer um, ele era filho do Rei da Valáquia, o Vlad II.  O nome Drácula tinha relação com seu pai, que pertencia a uma Ordem Militar em homenagem ao São Jorge, que caso você não saiba, mata um dragão e por isso a ordem se chamava Ordem do Dragão. Em seu idioma original, Dracul significa DRAGÃO e com o sufixo “A” era para fazer a referência de que ele era filho de alguém. Drácula então significa: “Filho do Dragão”.  Vlad Drácula recebeu esse nome quando entrou na Ordem do Dragão, assim como seu pai. Essa ordem tinha como principal objetivo tentar impedir o avanço do Império Otomano na Europa. A gente sabe muito pouco sobre a infância do Vlad, mas conseguimos ter certeza de que ele tinha um irmão mais velho e a sua infância passou bastante tempo ao lado de sua mãe, que o educou.  Ele era um pretendente ao trono, assim como seu pai, mas eles não viviam uma vida de riquezas e luxo, como outras famílias reais. Tanto que a casa que Vlad nasceu está aberta para visitação até hoje e dá para ver como é um local até simples.  As coisas começaram a melhorar para sua família a partir de 1436, quando seu pai Vlad II conseguiu aplicar um golpe no trono da Valaquia se tornando o rei daquela região (atual Romênia). Com seu pai no governo, Vlad Dracula começou a ter uma educação e vida de acordo com os padrões da nobreza da época. Recebeu um tutor para cuidar da sua educação, começou a ser treinado para um dia substituir seu pai e começou a treinar como um Cavaleiro.  Só que Vlad Dracul (pai) tinha um grande problema nas mãos: mesmo estando no trono da Valáquia, ele tinha que encontrar alguma forma de tentar parar o avanço dos Otomanos, que eram uma das maiores potências da época! Por ser membro da Ordem do Dragão, Vlad II prometeu que lutaria até a morte contra os infiéis (muçulmanos). A região que Vlad II governava chegou a ser conquistada pelo Império Otomano, mas ele e outros reis permaneceram no trono, mas tinha que pagar impostos e tributos ao Sultão.

    48 min
  • Eu vou fazer você odiar o Senegal

    O Senegal é um país africano do lado Ocidental que fica na costa do Oceano Atlântico. O território do Senegal historicamente sempre foi muito importante em relação à diversidade cultural e política. Foi nessa região que grandes impérios existiram como o Império de Gana, o Império Mali e o Império Songai. Por ser uma região costeira, o contato com os europeus veio muito cedo e por esse motivo parte dos escravizados que saíram da África eram do atual Senegal.  Um dos primeiros europeus a chegarem lá foi a França e logo começaram uma colonização naquele território. Não é à toa que até hoje a principal língua do país seja o francês. O Senegal foi uma colônia francesa até sua independência no ano de 1960.  No Senegal existe uma rede de trabalho escravo infantil. Bom, mais uma vez é importante deixar claro que o meu objetivo aqui não é falar da fé de ninguém muito memos zombar, mas essa questão está intimamente ligada com a fé islâmica. No Senegal existe uma prática que algumas famílias enviam os seus filhos para estudarem em escolas islâmicas. Só que geralmente essas escolas são a milhares de quilômetros das casas dessas pessoas. Só que o problema é que essas escolas chamadas de corânicas não recebem esses alunos apenas para dar estudo a eles, mas os forçam a trabalhar e pedir esmolas para sustentar os “professores”.  Essas crianças são conhecidas como Talibés, e sempre são os meninos a serem enviados para essas escolas. Os professores desse tipo de escola são chamados de Marabus e atuam como guias e conselheiros dos pequenos estudantes.  São crianças entre 7 e 13 anos. Essa questão é delicada porque como é um ensino religioso, os Talibés são ensinados que os Marabus devem receber devoção e estrita obediência. Enquanto os professores dão orientação, proteção e intercessão os alunos DEVE expressar gratidão através do apoio econômico e dízimos. Mas como são crianças, de onde vão tirar esse dinheiro?  Muitas dessas crianças vão pedir esmolas nas ruas para sustentarem seus professores. Antigamente, na década de 1960 e 1970 essas escolas funcionavam em apenas alguns períodos do ano, e quando a escola estava fechada as crianças voltavam para o campo para ajudar na colheita e nos campos das famílias. Mas conforme foram percebendo que era lucrativo ter essas crianças pedindo esmolas pela cidade, as escolas corânicas passaram a funcionar durante um ano inteiro.  O fato dessas crianças estarem nas ruas coloca elas como muito vulneráveis, estando disponíveis para abusos físicos, sexuais e psicológicos enquanto deveriam estar estudando. Um Maribu (professor) exige uma quantia diária de arrecadação de $0,79 dólares e de $0,94 dólares nos dias santos. Sendo que de acordo com o Banco Mundial a renda média da população senegalesa é de 1,25 dólares por dia. Isto mostra que existe uma dificuldade que os talibés têm em cumprir as metas exigidas pelos marabus, sofrendo punições por conta disso. Além das quotas financeiras, alguns marabus fixam quotas para alimentos básicos, como açúcar e arroz.  Quando as crianças não atingem as cotas são apanham de seus professores e a Human Rights Watch (HRW) documentou meninos exibindo cicatrizes e vergões, geralmente porque sofreram abusos de cabos elétricos, porretes e bengalas. Além disso eles também são abusados sexualmente tanto por alunos mais velhos, professores e pessoas nas ruas que se aproveitam da situação.  ONGs internacionais monitoram a situação desde a década de 1990 e estudos dessas organizações dizem que aproximadamente 50 mil crianças vivem sob essas condições no Senegal. Mas o próprio governo diz que existe uma grande chance de se tratar de uma brutal subnotificação (o próprio governo reconhece isso).

    27 min
  • O Imperador da China que virou Jardineiro

    Em fevereiro de 1906 nascia Aisin-Gioro Puyi, conhecido também como Pu Yi. Ele pertencia à Dinastia Qing, uma das mais longevas da história da China. A China foi governada por dinastias aproximadamente desde o ano 2100 a.C.!  Pu-Yi nasceu em um período bem complicado para ser Imperador. O final do século XIX foi marcado por algumas derrotas que a China teve para o Japão, um império que estava crescendo depois da Revolução Meiji. China e Japão até entraram numa guerra (Guerra Sino-Japonesa) que terminou com a vitória do Japão. Esse enfraquecimento da China fez com que politicamente a figura do imperador perdesse bastante força.  Um exemplo disso é que quando Pu-Yi nasceu, quem estava governando o país era o seu tio, Guangxu, mas sendo tutelado pela Imperatriz Cixi, que era viúva. O tio Guanxu era tão fraco politicamente que a Cixi o mandou para a cadeia por aproximadamente 8 anos. Quando Guanxu morreu, a Imperatriz precisava de alguém para governar o Império da China no lugar deles, e ela escolheu o pequeno Pu-Yi em 13 de novembro de 1908, aos 2 anos de idade.  A sede do governo foi transferida para Pequim, onde era a residência do garoto. Mesmo sendo nomeado Imperador, o governo da China era bem fraco politicamente e estava passando por um momento de grandes instabilidades. Entre a nomeação de Pu-Yi como Imperador da China e o fim da monarquia, passaram-se apenas 4 anos. Em 1911 estourou uma revolução na China que tinha como principal objetivo tirar a família real do governo.  Essa revolução na China vai prosperar e a Monarquia Chinesa vai acabar de forma definitiva, depois de mais de 3 mil anos de história! A Revolução de 1911 teve efeito porque para boa parte da população a família real tinha perdido seu aspecto de divindade. Isso é interessante porque a divindade de um monarca estava ligada sempre a períodos de estabilidade.  Com o fim da monarquia, a Dinastia Qing saiu do poder depois de 267 anos ininterruptos. Mas Nickel, o Pu Yi tinha apenas 6 anos quando tudo isso rolou.  Mas permitiram que a monarquia na Cidade Proibida, a sede do governo, mas que ficassem ali só de forma “ilustrativa”. Não teriam mais nenhuma relevância política e representatividade internacional. Em contrapartida eles poderiam continuar vivendo dos luxos que tinham na antiga vida, com os empregados, comidas, escravos e parte do dinheiro.

    44 min

About História pros brother

From the publisher's feed

Um professor e um brother conversam sobre várias paradas históricas inacreditáveis que realmente aconteceram.

More shows like História pros brother

Asteristico by AGÊNCIA DE PODCAST

Asteristico

4 Listeners

Esquizofrenoias by Amanda Ramalho Podcasts

Esquizofrenoias

22 Listeners

Eu tava lá by Braian Rizzo

Eu tava lá

38 Listeners

TheBorbaCast by MAURO BORBA

TheBorbaCast

3 Listeners

Meio Fio by AGÊNCIA DE PODCAST

Meio Fio

1 Listeners

Coletivo de Najas by AGÊNCIA DE PODCAST

Coletivo de Najas

0 Listeners

SkinCast by AGÊNCIA DE PODCAST

SkinCast

0 Listeners

Psicologia na Prática by Alana Anijar

Psicologia na Prática

25 Listeners

Só ouço falar by Gabie Fernandes

Só ouço falar

2 Listeners

Amigos Internautas by AGÊNCIA DE PODCAST

Amigos Internautas

3 Listeners