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O dia foi de ajustes nos diferentes segmentos do mercado local e de prudência nos mercados do exterior. Aqui, os ajustes ocorreram não tanto pela alta da Selic de 1,50% (para 9,25%), que era consenso absoluto, mas pelo tom mais duro do comunicado do Bacen, estimando inflação de 10,2% (anterior em 9,50%) e em 2022 de 4,70% (anterior em 4,10%), deixando claro que pode apertar mais em fevereiro e março. No exterior, além da preocupação com inflação e os juros em alta mais cedo, o fator dominante foi a variante Ômicron, com nova mutação africana e restrições impostas por países. A Pfizer declarou que pode ser preciso uma quarta dose da vacina para conter a variante Ômicron.
Ontem, a Bovespa lutou bastante para se manter no campo positivo, com influência externa negativa (Bolsas fracas), expectativa com a PEC dos precatórios e ainda com a decisão do Copom sobre política monetária. No encerramento, a Bovespa emplacou o quinto pregão seguido de alta, com +0,50% e índice em 108.095 pontos, e dólar em queda de 1,49%, cotado a R$ 5,53. Dow Jones e Nasdaq ajudaram com aceleração no final.
Depois do pregão encerrado, o Copom anunciou a decisão unânime de elevar a Selic em 1,50%, para 9,25%, que era consenso absoluto de mercado. Sinalizou nova alta de igual intensidade para fevereiro e foi mais duro do que estava sendo previsto, admitindo inflação em 2021 de 10,2% e expectativas desancoradas. Além disso, deixou claro que vai perseverar até que consolide a desinflação.
O dia foi bem mais comportado nos mercados de risco do mundo. Na Europa e parcialmente nos EUA, foi interrompida a boa sequência de recuperação. Aqui, tivemos alguns momentos de inversão para negativo, mas passamos boa parte do dia no campo positivo, e Ibovespa engatando o quinto pregão de alta consecutiva. Aqui, algum alivio com a promulgação da PEC fatiada dos precatórios fez a diferença e, no mundo, preocupações com a variante Ômicron da covid-19.
No exterior, a OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) anunciou que a taxa de desemprego de novembro dos países membros encolheu para 5,7%, de anterior em 5,8%. O BCE (BC europeu) declarou que o final dos estímulos não deve ser antecipado, que os fundos de investimento estão mais expostos a risco que antes da covid-19 e que é importante enfrentar os riscos de alavancagem do setor financeiro não bancário. O Canadá manteve a taxa de juros de 0,25% inalterada por mais um mês.
O dia está começando com a interrupção do processo de recuperação nos mercados externos, o que pode influir no volátil e complicado mercado local. Afinal, a situação fiscal segue grave para 2022, com baixo crescimento previsto e inflação alta. Mas temos certo alívio com a promulgação de parte da PEC dos precatórios.
Ontem, a Bovespa conseguiu emplacar o quarto pregão seguido de alta, com +0,65% e índice em 107.557 pontos, depois de ter feito 108.655 pontos na máxima, muito em função do exterior forte. O dólar aqui cedeu 1,27%, para R$ 5,62 (dólar forte no exterior quase até o final), o Dow Jones ficou com alta de 1,40% e Nasdaq com +3,03%. Petróleo em forte alta, minério subindo mais de 8% e avaliações mais otimistas sobre a variante Ômicron deram o tom positivo de ontem.
A Bovespa só teve melhora mais definitiva mais para o meio da tarde, com o encerramento de posições nos mercados derivativos. Podemos até achar alguma coincidência com boatos de que Republicanos e Democratas estariam buscando acordo para aquele pacote de estímulo fiscal de US$ 908 bilhões.
Mas o dia por aqui começou pesado com a possibilidade de a LDO não ser votada, o quadro fiscal que permanece deteriorado e preocupação com reformas que são absolutamente fundamentais. Nos EUA, mercado travado durante quase todo o dia, com investidores aguardando definições sobre estímulo e, principalmente, a decisão do FOMC do FED de política monetária, eventualmente ampliando o QE (Quantitative Easing), mas precisando também saber das políticas de governo.
Indicadores melhores de atividade na Europa também ajudaram no comportamento mais positivo, e Boris Johnson, primeiro-ministro britânico, mostrando esperança de acordo com a União Europeia (e ela com o Reino Unido), mas seria preciso dar ao Reino Unido controle sobre suas leis e áreas de pesca. Já o BCE alertou que em algum momento, o déficit fiscal terá que cair para níveis sustentáveis.
O dia está sendo novamente positivo para os mercados de risco em todo o mundo, muito por conta da avaliação mais otimista sobre a variante ômicron do covid-19, e também por dados anunciados na China. Isso mexe também com as commodities.
Ontem o dia foi bastante positivo para os mercados acionários no mundo, com a Bovespa registrando alta de 1,70% e índice fechando em 106858 pontos, mas esbarrando na casa de 107500 pontos. O dólar encerrou cotado em R$ 5,69 e o Dow Jones com +1,87% e Nasdaq com +0,93%, depois de ter aberto em boa queda.
A semana começou bem para os mercados de risco no mundo, exceto para as bolsas asiáticas que devem reajustar amanhã. Mercados da Europa chegaram a perder tração logo cedo, mas fecharam com boas altas, mercados americanos em boa alta (Nasdaq começou em queda) e a Bovespa abriu com valorização e índice indo para o patamar de 107000 pontos. Mas o dólar aqui seguiu pressionado.
No exterior, como tínhamos anunciado no comentário de abertura, os investidores estavam avaliando a influência da variante ômicron do coviod-19 como bastante transmissível, mas menos letal que outras. Portanto, considerando o nível de vacinados, poderia gerar menor impacto nas economias e empresas e restrições menores de contato social. Esse parece ter sido o motor para justificar o aumento do apetite ao risco. Aqui, além disso, tem os a novela ainda sem final da PEC dos precatórios, o quadro fiscal ruim e medidas populistas sendo aventadas, como a concessão de microcrédito.
Na semana passada, a Bovespa teve uma leve recuperação, terminando com alta de 2,78%, enquanto o dólar fechou com alta de 1,43%. A variante Omicron teve peso sobre o mercado internacional, já no Brasil o andamento mais bem definido da PEC dos Precatórios criou certo alívio.
Os mercados asiáticos amanheceram no dia de hoje com queda e a Europa começou a manhã operando com alta, todavia já desacelerando. Expectativa de Bovespa em alta e juros em queda para hoje no mercado brasileiro.
A variante Ômicron da covid-19 foi mais forte na determinação do comportamento dos mercados na sessão de hoje pelo mundo. Tivemos vários depoimentos versando sobre a transmissibilidade da variante e até de sua letalidade, por infectologistas do Reino Unido. Isso acabou por determinar a reversão de tendência dos mercados na Europa e EUA e, por tabela, dos mercados locais. Indicadores divulgados causaram bem menos impacto, mas os investidores estão “à beira de um ataque de nervos”.
No exterior, o BOE (BC inglês) disse que os efeitos da variante serão considerados na decisão sobre juros e cita a possibilidade de inflação mais prolongada, a recuperação desigual e, ainda, que atrasos nos juros podem resultar em ajuste abrupto. Já entidade do Reino Unido, falou sobre nova onda de infecção e que isso pode voltar a lotar hospitais. Nos EUA, Biden disse que por lá a maior parte da infecção está na variante delta e, por enquanto, a Ômicron conta com quatro casos diagnosticados.
Hoje os mercados estão começando o dia no campo positivo no mundo, mas investidores de olho na divulgação do payroll de novembro nos EUA que pode definir se o FED vai ou não acelerar o tapering e eventualmente antecipar a alta de juros.
Ontem foi dia das empresas de petróleo no mercado mundial, depois de a OPEP confirmar decisão de ampliar a oferta de óleo de 400 mil barris no próximo mês. Petrobras reinou absoluta junto com a Braskem, depois de ter ficado ex-dividendos de mais de R$ 3,00 por ação. Com isso a Bovespa terminou o dia na máxima com alta de 3,66% e índice em 104466 pontos, o dólar com queda de 0,19% e cotado a r$ 5,66. Enquanto o Dow Jones subiu 1,82% e Nasdaq com +0,83%.
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