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Esperamos que nossos amigos tenham tido boa passagem de ano e reafirmamos um 2022 cheio de realizações. Nos colocamos à sua disposição para ajudar na seleção de suas aplicações com nosso time de profissionais, em um ano que promete ser cheio de incertezas.
Começamos lembrando que a Bovespa terminou 2021 com desvalorização de 11,93%, aos 104.822 pontos, depois de ter atingido ao longo do ano casa próxima de 131.000 pontos. No exterior, foi um ano de boas performances, com destaque para a Bolsa de Paris (29%) e o índice americano S&P (27%). Dólar teve valorização de 7,46% por aqui.
A Bovespa não conseguiu acompanhar a melhora de fim de ano de alguns mercados no exterior, notadamente a performance do mercado americano, mesmo estando bem atrás no ano de 2021. Ao contrário, na sessão de hoje, chegou mesmo a perder o patamar de 104.000 por algum tempo, fazendo mínima em 103.850 pontos.
No exterior, o peso maior ficou por conta de realizações em ações de tecnologia, mas o maior medo foi mesmo a variante Ômicron grassando em países da Europa e nos EUA. França e Portugal, por exemplo, acusaram recordes de infecção em 24 horas. Sobre isso, a OMS (Organização Mundial da Saúde) disse que Ômicron e Delta juntas podem gerar um tsunami de contaminação, e foi além ao dizer que novas variantes podem aparecer e com maior resistência às vacinas.
A variante ômicron do covid-19 impede melhor desempenho dos mercados acionários no mundo, no chamado rali de final de ano.
Ontem os mercados nos EUA encerraram com comportamento misto, depois de recordes históricos no S&P e forçaram a Bovespa um pouco mais na queda. Aqui fechamos o dia com perda de 0,65% e índice em 104864 pontos, dólar praticamente estável com alta de 0,02% e cotado em R$ 5,64 e o Dow Jones com alta de 0,26% e Nasdaq pressionado pelas ações de tecnologia em queda de 0,56%.
Ontem foi dia positivo para os principais mercados acionários do mundo, com o índice S&P encerrando com novo recorde de pontuação histórica e bolsas europeias tentando engatar rali modesto. Aparentemente esse movimento pode continuar na sessão de hoje formando mini rali de alta e com liquidez precária.
Aqui a Bovespa encerrou com alta de 0,63% e índice em 105554 pontos, enquanto o dólar fechou com ligeira queda de 0,42% e cotado a R$ 5,64. O Dow Jones registrou alta de 0,98% e Nasdaq com +1,39% retratando bom desempenho das ações de tecnologia. Aqui as varejistas tiveram dia positivo com o noticiário de expansão de vendas em relação ao ano de 2020, mas ainda abaixo do Natal de 2019.
Em dia de liquidez estreita em praticamente todos os mercados do mundo, a Bolsa americana, pelo S&P, voltou a bater recorde, enquanto a Bovespa seguiu lutando para se manter em alta. As Bolsas europeias também tiveram um dia positivo, exceto Londres que não operou.
O dólar enfraqueceu um pouco no exterior e, por aqui, conseguimos acompanhar este movimento, não sem mostrar muita volatilidade, que levou a moeda para mais de R$ 5,71 ao longo do dia.
Esperamos que todos tenham tido um Natal festivo de alegrias e de muita paz!
Na última semana de 2021, os mercados do mundo vão parando e trabalhando com liquidez bem mais estreita, de um lado tentando preservar resultados alcançados e de outro não dando mais para arriscar nada. A agenda política e econômica também vai rareando por férias e recessos, e ficam somente algumas operações de ajustes para o novo ano.
Investidores no mundo seguem muito preocupados com a expansão da variante Ômicron reinfectando as economias e interrompendo ou piorando as previsões para 2022, com alguns países fazendo lockdown e restrições e as populações menos receptivas à vacinação e restrições.
Mercados vão parando no que ainda resta do ano de 2021 e perdem liquidez como sempre ocorre, já que o que está feito não pode mais ser mudado. O noticiário também vai rareando por férias e recessos.
Ontem, a Bovespa mais uma vez não conseguiu acompanhar a boa performance dos mercados no exterior e encerrou com queda de 0,24% e índice em 105.243 pontos, enquanto o dólar mostrou queda de 1,24% e cotado a R$ 5,67. No mercado americano, o Dow Jones registrou alta de 0,74% e Nasdaq com +1,18%.
A Bovespa não consegue acompanhar o comportamento de alta das Bolsas no exterior nos dois últimos dias, por conta de nossos problemas internos. Isso, mesmo considerando a defasagem já existente com os mercados americanos com valorizações no ano de mais de 20% e, aqui, ainda com perda de 11,5%, além da desvalorização do real. Com isso, corremos o risco de, em processo de queda, sermos até mais proativos.
No exterior, o BCE (BC europeu) pode ampliar juros mais para o final de 2022, já que, segundo Christine Lagarde, a inflação deve ficar mais comedida. Mas sempre existe o risco da variante Ômicron voltar a interferir na recuperação econômica e acelerar problemas fiscais. A previsão é de quarto trimestre fraco contaminando o crescimento no início do próximo ano. O FMI estima que a Espanha crescerá em 2021 4,6% e para 2022 alta ainda maior de 5,6%.
A pressão por reajustes de salários contamina os servidores, depois de o Congresso aprovar ontem o orçamento de 2022 com reajuste de policiais solicitado pelo presidente, e não foi por falta de aviso. Dois outros órgãos vitais da administração pública ameaçam entregar cargos, pelo menos no Banco Central e na Receita Federal.
Ontem os mercados tiveram dia de recuperação no mundo, e aqui foi um pouco diferente, contido pelas expectativas com o orçamento. A Bovespa subiu somente 0,46% e índice em 105500 pontos e o dólar encerrou com leve queda de 0,07% e cotado a R$ 5,739. O Dow Jones registrou alta de 1,60% e o Nasdaq com +2,40%.
O dia foi de alta em praticamente todos os mercados acionários do mundo, mas com a Bovespa comedida e mostrando resistência heroica diante das discussões sobre o orçamento de 2022, que só agora parece engatar reta rumo à votação. Muitas discussões dentro da CMO (Comissão Mista do Orçamento), para no final ficar tudo quase igual. Lembramos que emendas do relator em orçamento secreto de R$ 16 bilhões mais fundo eleitoral de R$ 5 bilhões, ou algo parecido, é igualmente um escárnio contra o contribuinte e as pessoas que passam fome no país. Mas como temos dito, isso é Brasil.
Na Turquia, a Bolsa de Istambul teve o segundo dia seguido de circuit breaker, com a crise se intensificando e embate entre Erdogan e o mercado por política monetária. Nos EUA, a abertura de diálogo entre o presidente Biden e o senador Joe Manchin sobre apoio a agenda de investimentos ajudou na recuperação dos mercados por lá e no resto do mundo. No Reino Unido, ainda tivemos o anúncio de apoio fiscal de 1 bilhão de libras para setores de lazer e hospitalidade.
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