Lado M

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Lado M episodes

  • Mercados começando de mau humor

    O dia está começando com os mercados de mau humor. No exterior inflação alta, expectativa de juros e covid-19 dando o tom. Aqui dificuldades com a PEC do precatório para ser aprovada no Senado e orçamento de 2022 travado, exatamente por isso.

    Ontem foi dia de altos e baixos nos mercados de risco no mundo e com inversões bruscas de tendência, como a ocorrida por aqui no meio da tarde. A Bovespa terminou o dia com queda de 0,89% e índice na faixa perigosa de 102122 pontos, depois de bater na máxima 104613 pontos. O dólar encerrou com queda de 0,27% e cotado a R$ 5,59. Nos EUA comportamento misto, com o Dow Jones quase estável em +0,05% e Nasdaq com boa queda de 1,26%.

    6 min
  • Perda de tração em semana complicada

    Em nosso comentário de abertura, já identificávamos que a semana seria complicada, não só por ser curta no mercado americano (ferido de Ação de Graças em 25/11, seguido da Black Friday), mas também por conta de uma agenda cheia de eventos com capacidade de interferir no comportamento dos mercados de risco. Como é sabido, feriados nos EUA retiram boa parte da liquidez dos mercados e dificultam a correta precificação dos ativos.

    Hoje, o mercado americano começou o dia forte (desde os índices futuros no mercado americano), ganhou força com o anúncio de Biden convocando Jerome Powell para novo mandato, mas perdeu força na parte da tarde, com pressão de venda nas ações de tecnologia. Na Europa, o fantasma da volta da covid-19 em vários países. Aqui, o estresse ficou novamente por conta da novela dos precatórios e do quadro fiscal complicado.

    6 min
  • Tentando recuperar perdas

    A semana passada foi negativa para os mercados domésticos, com o Ibovespa perdendo 3,10%, aos 103035 pontos e o dólar com alta de 2,93% e cotado a R$ 5,61. No exterior comportamento misto com o Dow Jones com -1,72% e Nasdaq com +0,96%, enquanto juros oscilaram bastante.

    No exterior preocupação com recidiva do covid-19, inflação ascendente em quase todo o mundo, e expectativa com possíveis altas de juros sendo antecipadas. Aqui, além de tudo isso, a PEC dos precatórios dominou as discussões dos investidores e economistas e com dificuldade de ser aprovada no Senado.

    6 min
  • Uma semana difícil, mas dentro do previsto

    A semana foi bastante complicada para os mercados de risco aqui e no exterior. No exterior, dois problemas afloraram. De um lado, a recidiva da covid-19 na Europa, de outro, a inflação ascendente em quase todo o mundo assustando governos e bancos centrais e trazendo migração de recursos para aplicações mais conservadoras.  Aqui, além dos impactos externos, tivemos desdobramentos da polêmica da PEC dos precatórios, agora tramitando no Senado com viés populista e previsões mais pessimistas sobre o restante do ano de 2021 e, principalmente, para as projeções de 2022.

    Lembramos que, na semana, a SPE (secretária de política econômica) divulgou previsões piores para inflação e PIB, que já vinham sendo antecipadas pelos analistas, mas ainda assim bem mais otimistas que a pesquisa Focus, do Bacen, divulgada logo na terça-feira. Isso acabou piorando ainda mais as projeções, com a taxa Selic de 2022 caminhando em direção aos 12%, inflação de 2022 se aproximando do teto da meta em 5% e o PIB tendendo para zero ou até negativo.

    5 min
  • Queda local e recordes nos EUA

    Ontem foi mais um dia negativo para os mercados domésticos com a Bovespa novamente em queda, dólar em alta e juros também com altas. Culpa quase que integral da indefinição fiscal (leiam PEC dos precatórios) e inflação ascendente, com investidores buscando proteção na renda fixa e pressionando resgates em fundos e vendas na Bovespa.

    A Bovespa teve dia de queda de 0,51%, com índice em 102.426 pontos, e dólar com alta de 0,83%, cotado a R$ 5,57. Enquanto isso, os índices Nasdaq e S&P batiam novos recordes de pontuação, por conta de alta das ações da Apple. A Bovespa mostra desvalorização de 13,9% no ano.

    6 min
  • Sem esboçar reação

    Tendo como pano de fundo a fraqueza muito recente dos mercados de risco no exterior, fica complicado para os mercados locais esboçarem alguma reação, mesmo considerando que estamos muito defasados da performance externa. No exterior, temos realizações de lucros recentes, depois de sucessivos recordes de pontuação dos índices (incluindo na Europa), com alguma busca por segurança derivada da expectativa de aceleração no tapering e antecipação de alta de juros. No Brasil, acrescentamos outros medos derivados da PEC dos precatórios, inflação em alta e PIB de 2022 desacelerando e medidas com viés eleitoreiro.

    Podemos arriscar a dizer que são poucos investidores fazendo aquisições de mais longo prazo, enquanto campeiam as operações de curtíssimo prazo e troca de ativos. Temos que considerar ainda a volatilidade também observada em commodities principais, como minério de ferro e petróleo, e a desaceleração na China que impõe novos riscos. Além disso, preocupa o nível de endividamento global, que pode acarretar problemas para países emergentes e empresas.

    5 min
  • Ruídos podem interferir na recuperação

    O dia está começando um pouco melhor nos mercados da Europa e nos EUA e podem restringir realizações no segmento local que ontem voltou ao patamar de 102000 pontos do Ibovespa. Mas os ruídos sobre precatórios podem limitar a recuperação.

    Ontem a Bovespa começou o dia com boa alta e dólar em queda, mas pouco depois ambos reverteram tendência e mantiveram por todo o dia. A Bovespa terminou com queda de 1,39% aos 102948 pontos e o dólar com alta de 0,45% e cotado a R$ 5,524. Os mercados americanos realizaram lucros e também encerraram com quedas.

    6 min
  • Investidores seguem preocupados com o futuro

    Em dia de mercado americano fraco e Europa com fechando com comportamento misto, aqui o desempenho ficou comprometido, ainda que a Bovespa tenha subido forte no início do pregão. Aqui ainda tínhamos um complicador que sempre agrega volatilidade, o vencimento de derivativos.

    Devemos somar a isso a forte queda do petróleo no mercado internacional chegando a beirar 4,0%, mesmo considerando a queda de estoques na semana anterior de 2,1 milhões de barris, quando o previsto era alta de 500 milhões de barris. As discussões sobre elevação do teto da dívida americana também entraram no radar dos investidores, com Janet Yellen dizendo que pode não haver recursos a partir de 15/12, e pedindo uma solução para o Congresso americano.

    6 min
  • Mercados com comportamento indefinido

    O dia está começando com mercados indefinidos, mas nos EUA é possível ver alguma retomada da renda variável por conta dos indicadores fortes da economia mostrando boa recuperação. Mas ontem foi mais um dia ruim para os segmentos do mercado domésticos, coma Bovespa mostrando queda de 1,82% no encerramento e índice em 104403 pontos e o dólar com alta de 0,78% e cotado a R$ 5,50.

    Resultado disso, a Bovespa perde no ano de 2021 12,2%, enquanto os principais indicadores americanos mostram valorizações na faixa de 20%. Isso mesmo com boa expansão dos lucros das empresas brasileiras no terceiro trimestre, no comparativo com igual período de 2020. Risco fiscal elevado, PEC dos precatórios sem solução e sendo a solução para medidas populistas, inflação em alta e bem fora das metas (incluindo 2022) e desaceleração da economia; permeiam o medo dos investidores.

    6 min
  • Pouco para ajustar do feriado

    Na volta do feriado da Proclamação da República, o mercado local teria muito pouco para ajustar dos mercados abertos ontem no exterior, já que fecharam nos EUA próximos da estabilidade e ficaram com alta na Europa. Lembrando que, na semana passada, a Bovespa terminou com valorização de 1,53% e índice em 106.334 pontos, e dólar em queda de 1,27%, cotado a R$ 5,45. No ano, a Bovespa ainda perde 10,7%, enquanto os mercados americanos sobem mais de 20%.

    Hoje, mercados da Ásia terminaram o dia com comportamento misto e destaque de alta para Hong Kong, com +1,27%, Europa começando o dia com altas (exceto Madri) e futuros do mercado americano com comportamento negativo neste início de manhã. Petróleo perdendo tração no exterior por conta de relatório da AIE (Agência de Energia), mesmo ampliando demanda em 2021 e 2022. Aqui, precisamos buscar superar o patamar de 107.000 pontos e depois 109.000 pontos, para ganhar consistência e alcançar a faixa de 115.000 pontos, quando podemos ganhar maior tração.

    6 min

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