Lições da Bíblia – Áudios Novo Tempo

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Lições da Bíblia – Áudios Novo Tempo episodes

  • Estudo adicional
    Pense sobre o milênio e acerca da compreensão que temos dele. Embora muita
    coisa não seja revelada, recebemos informação suficiente para compreender
    alguns aspectos. Primeiro, o milênio ocorrerá antes da destruição final dos perdidos.
    Segundo, antes dessa destruição final, os salvos passarão por um período de
    tempo obtendo respostas para muitas perguntas, a tal ponto que eles mesmos participarão
    do julgamento, isto é, eles mesmos julgarão. “Ou não sabeis que os santos
    hão de julgar o mundo?” (1Co 6:2). “Não sabeis que havemos de julgar os próprios
    anjos?” (1Co 6:3). Como lemos nesta semana, durante os mil anos será dada aos
    santos a “autoridade de julgar” (Ap 20:4). Assim, juntos, esses dois pontos revelam
    uma importante verdade: nenhum dos perdidos enfrentará o juízo final antes do
    término do milênio, até que os salvos não apenas entendam por que os ímpios se
    perderam, mas também tenham desempenhado um papel no julgamento deles.
    Pense no que isso mostra sobre o caráter de Deus e a transparência de Seu governo:
    antes que uma única pessoa enfrente o destino final dos perdidos, o povo de
    Deus verá claramente a justiça e retidão do juízo final de Deus sobre eles. Será doloroso,
    certamente; mas quando terminar, como já vimos, exclamaremos: “Tu és
    justo, Tu que és e que eras, o Santo, pois julgaste estas coisas” (Ap 16:5).
    5 min
  • Não mais lágrimas
    5. Leia Apocalipse 21:3-5. O que significam as lágrimas?
    Todos já experimentamos o que significa chorar. Também estamos familiarizados
    com o ato de limpar as lágrimas dos olhos de outra pessoa: uma mãe ternamente
    confortando o filho; um amigo íntimo confortando o outro; ou um dos
    pais confortando o outro em meio a uma tristeza ou tragédia. Também sabemos
    que não permitimos que muitas pessoas toquem nosso rosto. Portanto, o que significa
    a promessa de que Deus tocará nosso rosto, senão que teremos laços íntimos
    com nosso Criador?
    É difícil imaginar um mundo sem morte, tristeza ou choro. Dor, suor, lágrimas
    e morte têm sido a norma para a humanidade desde a queda
    (Gn 3:16-19). Contudo, desde essa época, Deus tem assegurado à humanidade
    que o fracasso e a perda não são tudo que temos para esperar. Ao longo do caminho
    Deus deu pequenos indicativos de que um dia nos redimirá e nos abençoará
    com Sua presença.
    Primeiro, com a promessa de um Redentor (Gn 3:15); depois, com a certeza de
    Sua presença num tabernáculo (Êx 25:8); a seguir, com a realidade da Palavra que
    Se tornou carne e habitou entre nós (Jo 1:14); e, por fim, ao colocar o trono do Universo
    em nosso meio (Ap 21:3).
    Muitos versos bíblicos resumem essa garantia da aliança usando palavras como:
    “Eu serei o seu Deus”, “vós sereis Meu povo” e “habitarei entre vós”. Um exemplo é:
    “Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o Meu povo” (2Co 6:16).
    Jesus veio a primeira vez para neutralizar os efeitos da aliança quebrada. Jeremias
    descreveu da seguinte maneira as consequências desse rompimento: “Por que
    gritas por motivo da tua ferida? Tua dor é incurável. Por causa da grandeza de tua
    maldade e da multidão de teus pecados é que Eu fiz estas coisas” (Jr 30:15). Graças
    a Jesus, isso agora está no passado. Em essência, Apocalipse 21:3 nos mostra
    o clímax da Bíblia. Talvez as lágrimas sejam as que derramaremos pela aniquilação
    final dos perdidos, mas o próprio Deus as enxugará, e a tristeza e o sofrimento
    passarão para sempre.
    Esses versos (Ap 21:3-5) sugerem intimidade com Deus quando estivermos no Céu. Porém, não
    temos que esperar até aquele momento para ter esse relacionamento com Ele. Como você pode
    ter intimidade com o Senhor agora mesmo?
    4 min
  • Novo céu e nova Terra
    O pecado e a rebelião têm sido intrusos. Nunca deviam ter existido aqui. Causaram
    grande dano, mas quando a causa desse dano não mais existir, será
    tempo de restaurar tudo à perfeição. Só quando isso acontecer é que o grande
    conflito estará terminado.
    4. Leia Apocalipse 21:1, 2, 9, 10; 22:1-3. Quais são as principais características
    da descrição de João? O que elas significam?
    Quando João descreve o novo céu e a nova Terra, está repetindo o que Pedro
    disse: “Os céus passarão com estrepitoso estrondo, e os elementos se desfarão abrasados”
    (2Pe 3:10). Como sabemos muito bem, a Terra precisa desesperadamente
    de mais do que uma simples renovação. Tudo aqui ficará completamente destruído,
    o que vai dar lugar para uma existência inteiramente nova.
    João falou também que o mar já não existirá (Ap 21:1). Ele escreveu isso de uma
    ilha-prisão (Patmos), onde o mar o impedia de escapar. Mesmo num barco moderno,
    leva horas para se chegar à ilha em que João escreveu essas palavras. Na Nova
    Terra não mais haverá nenhum tipo de barreira que impeça os redimidos de se locomoverem
    livremente ou de ver seus queridos.
    A Nova Jerusalém parece incrivelmente espetacular. É descrita em termos de
    uma cidade dos tempos bíblicos porque essa era toda a realidade que João conhecia.
    Contudo, as impressões dos artistas que a ilustram com uma arquitetura romana
    do primeiro século d.C. lhe prestam um grande desserviço, porque essa é
    uma cidade “da qual Deus é o arquiteto e edificador” (Hb 11:10).
    Nossa mente mal pode captar essas descrições. Mas como é prazeroso deixar
    nossa imaginação se demorar naquilo que nos espera! Mal podemos começar a
    imaginar. Além disso, as grandes dimensões da cidade nos informam que não há
    escassez de espaço; há lugar para todos.
    Olhe ao redor a beleza do mundo natural e considere o que ela diz sobre o caráter de Deus, apesar
    das devastações causadas pelo pecado. Como essa visão nos inspira a confiar na esperança
    do que ainda não vemos?
    4 min
  • Juízo final
    Nos tempos bíblicos, o julgamento podia ocorrer em dois locais: no portão da
    cidade e diante do trono do rei. No portão, os anciãos decidiam todos os casos
    pequenos, mas o rei decidia todos os grandes assuntos. A ele pertencia a palavra
    final que assegurava justiça. Da mesma forma, nas figuras de linguagem bíblicas,
    Deus está entronizado como Rei do Universo e garante que finalmente a justiça
    será feita (Ap 20:11-15).
    3. Como podemos entender os importantes eventos mencionados em Apocalipse
    20:7-15?
    Todo o capítulo 20 de Apocalipse trata dos mil anos. Assim, esse julgamento
    específico ocorrerá durante esse período. Porém, não é a mesma cena descrita no
    verso 4, em que há muitos tronos, porque no verso 11 há apenas um trono. Em vez
    de ocorrer no início dos mil anos, ocorrerá no final, após a segunda ressurreição
    (Ap 20:5) e depois que Satanás convencer as hostes dos perdidos a cercar a cidade
    santa (Ap 20:7-9). Nesse momento, o grande trono branco de Deus será visto acima
    da cidade. Essa será a ocasião da qual Jesus falou quando disse que haveria algumas
    pessoas que perguntariam a Deus por que elas não conseguiram entrar no reino
    (Mt 7:22, 23). Será também a ocasião da qual Paulo falou quando disse que um dia
    diante de Jesus se dobrará todo joelho, “dos que estão nos céus, e na Terra, e debaixo
    da terra, e toda a língua [confessará] que Jesus Cristo é o Senhor” (Fp 2:9-11).
    O propósito do juízo não é ensinar a Deus algo que Ele não saiba, pois Ele já
    sabe tudo. O propósito é assegurar que todos saibam exatamente por que Deus
    julgou da maneira como o fez. Toda pessoa e todo anjo serão capazes de dizer:
    “Justo és Tu, ó Senhor, que és, e que eras, e santo és, porque julgaste estas coisas”
    (Ap 16:5). Os salvos e os perdidos, tanto seres humanos quanto anjos, verão a retidão
    e a justiça de Deus.
    O ato final no drama será a destruição “[da] morte e [do] Hades [sepultura]”, bem
    como de todo aquele cujo nome não foi “encontrado no livro da vida” (Ap 20:14,
    15, NVI). Jesus tem na mão as chaves da morte e do hades (Ap 1:18, NVI). Nenhum
    dos dois tem qualquer razão para continuar existindo. Em vez de enfrentarem
    o tormento eterno, como é ensinado com tanta frequência, os perdidos serão
    destruídos. Eles deixarão de existir para sempre, o que é o oposto da vida eterna.
    6 min

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