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Vamos relembrar mais um pouco sobre a autora?
Júlia Lopes de Almeida participou da I Conferência
Vem aí uma playlist de entrevistas no podcast Literatura Oral. Te inscreve no canal do YouTube do LO para acessar. Logo mais, coloco a primeira entrevista, que será poesia em diálogo com balé clássico! 🩰📚🎙☘☘☘🤞
A
A gente pode dizer que o protagonismo da obra
Nesse episódio, citei: WATT, Ian. A ascensão do romance. Tradução Hildegard Feist. São Paulo: Companhia das Letras, 1990.
Minhas impressões (resumidas) da leitura de Calibã e a Bruxa, de Silvia Federici. Tradução Coletivo Sycorax. Editora Elefante.
Alareer publicou o livro Gaza writes back, que é uma compilação
Entre os temas preferidos do poeta está a infância, em que o ponto de vista em alguns poemas é como se fosse o de um menino, é o olhar de criança sobre a vida. E em outros é uma constatação de que o menino ainda vive no adulto, que nem viu o tempo passar. O poeta coloca em sua poesia também a singeleza da vida, a morte, e fala muito na passagem do tempo.
Quanto à forma, Quintana assume forma livre. Bem alinhado com o momento em que ele escreve, que passou pela estética do Modernismo. Pelas temáticas abordadas, a poesia dele também se aproxima do Simbolismo, aquela estética que predominou no final do século XIX, no Brasil, e que combinava figuras de linguagem com imagens oníricas, vagas, etéreas. Em algumas poesias, Quintana constrói uma voz poética que explora essa temática.
Uma forma de começar a explicar um texto é dizer em que pessoa ele é narrado, se é em primeira pessoa, com o narrador participando da ação narrativa, ou em terceira, com o narrador contando a história de alguém. E nesse aspecto O cemitério de Praga é interessante, porque são três vozes narrativas: do protagonista Simone Simonini, do abade Dalla Picolla e do narrador.
Gregório era filho de
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