Lado M

Lado M

Download on the App Store

Lado M episodes

  • Mercados em dia de reação

    Hoje, o dia está sendo de mercados em reação, depois do apagão geral de ontem, tanto aqui quanto no exterior, por conta da variante Ômicron em expansão no mundo e também por dúvidas sobre o programa de infraestrutura de Biden para os EUA. Aqui, ficamos com a tradicional farra de gastos de final de ano e fundo eleitoral fortificado de mais de R$ 5 bilhões.

    Resultado disso, a Bovespa registrou perda de 2,03%, com índice encerrando em 105.019 pontos, mas durante o dia quase perdeu o patamar importante de 104.000 pontos do Ibovespa. Dólar encerrou em alta de 1,02%, cotado a R$ 5,74, Dow Jones com perda de 1,23% e Nasdaq com -1,24%.

    6 min
  • Ômicron: a vilã do dia nos mercados

    A variante Ômicron da covid-19 foi a vilã do dia, responsável pela queda dos mercados no mundo. Durante o final de semana, muitas manifestações na Europa mostrando resistência contra as novas restrições impostas por governos. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), 89 países já identificaram a variante, e isso tende a aumentar ainda mais. Israel acaba de proibir viagens aos EUA e Canadá, e os hospitais podem voltar a lotar nos EUA.

    O petróleo, com queda maior que 6%, puxou a fila de desvalorizações, e nem a alta do minério serviu para alterar o comportamento de mineradoras e siderúrgicas. As Bolsas da Europa até se recuperaram um pouco desde a abertura, mas mercados com liquidez estreita nos EUA deram o tom negativo, com quedas.

    6 min
  • Ômicron estressa mercados no mundo

    Em semana encurtada pelas comemorações natalinas e virada do ano, a Ômicron derruba todos os mercados no mundo. No Reino Unido, já se projeta efeitos sobre a economia pela expansão da variante e ainda tivemos a demissão do ministro responsável pelo Brexit. Nos EUA, Fauci, que é responsável pela coordenação de medidas contra a covid-19, disse que a Ômicron se espalha pelo país e pode voltar a lotar os hospitais. Ao mesmo tempo, na Europa, crescem as restrições de contato social e populações se rebelam, como no caso de manifestações ocorridas ontem na Bélgica. A OMS disse que já são 89 países com Ômicron presente.

    Na semana passada, a Bovespa voltou a mostrar perdas de 0,51%, menor que na Europa e nos EUIA. Em 2021, a perda acumulada é de 9,93%. O dólar encerrou a semana cotado a R$ 5,68, com alta de 1,19%.

    6 min
  • Dia fraco para os mercados de risco

    O dia pode ser fraco para os mercados de risco, com a variante ômicron assustando governos, bancos centrais do mundo com visões duras sobre relaxamento monetário e aqui larga pre4ocupação com o quadro fiscal e bondades políticas antes de ingressarmos em ano eleitoral.  Lembrando do recesso de final de ano.

    Ontem a Bovespa conseguiu fechar em alta, mesmo com mercado americano mostrando fraqueza e ações de tecnologia sendo fortemente penalizadas. O Ibovespa registrou alta de 0,835, com índice em 108326 pontos, dólar com queda de 0,50% e cotado a R$ 5,68 (com interferência do Bacen), Dow Jones revertendo no final para -0,08% e queda de 2,47% do Nasdaq.

    6 min
  • Dados divulgados mexem com os mercados

    A agenda cheia da sessão de hoje acabou por mexer com os mercados mas, no conjunto, mais para o positivo, exceto o mercado americano, ainda absorvendo a postura dura do FED, e em seguida do BOE (BC inglês) e BCE (BC europeu). Além disso, dados de atividade PMI em diferentes países e o Relatório Trimestral de Inflação por aqui, dentre outros ingredientes.

    Na China, o presidente Xi Jinping vê a economia forte, apesar da fraqueza no curto prazo, e tem garantido a continuidade dos estímulos de forma direcionada. O banco central inglês surpreendeu um pouco ao elevar os juros básicos de 0,10% para 0,25%, mas mantendo o programa de relaxamento monetário. Segundo a visão do BOE, a inflação deve chegar a 6% no pico, e a alta dos juros foi necessária para inflação ir convergindo para a meta.

    6 min
  • Agenda lotada e FED

    Ontem, os mercados passaram quase todo o dia em “banho-maria” aguardando a decisão do FED sobre política monetária que só sairia às 16h. O anúncio seguido de coletiva do presidente Jerome Powell veio absolutamente dentro do previsto: duro, mantendo juros, dobrando a velocidade do tapering para US$ 30 bilhões de redução de compras e sinalizando alta de juros (três em 2022 pela mediana dos membros), mas PIB forte e emprego também. Os mercados gostaram!

    A Bovespa terminou o dia revertendo queda com volatilidade e alta de 0,63% (107.431 pontos), dólar reduzindo alta para 0,25% e cotado a R$ 5,71 (com intervenção do Bacen vendendo US$ 950 milhões à vista), Dow Jones com boa lata de 1,08% e Nasdaq com recuperação para +2,15%.

    6 min
  • Prudência e canja de galinha

    Diz o ditado que prudência e canja de galinha nunca fizeram mal para ninguém. Assim devem começar os mercados na sessão de hoje, aguardando decisão do FED (às 16h), seguida de coletiva de Jerome Powell, dados sobre Ômicron e, aqui, o IBC-Br e outros dados importantes de agenda que saem ao longo do dia.

    Ontem, os investidores já prepararam o terreno com a Bovespa em queda de 0,58% e índice em 106.759 pontos, dólar beirando R$ 5,70 (mesmo com rolagem antecipada de linha de fevereiro), Dow Jones com queda de 0,30% e Nasdaq com -1,14%, pressionado por ações de tecnologia.

    6 min
  • Semana crucial para mercados

    A semana parece ser crucial para os investidores, com decisões de política monetária dos principais bancos centrais do mundo: FED (EUA), BOJ (Japão), BCE (europeu) e BOE (inglês). Todos com uma pegada mais dura por conta da inflação em ata e persistente.

    Antes disso, na semana passada, a Bovespa terminou com alta de 2,56% (segunda semana seguida), com índice em 107.758 pontos, e dólar em queda de 1,16%, cotado a R$ 5,61. A nova semana promete ser de grande volatilidade, com o anúncio de bateria de dados de conjuntura da China logo amanhã, indicadores de inflação em alguns países e, aqui, a divulgação do IBC-Br, uma prévia do PIB de outubro.

    6 min
  • IPCA: Boa surpresa

    A agenda do último dia da semana foi escassa, mas os investidores tiveram boa surpresa representada pelo anúncio da inflação oficial de novembro, o IPCA, pelo IBGE. Ela veio melhor que o previsto e sugerindo que o pico já foi atingido em 12 meses, com alta de 10,74%. No exterior, ainda pesam fatores como a variante Ômicron da covid-19, inflação alta e antecipação de juros.

    No exterior, a Turquia anunciou nova intervenção no câmbio e venda de dólares. A China também sugerindo desvalorização de sua moeda e, internamente, o Bacen realizou venda de moeda americana no segmento à vista, em montante de US$ 687 milhões, por entender o câmbio momentaneamente disfuncional. Mas, mesmo assim, a moeda americana seguiu forte no mercado local.

    6 min
  • Investidores aguardam inflação de novembro

    Hoje está sendo dia de divulgação da inflação de novembro aqui e no exterior, e investidores vão esperar isso para decidirem melhor os investimentos de curto prazo. A inflação alta é a principal preocupação de momento.

    Ontem, os mercados de risco passaram por ajustes e a Bovespa interrompeu sequência de cinco pregões seguidos de alta. Variante Ômicron, inflação alta e juros podendo subir antecipadamente, além de Copom com comunicado duro, deram o tom dos mercados na sessão de ontem.

    6 min

About Lado M

From the publisher's feed

O Banco Modal foi fundado em 1996 e se consolidou como um banco de investimento com forte atuação em estruturação, coordenação de grandes operações no mercado nacional e parcerias estratégicas com os…