Lado M

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Lado M episodes

  • Dia começando bem

    Ontem, a Bovespa acabou firmando recuperação (abriu o dia em queda) e fechou com valorização de 1,14% e índice em 113.455 pontos, enquanto o Dow Jones terminou estável e o Nasdaq com alta de 0,73%, perdendo força no final da sessão. Aqui, ainda tivemos o vencimento de opções de índice, o que sempre agrega volatilidade, com volume de exercício de R$ 16,6 bilhões. O Bacen fez outro leilão extra de swap cambial de US$ 1 bilhão para domar a alta da moeda, que fechou em queda de 0,51% e cotada a R$ 5,51, depois de bater R$ 5,56.

    Hoje, mercados da Ásia terminaram o dia com altas, mas a Bolsa de Xangai em leve queda de 0,10%, com preocupações sobre inflação. Na Europa, mercados começando o dia com boas altas, assim como os índices futuros do mercado americano. Aqui, seguimos com o objetivo traçado de ultrapassar novamente o patamar de 115.000 pontos do Ibovespa para ganhar maior tração.

    6 min
  • Mais um dia de reverão de tendência

    Como tem acontecido em sessões recentes, tivemos mais um dia de reversão de tendência nos mercados de risco no mundo e também aqui. Bolsas da Europa saíram de negativas no início da manhã para fechamento positivo, mercado americano também passando para positivo no início da tarde e esperando a ata da última reunião do FED, e a Bovespa saindo de negativa para positiva, escalando até os 114.000 pontos do Ibovespa antes da reunião do FED, mas tendo que assimilar as complicações de quadro fiscal e vencimento de derivativos.

    No exterior, tivemos a divulgação da inflação de setembro pelo CPI (consumidor) com alta de 0,4% (previsão era 0,3%) e núcleo em +0,2%, acumulando taxa anual de 5,4% e o núcleo com +4,0%. A ata do FOMC, do FED, seguiu dizendo que os dados de conjuntura coletados seguem fortalecendo e os setores mais afetados se recuperando, mas desacelerando com a variante Delta no curto prazo.

    6 min
  • Ajustando para o feriado

    Na volta do feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida, os investidores vão ter que encarar pequenas perdas ocorridas na sessão de ontem no exterior. O Dow Jones terminou com queda de 0,34% e Nasdaq com -0,14%, e as principais Bolsas europeias com perdas na ordem de 0,30%.

    Hoje, as Bolsas da Ásia terminaram o dia com comportamento misto e destaque positivo para a Bolsa de Seul, com alta de 0,96%, e Hong Kong, com atividades suspensas por previsão de tufão. Na Europa, mercados abriram no negativo, mas começam a passar ao campo positivo, enquanto os futuros do mercado americano operam em leve alta neste início de manhã. Aqui, conseguimos manter o patamar de 112.000 pontos na segunda-feira e fechamos em 112.180 pontos, mas temos que buscar a faixa de 115.000 pontos para ganhar maior tração e não perder mais a casa dos 109.500 pontos.

    6 min
  • Sem confirmação de tendência

    Os mercados de risco não estão conseguindo confirmar tendência mais prolongada. Seguimos com rotações de ativos no curto prazo, volatilidade e mudanças de sinais nos mercados. Por aqui, muitas preocupações. Bem verdade que o dia ficou comprometido pelo meio feriado de Columbus Day, nos EUA, e aqui com o feriado nacional de N.S. Aparecida. Lá, Bolsas abertas e, no Brasil, mercados fechados amanhã.

    No exterior, segundo a consultoria Eurasia, os líderes da China devem agir para apoiar a retomada da atividade, mas sem estímulo massivo. Lembrando que na última sexta-feira o governo chinês determinou que as minas de carvão produzam mais, com a finalidade de reduzir a escassez de energia. O minério de ferro teve forte alta hoje, por conta da necessidade de produzir aço para os programas de infraestrutura.

    5 min
  • Espremido pelo feriado

    Os mercados domésticos começam a semana espremidos pelo ferido nacional de amanhã e, diante dos problemas mostrados na semana anterior, os investidores devem seguir com comportamento de maior proteção.

    Na semana passada, a Bovespa terminou estável, com o índice em 112.833 pontos, depois de ter conseguido voltar ao patamar de 114.000, sem conseguir manter. Já o dólar, encerrou mais uma semana de alta, de 2,95%, e cotado a R$ 5,52. O Dow Jones terminou o período com valorização de 1,22% e Nasdaq praticamente estável, com +0,08%. Mas o período foi intenso em volatilidade e trocas de sinal nos mercados de risco.

    6 min
  • Mercados ajustam para IPCA e payroll

    Como lembramos em nosso comentário de abertura de hoje, o comportamento dos mercados de risco seria definido pela divulgação do IPCA de setembro e o payroll americano com a criação de vagas em setembro na economia.

    Antes disso, a China na volta do feriado prolongado, determinou que as minas de carvão ampliassem a capacidade e a produção, na tentativa de minimizar o impacto na economia, que atinge todo o mundo, com o custo da energia em forte alta. Já nos EUA, os investidores comemoravam o acordo bipartidário para elevação do teto da dívida americano, capaz de garantir o funcionamento até 03/12, com Biden comemorando a atitude, ainda que por pouco tempo.

    5 min
  • Esperando o payroll e IPCA

    Ontem foi dia de a Bovespa lutar para se manter acima do patamar de 111.000 pontos, mas acabou não conseguindo e fechando praticamente estável pelo segundo dia consecutivo, com alta de 0,02% e índice em 110.585 pontos. O dólar encerrou com nova alta de 0,57%, cotado em R$ 5,52. O Dow Jones com alta de 0,98% e Nasdaq com +1,05%. No ano, a Bovespa está negativa em 7,08%.

    Hoje, tivemos a volta da China do feriado prolongado de uma semana e a Bolsa de Xangai fechando com alta de 0,67%. As demais Bolsas asiáticas também com comportamento positivo. Na Europa, as Bolsas abriram positivas, passaram para o negativo e, agora, tentam retomada de alta. Os futuros do mercado americano com comportamento misto e sem definição.

    6 min
  • Horizonte incerto

    A situação que governos e bancos centrais têm pintado é de muitas incertezas na retomada das economias (apesar da boa expansão de 2021), no comportamento da inflação (se persistente ou não), no que fazer para retirar estímulos monetários e fiscais e como oferta e demanda estarão reagindo diante da escassez de energia e outras variáveis, incluindo a retomada do emprego. Aqui, não é diferente. Só é bem mais complicado pela condição de emergente desequilibrado.

    Os mercados de risco no mundo e aqui estão mostrando isso de forma muito clara. Todos os dias, somos martelados por declarações de incerteza por parte de dirigentes, e o resultado é a volatilidade nas Bolsas, commodities, câmbio e juros. Além disso, pacotes de infraestrutura e sociais estão sendo gestados, reformas são requeridas e decisões demoram a sair.

    6 min
  • Inflação forte e atividade fraca

    Inflação forte e atividade fraca são os vetores que preocupam os investidores no mundo e, principalmente, no Brasil. Aqui, ainda temos um quadro fiscal precário, inúmeras tentativas de furar o teto de gastos e a LRF (lei de responsabilidade fiscal), agravando ainda mais o endividamento e nublando a recuperação econômica dos próximos anos.

    Mas ontem foi dia de reversão de tendência nos mercados de risco abertos no meio da tarde, após divulgação que Democratas e Republicanos nos EUA poderiam fechar acordo para elevação do teto da dívida americana. As Bolsas reverteram tendência de queda, as commodities melhoraram (exceto petróleo), juros em queda e dólar mais fraco no mercado internacional.

    6 min
  • Teto da dívida dos EUA estressa

    O dia foi marcado por grande mobilização do governo americano e de investidores em relação ao teto da dívida americana, que já tínhamos elencado como o tema principal do momento em semanas anteriores. Isso mexeu com os mercados de risco no mundo e pode ser visto claramente pelo comportamento de queda dos juros dos treasuries. Aqui, seguimos dominados pelas incertezas sobre projetos de governo e de parlamentares que visam preponderantemente o curto prazo, querendo cativar o eleitorado.

    No âmbito externo, o presidente Biden e Janet Yellen se reuniram com banqueiro para discutir sobre a suspensão do teto da dívida americana. Biden declarou que bloquear a suspensão do teto da dívida não é certo e é também perigoso. A reação está sendo bem negativa e de volatilidade dos mercados, como afirmou o presidente da Bolsa Nasdaq.

    5 min

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